Inclusão: vem ser feliz na diferença

0 min de leitura · 

Sobre a inclusão: toda vez que eu assisto esse vídeo eu me mato de chorar e como sempre procuro entender o que me comove, vamos lá:

Ele mostra um garoto, talvez triste por ser “diferente”, que se isolou e se transformou em alguém um tanto quanto rabugento, mesmo com a mãe o tratando de maneira normal.
Chega o cachorro, ele olha pra “diferença” do bichinho e se irrita pelo que vê, mas bichinhos são seres evoluídos, não se importam com o descaso e amam acima de qualquer coisa. O garoto percebe a alegria do cachorro e mesmo que só por um minuto, se deixa contagiar por isso e percebe que dá pra ser feliz também, tem coisa mais linda do que isso? 😀

Não importa qual seja a sua diferença, não se exclua, faça o mundo te enxergar com respeito, com amor, com dignidade. Se você se afasta do mundo o mundo se afasta de você. Seja feliz como for!

Torcemos pelo dia em que a palavra inclusão não mais precisará ser usada.

Você vai gostar de ler também:

Raquel Ferreira
CRP 6/101759 - Graduada pela Universidade São Francisco, mestre em Ciências da Saúde pela Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo. Psicóloga clínica desde 2010, busca constante aprimoramento na abordagem analítica. Estudou Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae, frequentou grupos de estudo e supervisão teórica na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica de São Paulo e ainda, integrou o grupo de Neurociências do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Atualmente é doutoranda em Psicologia Social, pela Universidad Complutense de Madrid.

Raquel Ferreira

CRP 6/101759 - Graduada pela Universidade São Francisco, mestre em Ciências da Saúde pela Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo. Psicóloga clínica desde 2010, busca constante aprimoramento na abordagem analítica. Estudou Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae, frequentou grupos de estudo e supervisão teórica na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica de São Paulo e ainda, integrou o grupo de Neurociências do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Atualmente é doutoranda em Psicologia Social, pela Universidad Complutense de Madrid.

Participe, queremos ler o que você tem a dizer