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Plenitude ou sobre estar conectado

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Buscamos a plenitude o tempo todo, seja no trabalho, na família, na sociedade, mas nem sempre nos damos conta de que facilmente nos perdemos e desconectamos de nós mesmos.

Estar presente, viver cada segundo, aproveitar as circunstâncias e perceber os sinais fará com que você se sinta mais feliz e com certeza, mais saudável.

A plenitude pode ser conquistada facilmente, desde que você esteja sempre atento

Um bom começo para conectar-se consigo é perguntar: quem sou eu? Certamente as primeiras respostas serão sobre o que você gostaria de ser, acredita que é, mas no fundo nem chega perto. Nos enganamos à respeito de nós mesmos, lançamos ao mundo uma máscara, um personagem e vivemos cansados por ter que dar vida à algo que esconde o nosso verdadeiro eu o tempo todo.

Agora aquiete sua mente, observe a si e perceba o quão afastado da realidade se encontra, avalie seus pensamentos, seus medos, seus sentimentos, suas emoções. Vá aos poucos tirando as camadas de lama que encobrem o seu coração e a sua verdadeira essência. Aproxime-se da verdade, contemple o seu mais puro eu interior e quando começar a compreender e tiver firmeza no que está sentindo, terá realmente chegado ao núcleo, à sua essência mais plena, verdadeira e conectada com o Universo.

Vamos dar mais uma ajuda e compartilhar um link que mostra alguns sinais de que nos desconectamos de nós mesmos, coisas simples, mas que fazem muito sentido, como por exemplo, trocar de humor o tempo todo, brigar sem motivo, sentir-se acelerado, desmotivado e ficar doente com mais facilidade.

E ainda, se você acredita estar longe da plenitude e precisa de ajuda, um psicólogo terá muito prazer em ajudá-lo e nós do psico.online podemos te indicar ótimos profissionais 😉

Em breve teremos novidades sobre atendimentos que facilitarão o seu encontro e a sua conexão consigo, fique atento!

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Raquel Ferreira

CRP 6/101759 - Graduada pela Universidade São Francisco, mestre em Ciências da Saúde pela Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo. Psicóloga clínica desde 2010, busca constante aprimoramento na abordagem analítica. Estudou Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae, frequentou grupos de estudo e supervisão teórica na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica de São Paulo e ainda, integrou o grupo de Neurociências do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Atualmente é doutoranda em Psicologia Social, pela Universidad Complutense de Madrid.

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