Amor próprio em primeiro lugar

Quando o amor próprio precisa falar mais alto

Amor próprio: Hoje pensei sobre como o amor é uma coisa estranha. Provoca umas sensações esquisitas, um frio na barriga, um taquicardia do nada, uma respiração ofegante, um pensamento sem fim na pessoa amada e…

…muitas vezes um “emburrecimento” emocional!

Amor próprio, amor e amar-seCalma, não precisa se chatear achando que rolou um julgamento aqui, mas vamos pensar:
há alguns dias escrevi dizendo que o amor é algo que deve ser bom e fazer o bem, se você se relaciona com alguém que diz querer estar com você, é preciso um esforço mútuo, certo? Pois acredite, para algumas pessoas a resposta será: ERRADO!!!

Conheço pessoas que se relacionam com alguém e esse alguém é praticamente um fantasma, arruma mil e uma desculpas para não se encontrarem, mata periquito, cachorro, papagaio e até a avó se for preciso, para não ter que encarar o dito encontro.

Daí você, que é uma pessoa legal, apaixonada e tranquila, sempre aceita as desculpas, mas lá no fundinho, sabe que tem algo de errado. Meio abusivo. Aliás, o outro está bem abusado atualmente! Então eu te pergunto: Cadê seu amor próprio, meu bem?

Por que você insiste em permanecer acorrentada(o) a uma relação de mão única, sem trocas, sem respeito? Me faz um favor se não tiver essa resposta? Procura um psico! Amor próprio é coisa séria, faz um bem danado, salva a sua vida. Pensa nisso!

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CRP 6/101759 - Graduada pela Universidade São Francisco, mestre em Ciências da Saúde pela Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo. Psicóloga clínica desde 2010, busca constante aprimoramento na abordagem analítica. Estudou Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae, frequentou grupos de estudo e supervisão teórica na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica de São Paulo e ainda, integrou o grupo de Neurociências do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Atualmente é doutoranda em Psicologia Social, pela Universidad Complutense de Madrid.

2 comentários em “Quando o amor próprio precisa falar mais alto”

  1. Kátia Regina Vieira Mota

    Relevante. Minha dúvida sobre o amor próprio na condição de um parente gerador da vida sendo pai ou mãe quando por anos continua com o vício das críticas, violência psicológica. Mesmo adultos os filhos sofrem esses tipos de abusos. Alguns deram tempo de se afastar, mas o ruim eh que eles são idosos e precisam de auxílio. Mas como cuidar e ser sempre mordido como um cachorro que está com a troca de seus dentes?

    1. Olá Kátia! Muito obrigado pelo seu contato e confiança. Agradecemos muito que você compartilhe conosco, aqui nos comentários esse momento da sua vida. Lembre-se, qualquer dúvida, só entrar em contato ou marcar conosco.

      As vezes a convivência familiar pode ser bem desafiadora. Cuidar, por si só tem suas peculiaridades, que não são fáceis. E quando o cuidado é na situação que você colocou é ainda mais delicado. Eu percebo em casos assim a importância de cuidar das feridas existentes, de aprender e entender os cuidados que você consegue e os que você não consegue realizar e aprender o quanto é possível se distanciar emocionalmente de algumas situações. Lembra que estamos sempre aqui, caso precise fale com um de nossos profissionais.

      Mais uma vez obrigado,

      Jaqueline O. A. Cruz
      Psicóloga CRP 06/132.080
      Atenção ao Cliente Psico.Online
      Agende comigo – aqui –

Gostaríamos de escutar o que você tem a dizer.

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