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Outra atitude frente ao medo de morrer, que tal?

Esse é um tema que tende a ser tabu na nossa sociedade, porque muita gente tem medo da morte. Por isso me pareceu muito interessante uma entrevista que vi num jornal, de uma especialista em tanatopraxia. É formada em História Medieval e se dedicou a esse trabalho porque desde pequena tinha muito medo da morte, devido a uma experiência traumática que viveu. E pensou que o melhor que poderia fazer para superar isso era trabalhar em uma funerária! Preparava cada cadáver: limpava, fechava os olhos e a boca, os maquiava… e esta experiência fez com que ela aprendesse a valorizar a beleza das diferentes coisas da vida e a perder o medo da morte.

Na realidade, há muitos séculos, em muitas culturas, a morte é tratada de maneira natural e normal, são feitos rituais que permitem às pessoas obter consolo. Por exemplo, nos Estados Unidos oferecem enterros verdes: que é o enterro do corpo somente com um sudário e assim, quando se decompor, servirá para criar uma nova vida.

Confere esse post Ciclos da vida

Em muitos lugares  da America-Latina para celebrar a passagem da vida para a morte se utilizam as “calaveritas”, que são versos populares e sátiricos que falam sobre a pessoa defunta.

O “Livro Tibetano dos Mortos” (Bardo Thodol é o título original)  é um tratado sobre como orientar uma pessoa que está prestes a morrer e como guiá-la até o Bardo (estado entre a morte e o renascimento) depois da morte física, para que não se deixe desviar pelas recordações da vida e dos seres que acaba de deixar. Essa filosofia ancestral nos ensina que a arte de morrer é tão importante quanto a arte de viver e que o futuro da alma deste ser que passa para o outro plano depende, quem sabe eternamente, de uma morte corretamente aceitável por ele mesmo e controlada por um familiar ou outra pessoa, que o acompanhará amorosamente neste processo.

Independente de sermos religiosos ou não e da cultura da qual viemos, temos que enfrentar a morte de uma maneira melhor do que fazemos, porque é algo pelo qual passaremos cedo ou tarde, não só a nossa própria morte, mas também a de algum familiar ou ente querido. É tão natural como a vida!

Medo de morrer: Se você tem problemas para falar, pensar ou enfrentar esse assunto, um psicólogo pode te ajudar e muito 😉

Retirado de Escuela de felicidad

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