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Felicidade eudaimónica e hedónica: já ouviu falar?

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Você sabia que a gente tem dois tipos de felicidade e que elas levam nomes bastante estranhos, mas carregados de significados importantíssimos? Sabia que estar feliz não é bom só porque você se sente melhor, mas porque diminui a predisposição para transtornos como a depressão e o estresse, por exemplo? Pois é, estar feliz é bom e a gente precisa entender como aproveitar isso, mas hoje vamos focar em diferenciar esses dois tipos de felicidades.

Felicidade eudaimónica

Basicamente é a felicidade duradoura, aquela que está relacionada com o que a gente aprende durante o curso da vida. Tem relação com nossa educação, nossos valores, nossa personalidade. É um tipo de felicidade que não se abala facilmente e que quando abalada, consegue voltar facilmente ao seu estado normal. Essa é a felicidade que causa o nosso bem-estar psicológico e também que nos ajuda a enfrentar desafios, a manter o equilíbrio emocional e a buscar nossos objetivos pessoais.

Felicidade hedónica

Ou felicidade subjetiva. É a felicidade de curto prazo, essa que vem de fora, que a gente conquista quando acerta a questão da prova ou compra um sapato novo. É a felicidade que nos faz fugir da dor e querer buscar mais e mais coisas que nos deixem bem, é o bem-estar à custo de alguma coisa.

Só pra você saber a gente precisa das duas em equilíbrio, pra ter bem-estar e seguir a vida tranquilamente. Quando uma das duas falha a vida começa a perder o sentido, a gente enfraquece e pode até adoecer. Então, se você acha que tem algo de errado aí, procura um psicólogo, uma psicóloga, um terapeuta, uma psicoterapeuta e pede ajuda. Porque a vida pode ser bem mais feliz, sempre.

Ah, e mais uma coisa, se você tiver curiosidade, tem bastante gente pesquisando sobre esses termos esquisitos da felicidade, vou colocar alguns exemplos aqui e qualquer coisa, é só perguntar na Caixa de Segredos ou nos comentários 😉

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Raquel Ferreira
CRP 6/101759 - Graduada pela Universidade São Francisco, mestre em Ciências da Saúde pela Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo. Psicóloga clínica desde 2010, busca constante aprimoramento na abordagem analítica. Estudou Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae, frequentou grupos de estudo e supervisão teórica na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica de São Paulo e ainda, integrou o grupo de Neurociências do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Atualmente é doutoranda em Psicologia Social, pela Universidad Complutense de Madrid.

Raquel Ferreira

CRP 6/101759 - Graduada pela Universidade São Francisco, mestre em Ciências da Saúde pela Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo. Psicóloga clínica desde 2010, busca constante aprimoramento na abordagem analítica. Estudou Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae, frequentou grupos de estudo e supervisão teórica na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica de São Paulo e ainda, integrou o grupo de Neurociências do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Atualmente é doutoranda em Psicologia Social, pela Universidad Complutense de Madrid.

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