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Quando os excessos transbordam

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Esse texto é uma reflexão sobre os excessos, em vários sentidos e tudo o que eles podem provocar em nossas vidas quando transbordam.

Excessos de gastos, de comida, de peso, de atividade física, de cansaço, de amor, de falta de amor, excesso de toda forma e circunstância.

Você, já se permitiu olhar pra sua própria vida e perceber se anda cometendo algum excesso?

Quando nos permitimos passar dos limites, assumimos o risco de tudo o que pode nos acontecer. Só que nem sempre esse risco é consciente. E, a partir daí, muita coisa pode transbordar e nos fazer muito mal.

Excesso de trabalho, por exemplo, ouço um monte de gente falando “nossa, tenho trabalhado tanto, ando exausta, não tenho tempo pra nada”.

Pois é, não ter tempo pra nada é um grande problema, com o risco iminente de uma estafa, de perder bons momentos na vida, de perder pessoas queridas.

Quando você trabalha demais, é quase certo que se esquece do que é importante de verdade, se esquece de se cuidar, de comer direito, de relaxar, às vezes esquece até de respirar ou ir ao banheiro.

A vida passa e esse excesso de trabalho transborda, levando junto com a enxurrada todo o seu bem-estar!

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Outro exemplo é o excesso de amor, com ele você pode entrar numa vibe estranha, cheia de ciúme, de possessão. Amar faz bem, mas tudo tem um limite e “quando amar faz sofrer, estamos amando demais.”

Quando você tem preguiça em excesso, também corre o risco do transbordamento e, geralmente ele vem em forma de exclusão e solidão, se não por sua própria parte, será por parte de quem sempre estava ao seu lado, mas de tanto insistir e você não atender, acaba desistindo de você. Além disso, a preguiça pode causar uma verdadeira bagunça em sua vida e uma desorganização geral da sua rotina.

Esses são só alguns exemplos de excessos que cometemos frequentemente e nem percebemos.vSe você se percebe cometendo excessos, de qualquer ordem, procure ajuda de um psicólogo, psicóloga, psicanalista, terapeuta… Pode ser que você esteja tentando suprir alguma necessidade inconsciente, que esteja se punindo e nem percebeu o caos que causa à sua própria vida.

O equilíbrio é e sempre será a nossa melhor ferramenta para uma vida saudável e bem mais tranquila 😉

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Raquel Ferreira
CRP 6/101759 - Graduada pela Universidade São Francisco, mestre em Ciências da Saúde pela Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo. Psicóloga clínica desde 2010, busca constante aprimoramento na abordagem analítica. Estudou Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae, frequentou grupos de estudo e supervisão teórica na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica de São Paulo e ainda, integrou o grupo de Neurociências do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Atualmente é doutoranda em Psicologia Social, pela Universidad Complutense de Madrid.

Raquel Ferreira

CRP 6/101759 - Graduada pela Universidade São Francisco, mestre em Ciências da Saúde pela Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo. Psicóloga clínica desde 2010, busca constante aprimoramento na abordagem analítica. Estudou Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae, frequentou grupos de estudo e supervisão teórica na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica de São Paulo e ainda, integrou o grupo de Neurociências do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Atualmente é doutoranda em Psicologia Social, pela Universidad Complutense de Madrid.

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