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Tenho talento em…

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Eu tenho talento em ouvir, ou será que tenho uma habilidade? Você já parou pra pensar se aquilo que você chama de talento, na verdade não é algo que vem, ao longo do tempo, desenvolvendo?

Não sou contra pensar que nascemos com um dom ou um talento para algo, mas, verdade seja dita, nenhum talento por si só faz sucesso.

Ainda que a gente nasça pré-disposto a executar tal coisa de maneira explendorosa, só o tempo, a persistência e a insistência em desenvolver determinada coisa, levarão você a algum lugar.

Nascer com o “dom de cantar”, mas nunca ousar abrir a boca e soltar a melodia, não farão de você um cantor, por exemplo.

E mesmo quando a gente usa essa expressão pra dizer que faz algo “ruim”, como “eu tenho talento para ser grossa”, por exemplo, também é preciso exercitar, percebe? Se você ficar de boca fechada ou não responder às críticas, não parecerá grosseira/o.

Voltando ao início do texto, eu acho que nasci com o “dom de ouvir”, mas se não tivesse aprimorado isso na faculdade e não continuasse ao longo do tempo desenvolvendo essa habilidade, eu não seria psicóloga. Não usaria a facilidade que tenho para poder ajudar as pessoas.

Então o negócio é o seguinte, que tal se a gente se observar, anotar as nossas facilidades e buscar desenvolvê-las?

Imagina quanta contribuição você pode oferecer para o mundo!

E o melhor disso tudo, é que a gente pode se desenvolver em várias áreas. Os talentos podem ser infinitos, você só precisa de dedicação para amadurecer cada um deles.

Que tal me contar quais são os seus talentos e o que você tem feito para desenvolvê-los?

#TenhoTalentoEm

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Raquel Ferreira

CRP 6/101759 - Graduada pela Universidade São Francisco, mestre em Ciências da Saúde pela Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo. Psicóloga clínica desde 2010, busca constante aprimoramento na abordagem analítica. Estudou Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae, frequentou grupos de estudo e supervisão teórica na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica de São Paulo e ainda, integrou o grupo de Neurociências do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Atualmente é doutoranda em Psicologia Social, pela Universidad Complutense de Madrid.

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Raquel Ferreira

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