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Vamos falar de sexualidade e Interesses sexuais Psico.Online

Descobri um novo interesse sexual e tenho dúvidas…

19 min de leitura

Descobertas e interesse sexual são assuntos que despertam muitos questionamentos e diversas dúvidas, principalmente hoje em dia, quando tudo muda tão rápido e todos têm uma opinião a dar sobre algo, seja no campo pessoal, público ou privado.

Decidir sobre algo envolve ganhos e perdas, isso é fato.

Buscar o equilíbrio entre extremos e ideologias é, talvez, tão importante quanto o fator de descoberta e, diante disso, trataremos desse assunto que envolve muita coisa, com um texto relativamente longo àqueles que você costuma encontrar aqui no Psico.Online. Vai ser algo ao estilo do post sobre Masturbação Feminina, Orgasmo e o prazer pessoal.

Vem com a gente entender um pouco mais sobre o interesse sexual?

Uma pergunta anônima chegou ao nosso ask do Tumblr e gerou essa discussão, olha só:

“Acabei ficando afim de um amigo do trabalho. Não sabia que eu tinha interesse em outros homens. Como lidar com a situação”?

Pouco tempo depois, uma chamada internacional, trazia a seguinte dúvida: “I’m 15 years old but I Don’t love myself. I want be a girl” – “Eu tenho 15 anos e não me amo, quero ser uma garota” (tradução livre).

Outro dia, mais um adolescente procurava informações, pois acreditava ser homosexual e queria entender o interesse sexual e suas relações. Continue lendo

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Homossexualidade: 5 razões para derrubar os preconceitos

4 min de leitura

Existem algumas (ou muitas) pessoas que acreditam que a homossexualidade é algo anti-natural. Pois bem, a seguir, apresentaremos 5 razões para derrubar esse conceito, ou pelo menos, pra fazerem você refletir.

1- Homossexualidade e a teoria da evolução natural

Acreditar que a espécie humana possa se extinguir com o tempo, caso a homossexualidade seja aceita de maneira natural é o mesmo que pensar que seremos “contaminados” e que assim não haverá mais a reprodução humana. Continue lendo

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Sexo anal para homens: por que não?

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Sexo anal para homens, sim!

Aposto que se você for homem vai abrir esse texto escondido dentro do banheiro e só depois de se certificar de que não tem ninguém olhando por canto algum e nenhuma câmera capaz de flagrar você se interessando por esse tema.

Homens costumam considerar o sexo anal um tema tabu.

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Professor, você é gay?

Professor, você é gay? ou Sou macho pra c****….

3 min de leitura

Professor, você é gay? Foi a pergunta que desencadeou a viralização do post do professor Vitor Fernandes no Facebook com quase 30 mil compartilhamentos e mais de 6,4 mil comentários.

O assunto já foi debatido em vários veículos de comunicação e fez muita gente pensar, questionar, apoiar e criticar a postura do professor e sua argumentação. Na grande maioria o apoio foi incondicional, dado que a resposta mostrou o quanto nossa sociedade está distante de entender o próximo.

Sua turma é composta de adolescentes, que tem a mente formada a partir do contexto social e familiar e que  embora questionem; ainda replicam muito do ambiente que os cerca, seja ele machista, feminista, hetero, homofóbico, liberal, de esquerda ou de direita.

Em todos os sentidos, dessa discussão a educação, sexual, social, com ou sem partido (isso é outro tópico para outra discussão) é a solução primária para iniciar um futuro melhor e inclusivo onde as pessoas não repliquem, mas pensem com o mínimo de pré-conceito.

Mas por que tocamos nesse assunto?

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Psico.Online Violencia Sexual Infantil

Violência Sexual Infantil: mitos, verdades e ações

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Violência Sexual Infantil é um tema pesado. É difícil de lidar para profissionais que trabalham o assunto e nem há adjetivo que meça o que passam os envolvidos: família e criança.

Alguns dos motivos que o tema é tão complicado para os profissionais na nossa infra-estrutura e ambiente são:

  • Como diferenciar uma carícia normal entre pais e filhos da sexualidade abusiva;
  • Como acreditar que um membro da família abuse de uma criança;
  • Como desvendar os segredos familiares que envolvem o abuso;
  • Como trabalhar junto às estratégias da qual o agressor lança mão para manter a vítima calada;
  • Como perceber no comportamento da criança aquilo que revela as conseqüências do abuso.
  • Como não piorar uma situação sendo que ela já é tão delicada?

Mas não é possível ficar calado ou negligenciar tamanho ato covarde. E cultura, informação e ações são imprescindíveis para lidar e saber como se portar diante de uma situação inesperada.

Adultos responsáveis, pais precisam entender e estar atentos a sinais e também a revelações da crianças não ignorando e negligenciando e também não incentivando, mesmo sem querer, a ação.

Ensine seu filho ou sua filha a ficar atendo mas não dê nomes: não fale: se o vovô fizer mal ou “se o papai tocar em você”. Explique que se um adulto fizer isso e que se ela se sentir incomodada deve contar imediatamente para outro adulto.

Você deve prestar atenção aos momentos da relação que acontecem quando a criança/adolescente relata o abuso sofrido.

Normalmente são momentos especiais e inesperados, onde precisamos estar preparados para ajudar. A revelação pode ocorrer em situações como: a criança relatar uma frase desconexa sobre sexo na rodinha da creche (“…o pipi do meu pai é grande e machuca…”), ou relatar sua vitimização para alguém que confia.

Mitos sobre a Violência Sexual Infantil

A Violência Sexual Infantil é rara.

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Luxúria e seus efeitos negativos

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A luxúria é a energia contaminada e usada pelos sentimentos negativos e pelo egoísmo para dominar e seduzir o outro.

A luxúria é um desvio do poder erótico, cuja força tem potencial revigorante quando bem usado. Ela é muito ampla e é a rainha deste mundo. Ela quer fazer do outro o seu escravo.

As filhas da luxúria são muitas, mas dentre elas está a possessividade e o ciúme, bem como todos os joguinhos de sedução e poder.

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Será que sabemos compreender e aceitar?

1 min de leitura

Será que sabemos compreender e aceitar? Os outros, nós mesmos, a vida? Ao invés de julgar?

Temos medo. Sejamos sinceros. Adentramos na profundidade de algo, que sem conhecer, rejeitamos, nos aterroriza. Ocorre diariamente.

Se não gostamos de algo, não paramos para tentar compreender o porquê ou aceitar.

É como se não tivéssemos tempo para perder com isso. Seja com a orientação sexual, a religião, a política. É muito mais fácil rejeitar a questão, enfeitando-a com todos os tipos de argumentos que não são frutos de compreensão própria. Ao invés de nos informarmos. Isso é algo muito perigoso.

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