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Educação: como eu trato meu porteiro?

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Hoje é o dia do porteiro e isso me fez refletir sobre educação e sobre como tratamos as pessoas, inclusive o nosso querido porteiro.

Sabe aquela coisa de que a pessoa se acha incrível, faz ioga, vai na igreja, é vegetariana pra proteger os animais, mas na hora de se relacionar com o amiguinho, esquece, é um verdadeiro demônio em forma de gente. Quem aí conhece alguém assim?

Quando decidimos agir diferente e fazer a diferença no mundo, precisamos ser coerentes, ter a noção de que ser uma pessoa melhor requer muitas mudanças e que tratar o ser humano bem, usar as palavras mágicas (bom dia, com licença, obrigado, por favor…) e ter paciência e generosidade são fundamentais para o processo.

Educação é a base para qualquer mudança

Se você tem tentado ser melhor, mas nem repara que o porteiro está ali, opa, recomeça! Volta lá e fala bom dia pra ele, agradeça quando alguém te dá uma informação ou abre a porta do estabelecimento pra você.

Repare que temos humanos por todos os lados, que alguns são bons e tem sempre um sorriso no rosto e que outros são um bocado “estranhos” e parecem sempre tristes ou carrancudos. Ouse, tente dar um sorriso para essas pessoas, perceba que reação isso causa.

Janelas da alma: enxergando além dos olhos

Abrace mais, sorria mais, ame mais, você perceberá que com o tempo a energia que te envolve muda também, que ser vegetariana(o), iogue, budista, religiosa(o) é só uma consequência e não o começo da mudança.

E lembre-se de uma coisa, quando queremos ser diferentes, legal mesmo é ser reconhecida(o) pelas atitudes, pelo carinho e generosidade com que tratamos as pessoas. Chique é ser respeitada(o) pelo respeito que temos aos outros e não pelo status que ocupamos na vida.

E mais uma coisinha, títulos acadêmicos, dinheiro, opção gastronômica ou estilo de vida não te torna melhor que ninguém 😉

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Raquel Ferreira

CRP 6/101759 - Graduada pela Universidade São Francisco, mestre em Ciências da Saúde pela Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo. Psicóloga clínica desde 2010, busca constante aprimoramento na abordagem analítica. Estudou Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae, frequentou grupos de estudo e supervisão teórica na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica de São Paulo e ainda, integrou o grupo de Neurociências do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Atualmente é doutoranda em Psicologia Social, pela Universidad Complutense de Madrid.

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