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A desgraça alheia e a morbidez nossa de cada dia

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Por que será que nos atrai tanto a desgraça alheia? Será que somos mórbidos por natureza?

Me permito compartilhar essa reflexão com vocês depois de passar por várias experiência pessoais que me levaram à esses questionamentos. O mórbido, ou o drama, parecem ser apostas seguras quando o que queremos é chamar à atenção. Ou, ainda que não tenhamos essa pretensão, na verdade. Continue lendo

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Luto: as cinco fases para vencer

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Ontem falamos sobre algumas chaves importantes que ajudam na superação do luto e hoje falaremos das cinco fases que fazem parte desse processo.

Essas fases de luto foram propostas por Elizabeth Kubbler Ross, uma psiquiatra que trabalhou com pacientes em estado terminal e escreveu à respeito da morte e do processo de morrer.

As cinco fases do luto

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Luto: chaves para superar e seguir adiante

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Podemos superar o luto passando por momentos mais ou menos difíceis e boa parte disso depende de nós e de nossa postura diante da perda.

As chaves fundamentais para superar o luto

É preciso dar tempo ao tempo. Algumas pessoas precisam de mais tempo para elaborar a perda, outras com muita facilidade passam e fecham o ciclo da dor. De qualquer modo é necessário nos darmos esse tempo, para compreender a ideia de ausência. Continue lendo

Setembro Amarelo e Suicídio: Falar é a melhor solução

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O amarelo do Setembro Amarelo, campanha encabeçada pelo CVV serve como um Alerta.

É um pedido de atenção para a prevenção do suicídio.

Serve principalmente para dizer que é possível prevenir: percebendo a dor do outro, nos ouvindo mais e ouvindo aos outros, dando espaço para falar abertamente sobre a prevenção e as consequências do suicídio, ou você acredita que é um problema só do outro?

Já tratamos do assunto aqui no Psico.Online algumas vezes, inclusive falando de Suicídio Infantil e na Adolescência e postando um documentário sobre o tabú que é falar de suicídio e hoje, além do post da campanha, trazemos o link novo da cartilha: Suicídio – informando para previnir do Conselho Federal de Medicina.

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Caravaggio, morte della vergine, 1601-1606

Morte, como lidar?

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Tratar desse assunto, a morte, costuma ser algo tão assustador que a simples menção da palavra é o bastante para criar um desconforto real em muita gente. Não precisa ser assim, por experiência.

Mas sigamos com calma. Esse texto é para quem sofreu uma perda recente. Que está procurando explicações e um acolhimento para compreender. Trataremos a morte de uma maneira mais clara e concisa.

Quero neste texto, mesmo que distante, que você sinta minha mão no seu ombro, que entenda que quem está escrevendo já viveu algumas perdas e que estuda muito; tanto para responder os próprios questionamentos quanto para apoiar aqueles que precisam.

Por que a morte é tão dolorosa?

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Medo de morrer

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Outra atitude frente ao medo de morrer, que tal?

Esse é um tema que tende a ser tabu na nossa sociedade, porque muita gente tem medo da morte. Por isso me pareceu muito interessante uma entrevista que vi num jornal, de uma especialista em tanatopraxia. É formada em História Medieval e se dedicou a esse trabalho porque desde pequena tinha muito medo da morte, devido a uma experiência traumática que viveu. E pensou que o melhor que poderia fazer para superar isso era trabalhar em uma funerária! Preparava cada cadáver: limpava, fechava os olhos e a boca, os maquiava… e esta experiência fez com que ela aprendesse a valorizar a beleza das diferentes coisas da vida e a perder o medo da morte.

Na realidade, há muitos séculos, em muitas culturas, a morte é tratada de maneira natural e normal, são feitos rituais que permitem às pessoas obter consolo. Por exemplo, nos Estados Unidos oferecem enterros verdes: que é o enterro do corpo somente com um sudário e assim, quando se decompor, servirá para criar uma nova vida.

Confere esse post Ciclos da vida

Em muitos lugares  da America-Latina para celebrar a passagem da vida para a morte se calaveridas, caveiras, caveirinhas, morteutilizam as “calaveritas”, que são versos populares e sátiricos que falam sobre a pessoa defunta.

O “Livro Tibetano dos Mortos” (Bardo Thodol é o título original)  é um tratado sobre como orientar uma pessoa que está prestes a morrer e como guiá-la até o Bardo (estado entre a morte e o renascimento) depois da morte física, para que não se deixe desviar pelas recordações da vida e dos seres que acaba de deixar. Essa filosofia ancestral nos ensina que a arte de morrer é tão importante quanto a arte de viver e que o futuro da alma deste ser que passa para o outro plano depende, quem sabe eternamente, de uma morte corretamente aceitável por ele mesmo e controlada por um familiar ou outra pessoa, que o acompanhará amorosamente neste processo.

Independente de sermos religiosos ou não e da cultura da qual viemos, temos que enfrentar a morte de uma maneira melhor do que fazemos, porque é algo pelo qual passaremos cedo ou tarde, não só a nossa própria morte, mas também a de algum familiar ou ente querido. É tão natural como a vida!

Medo de morrer: Se você tem problemas para falar, pensar ou enfrentar esse assunto, um psicólogo pode te ajudar e muito 😉

Retirado de Escuela de felicidad

Ciclos da vida: vídeo The Lighthouse

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Os ciclos da vida: concepção, desenvolvimento, nascimento, formação, adolescência, juventude, maturação, a melhor idade e a morte. No premiado curta metragem  The Lighthouse 2010 (O Farol) a essência e o simbolismo nos fazem refletir sobre a nossa vida e a importante integração com nossos pais.

Do diretor tailandês Po Chou Chi, o filme ganhou mais de 25 prêmios internacionais e conta a história de um pai e de um filho… veja abaixo se você ainda não viu ou não se lembra! 🙂 antes de seguirmos para o texto. Continue lendo