Possíveis tratamentos para um verdadeiro bipolar

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transtorno bipolar

Até o momento não existe uma cura para o transtorno bipolar. Entretanto, os medicamentos mais eficazes no controle da doença são estabilizadores do humor, antidepressivos, antipsicóticos e tranquilizantes. Eles ajudam da seguinte maneira:

  • no tratamento do episódio agudo de mania ou depressão;
  • o uso contínuo ao longo dos anos evita que novos episódios de mania, depressão ou mistos ocorram, pois o risco de recaída sem tratamento é muito elevado;
  • previne comportamentos suicidas;
  • estabiliza o humor, prevenindo os prejuízos psicológicos, sociais e físicos ocasionados pelos episódios da patologia.

Tratamentos medicamentosos associados a psicoterapia têm demonstrado um maior nível de satisfação para os portadores do TAB.

É importante entender que o CONTROLE, e não a cura, é frequente no tratamento de várias doenças. Por exemplo, o diabetes não é curado pelas injeções de insulina, mas, sim, controlado para que o indivíduo possa ter uma vida saudável e normal.

Referência: http://www.abrata.org.br/new/oqueE/transtornoBipolar.aspx#1

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Raquel Ferreira
CRP 6/101759 - Graduada pela Universidade São Francisco, mestre em Ciências da Saúde pela Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo. Psicóloga clínica desde 2010, busca constante aprimoramento na abordagem analítica. Estudou Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae, frequentou grupos de estudo e supervisão teórica na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica de São Paulo e ainda, integrou o grupo de Neurociências do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Atualmente é doutoranda em Psicologia Social, pela Universidad Complutense de Madrid.

Raquel Ferreira

CRP 6/101759 - Graduada pela Universidade São Francisco, mestre em Ciências da Saúde pela Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo. Psicóloga clínica desde 2010, busca constante aprimoramento na abordagem analítica. Estudou Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae, frequentou grupos de estudo e supervisão teórica na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica de São Paulo e ainda, integrou o grupo de Neurociências do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Atualmente é doutoranda em Psicologia Social, pela Universidad Complutense de Madrid.

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