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Uma andorinha só não faz verão: sobre grupo e escolhas

2 min de leitura · 

“Uma andorinha só não faz verão”, já dizia a canção, mas e um grupo? Para que serve ter muitas andorinhas? Vamos pensar?

Se alguém acredita que seremos capazes de sobreviver como espécie expulsando o diferente que está ao nosso lado, desculpe, mas não me terá ao seu lado por opção.

Excluir não é uma alternativa.

Pode ser que algumas pessoas acreditem que a humanidade se fez assim. Matando, invadindo, submetendo… e assim chegamos até aqui. Inclusive, é possível que exista quem diga que não vamos tão mal. Que só enxergamos o lado negativo, o que produz dor. O que nos machuca. E é assim, desde sempre.

Porque quando se trata da sobrevivência pessoal ou do grupo ao qual consideramos pertencer, nosso ângulo de visão muda.  Já falamos inclusive disso neste post aqui: Crítica Social: uma visão pessimista da sociedade

Mas longe disso estar certo, a visão excludente não funciona. Corrijo, a curto prazo, sim, mas a longo… Ah as descobertas desagradáveis que vivenciamos a longo prazo!

Minha reflexão de hoje é muito pessoal, confesso.

Inclusive eu poderia dizer que é completamente tendenciosa. A de um pai com filhos em idade de trabalhar, com uma preocupação que compartilho com meus pais, em saber em que mundo viverão.

Porque por hora, entre os que negam, os que tem visão em funil, os xenófobos, os racistas, os preconceituosos… reconheço que me preocupa que o esforço feito pela maioria bondosa não seja suficiente. Ou não se perceba assim.

De uma situação difícil só conseguimos sair se colaborarmos uns com os outros, compartilhando. É algo matemático. E psicológico. Se quando o grupo nos dá assistência somos capazes de autênticas barbaridades, não é menos certo que em grupo também somos capazes de construir grandes maravilhas.

Se trata, no fim das contas, de que grupo a gente elege pra dividir os momentos, a vida. Eu já tenho o meu grupo e você? Já escolheu bem o seu?

Pense bem no que você quer colher antes de decidir a qual grupo pertencer 😉

Funciona inclusive quando falamos do mundo corporativo.

Se um líder ou alguém que está entre o grupo de um projeto começa a ter a visão pessimista essa visão se alastra como pólvora. Há, em algum lugar uma parábola que diz que é possível quebrar um graveto, mas nunca um feixe deles.

Vamos reforçar a teoria do grupo de andorinhas. Você já viu aquele grupo de andorinhas que voando formam um corpo que nenhum outro predador encararia?

Olha este vídeo também: https://youtu.be/UEjcaKyx6yQ

Os cardumes também agem dessa maneira.

Sempre a força do grupo é a força necessária para alcançar objetivos mais concretos, mas para isso há de se saber lidar com as diferenças, com a mediação, com as dificuldades que também deverão ser resolvidas pelo grupo ou por sua liderança…

Retirado de Cámbiate Blog (traduzido e adaptado)

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