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17 documentários sobre saúde mental e hospital psiquiátrico

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Quando falamos de hospital psiquiátrico, internação compulsória, saúde mental, psicopatologia e nos termos do senso comum ou populares: da loucura, dos doentes mentais, dos loucos e delirantes ou mentalmente insanos, muitas vezes não temos a menor ideia de como deixamos de lado a dignidade humana para com nossos semelhantes.

Muito da luta antimanicomial e da reforma psiquiátrica é a luta contra o pré-conceito ou da intolerância e do desconhecimento. Da ignorância de muitos em relação aos avanços e retrocessos que vivemos dia após dia em pleno século 21 e que servem para praticamente “escondermos” aqueles que ainda na linguagem popular, dementes, loucos, “nóias” são incômodos para os normais ou aquele “cidadão de bem”.

Cidadão de bem que por não saber como lidar com a imagem de um outro ser humano que poderia ser ele próprio, prefere separar e esconder ao invés de tratar adequadamente. Que ao ver à superfície uma parte da nossa saúde que choca pela decadência ou desintegração do eu, prefere olhar para o outro lado ou ignorar.

Quando criamos o Psico.Online, pensamos em trazer para a população ajuda, numa linguagem comum, mas recheada de informação científica e técnica, conhecimento para mudar um pedacinho do mundo, e nestes documentários, pretendemos levar a todos um conhecimento: há um humano doente e que precisa de cuidados ali onde você só vê um problema.

Sabemos sim que a vida é difícil, mas precisamos de empatia, de senso moral e de conhecimento para entender e evitar julgamentos superficiais. Precisamos de alternativas, de ideais e de muito trabalho e paciência.

Assista aos documentários, indique outros. Leve para você a mensagem principal: se a dor do seu semelhante não te faz sentir nada, seu caminho está em uma direção preocupante.

1) Saúde Mental e Dignidade Humana

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serotonina, depressão, mudança, saúde mental, neurotransmissor

Felicidade: 6 formas de conquistá-la naturalmente

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Você sabia que existe um neurotransmissor ou popularmente falando, uma substância, que é a responsável pela felicidade? Pois é, o nome dele é SEROTONINA e hoje a gente vai te mostrar algumas maneiras naturais pra aumentar a produção disso no seu organismo.

Alimentos, exercícios, técnicas e formas de entretenimento capazes de melhorar os níveis de serotonina, “o neurotransmissor da felicidade”.

A serotonina foi chamada de “neurotransmissor da felicidade” ou “hormônio do humor” e ainda que isso seja só um rótulo bonito, é certo que é muito importante na inibição da ira e da agressão e na regulação do sono, do humor, do apetite e do desejo sexual (entre outras funções, nas quais participam também outros neurotransmissores) e está especialmente ligada, como de outra forma também a dopamina, ao prazer.

A serotonina ajuda a combater sintomas depressivos também e pasme, ela pode ser encontrada em alguns alimentos. É claro que a gente não está aqui pra dizer que se você comer isso ou aquilo, praticar esporte, meditar… vai evitar a depressão ou outros desarranjos emocionais, mas com certeza, vai diminuir as possibilidades 😉

Lista de coisas que podem te ajudar na “produção de felicidade”

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saúde e bem estar psico.online

Saúde é o que interessa, para todo resto, não devemos ter pressa.

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Saúde: Ao olhar à minha volta , percebo que maioria das pessoas leva uma vida bastante atribulada e corrida, repleta de obrigações e compromissos a serem cumpridos.

Tais compromissos demandam tempo e dedicação excessiva, resultando em um grande desgaste físico e mental que transformam todo nosso funcionamento psíquico e fisiológico.

Há muita gana para chegar até algum lugar, focando sempre na aquisição de bens que satisfazem um desejo momentâneo no qual nem sempre conseguimos identificar um fundamento e que, se  concretizamos, devemos questionar:  tal desejo nos fará felizes?

Queremos tanto ter e ser alguma coisa que neste processo desenfreado, acabamos perdendo o foco e a atenção à nossa saúde — física e também a mental.

Percebo que fica cada dia mais comum não priorizarmos o autocuidado e a nossa saúde por não conseguirmos dar conta da carga excessiva que carregamos, devido às exigências.

Exigências essas que em nada contribuem para nosso estado de bem estar e, nem permitem que tenhamos qualidade de vida, porque na rotina cheia de compromissos, não conseguimos priorizar o que realmente importa: a nossa saúde geral.

Precisamos tomar consciência de que a busca do equilíbrio entre o corpo e a mente nos beneficiará, para que levemos uma vida mais plena e satisfatória. (mais…)

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saúde mental, física, espiritual

Saúde mental, física, espiritual

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Saúde mental, física, espiritual, como andam as suas?

A falta de saúde mental, física, espiritual mostra o que você precisa aprender e fazer para atingir o equilíbrio.

A saúde, que significa equilíbrio, sintonia, é algo muito importante para o ser vivo e vai muito além de uma manifestação física, concreta. Pode manifestar-se na alma, no humor, de maneiras bem mais subjetivas.

Saúde é vida, em todos os aspectos e é um presente, que damos à nós mesmos, quando nos cuidamos.

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depressão infantil, criança triste, tristeza, criança deprimida

Depressão infantil

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Depressão não é só coisa de adulto. A depressão infantil também é uma realidade e faz muitas crianças sofrerem. Na infância a depressão vem acompanhada além da tristeza, de uma série de sintomas, como mudanças bruscas de humor, birras por qualquer motivo, alto nível de ansiedade e outras coisas mais.

Diferença entre depressão infantil e tristeza

A depressão infantil é uma desordem caracterizada por uma alteração no estado de ânimo, alterações identificadas na escola, em casa e na comunidade, mas é preciso saber identificar quando há uma depressão e quando a criança está somente triste, porque muitas vezes podem estar tristes, como os adultos e isso não significa que estejam deprimidas.

Para afirmar que está verdadeiramente deprimida, essa criança precisará passar por um médico, que a identifique corretamente. A criança deverá estar muito triste, apresentar uma série de alterações que se notam no colégio, entre os amigos, com os pais e em todo lugar, por um período relativamente longo. Uma criança deprimida passa o dia todo triste, deixa de fazer suas atividades, perde o apetite, fica apática…

A depressão poderá se apresentar em 3 níveis, de acordo com o tempo e os sintomas: leve, moderada ou grave. E é preciso saber também, que os sintomas variam de acordo com a idade.

Em que idade as crianças podem apresentar sintomas depressivos?

Não existem dados exatos à respeito de prevalência de depressão em crianças, mas podemos identificar algo como entre 1 e 3% entre a primeira infância. É verdade que podemos ver muitas crianças tristes, mas não necessariamente deprimidas e é exatamente aí que se precisa ter cuidado. Já entre os pré-adolescentes a taxa aumenta um pouco e varia entre 3 e 9%, visto que estão passando pela puberdade e por algumas mudanças bastante significativas.

Principais sintomas da depressão infantil

A depressão infantil apresenta as mesmas características que a dos adultos, mas com algumas diferenças quanto a expressão.

  • A duração deve ser de no mínimo duas semanas e não pode estar associada ao uso de nenhuma substância.
    • Humor deprimido: as crianças e os adolescentes, podem apresentar um estado de ânimo deprimido ou irritado. Os menores geralmente não são capazes de descrever como se sentem e então queixam-se de sintomas físicos imprecisos, tem uma triste expressão facial, escassa comunicação visual. A irritação pode se manifestar em condutas agressivas ou ações que demonstrem hostilidade ou raiva. Nos adolescentes os transtornos de ânimo são mais parecidos com os dos adultos.
    • Perda de interesse no ambiente, incapacidade para desfrutar de atividades rotineiras, na escola, com os amigos ou em casa.
    • Falta de energia: não brinca, não quer ir à escola, em casa está sempre desanimado, não fala…
    • Perda de confiança e autostima, sentimentos de inferioridade.
    • Auto-desvalorização: nas crianças podemos perceber sentimentos de culpa excessiva ou inapropriada.
    • Ideias autodestrutivas: tanto nas crianças como nos adolescentes se podem observar sinais não verbais de condutas suicidas, como realizar ações em que corre riscos, as vezes, como se fosse um jogo, ou adotar comportamentos auto-lesivos, como cortar-se, bater-se ou arranhar-se.
    • Incapacidade para concentrar-se ou tomar decisões, que no caso das crianças se traduz em problemas de conduta ou baixo rendimento escolar.
    • Atividade psicomotora agitada o inibida.
    • Alterações de sono.
    • Variações de peso (nas crianças geralmente ocorre aumento).
    • Queixas somáticas (dor de cabeça, barriga, pernas…). Este critério é bastante frequente nas crianças menores.

Ao menor sinal de depressão infantil, procure ajuda, vá ao psicólogo, psiquiatra e ajude a criança a reencontrar o bem-estar 😉

Referências
Depresión Infantil
La depresión infantil

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