Amor próprio em primeiro lugar

Quando o amor próprio precisa falar mais alto

1 min de leitura · 

Amor próprio: Hoje pensei sobre como o amor é uma coisa estranha. Provoca umas sensações esquisitas, um frio na barriga, um taquicardia do nada, uma respiração ofegante, um pensamento sem fim na pessoa amada e…

…muitas vezes um “emburrecimento” emocional!

Amor próprio, amor e amar-seCalma, não precisa se chatear achando que rolou um julgamento aqui, mas vamos pensar:
há alguns dias escrevi dizendo que o amor é algo que deve ser bom e fazer o bem, se você se relaciona com alguém que diz querer estar com você, é preciso um esforço mútuo, certo? Pois acredite, para algumas pessoas a resposta será: ERRADO!!!

Conheço pessoas que se relacionam com alguém e esse alguém é praticamente um fantasma, arruma mil e uma desculpas para não se encontrarem, mata periquito, cachorro, papagaio e até a avó se for preciso, para não ter que encarar o dito encontro.

Daí você, que é uma pessoa legal, apaixonada e tranquila, sempre aceita as desculpas, mas lá no fundinho, sabe que tem algo de errado. Meio abusivo. Aliás, o outro está bem abusado atualmente! Então eu te pergunto: Cadê seu amor próprio, meu bem?

Por que você insiste em permanecer acorrentada(o) a uma relação de mão única, sem trocas, sem respeito? Me faz um favor se não tiver essa resposta? Procura um psico! Amor próprio é coisa séria, faz um bem danado, salva a sua vida. Pensa nisso!

Veja também sobre Amor próprio:

O quanto este post foi útil para você?

Clique nos corações para votar!

Média / 5. Contagem de Votos:

Nenhum voto ainda. Que tal você começar?

Sentimos muito por este post não ter sido útil para você.

Nos diga como melhorar as postagens

Sobre os Autores do Post:

Author profile

CRP 6/101759 - Graduada pela Universidade São Francisco, mestre em Ciências da Saúde pela Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo. Psicóloga clínica desde 2010, busca constante aprimoramento na abordagem analítica. Estudou Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae, frequentou grupos de estudo e supervisão teórica na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica de São Paulo e ainda, integrou o grupo de Neurociências do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Atualmente é doutoranda em Psicologia Social, pela Universidad Complutense de Madrid.

Raquel Ferreira

CRP 6/101759 - Graduada pela Universidade São Francisco, mestre em Ciências da Saúde pela Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo. Psicóloga clínica desde 2010, busca constante aprimoramento na abordagem analítica. Estudou Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae, frequentou grupos de estudo e supervisão teórica na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica de São Paulo e ainda, integrou o grupo de Neurociências do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Atualmente é doutoranda em Psicologia Social, pela Universidad Complutense de Madrid.

Participe, queremos ler o que você tem a dizer