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Insegurança, medo, raiva, solidão

2 min de leitura · 

Insegurança, medo, raiva, solidão… são sentimentos que todos nós já tivemos um dia.

Mas você sabia que eles podem causar grandes prejuízos à sua vida?

Pois é! Esse texto vai em resposta a mais uma Caixa de Segredos. A pessoa que nos escreveu, relata estar sempre sozinha, diz não gostar de algumas pessoas e se sente “imperfeita”. Acontece que talvez você esteja se afastando das pessoas.

Quando nos sentimos insegur@s, vem o medo de estabelecer uma relação. Geralmente nos afastamos para evitar que as pessoas nos vejam.

Com isso, sentimos raiva, pois parece que ninguém gosta da gente, que ninguém nos percebe. Estamos solitári@s e sem entender o motivo disso, mas pode ser que nós mesm@s causamos essa circunstância.

O bom é que uma vez que “somos responsáveis por tudo aquilo que criamos”, podemos mudar essa história.

Insegurança, medo, raiva, solidão

Minha sugestão é que quando estamos num lugar que não nos sentimos bem ou conhecemos alguém de quem não gostamos, possamos por alguns minutos só observar e nos forçar a encontrar pelo menos 3 coisas boas no lugar ou na pessoa.

Por pior que seja a situação, ela sempre tem algo de bom para nos oferecer e por outro lado, precisamos saber também se aquilo que abominamos no outro, não é algo que temos em nós.

Isso se chama projeção e eu acabo colocando no outro uma carga que é minha, daí vem a necessidade do autoconhecimento e de se abrir mais para as possibilidades.

Por fim, quero falar sobre as contaminações. Algo que nos acontece e nem sempre somos capazes de perceber.

É quando alguém fala mal de algo ou de alguém, xinga, esbraveja e sem nos darmos conta, já odiamos aquilo tanto quanto a pessoa que fala. Isso é a contaminação!

Não faz bem pra ninguém e ainda te impede de evoluir enquanto pessoa, pois pessoas evoluídas precisam de suas próprias opiniões, precisam vivenciar as coisas para então, tirar suas próprias conclusões.

Abra-se às experiências, abra-se aos colegas de classe, aos colegas de trabalho, abra-se à sua família, à escola, ao trabalho. Abra-se àquilo que não te parece bom e se deixe surpreender.

A abertura à novas experiências te torna mais sensível e capaz de ser mais feliz e leve 😉

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Raquel Ferreira

CRP 6/101759 - Graduada pela Universidade São Francisco, mestre em Ciências da Saúde pela Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo. Psicóloga clínica desde 2010, busca constante aprimoramento na abordagem analítica. Estudou Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae, frequentou grupos de estudo e supervisão teórica na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica de São Paulo e ainda, integrou o grupo de Neurociências do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Atualmente é doutoranda em Psicologia Social, pela Universidad Complutense de Madrid.

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