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Vínculos tóxicos - Família laços de amargor

Vínculos tóxicos – Família laços de amargor

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Os vínculos tóxicos: é comum no consultório, ouvindo os relatos dos pacientes, ou mesmo em nosso dia a dia, nos depararmos com um amigo, primo, colega de trabalho, enfim, alguém que percebemos ser uma pessoa com muitas qualidades, uma pessoa como podemos dizer… “do bem” sendo “usada”, “manipulada”, “escravizada” por outras pessoas.

Ficamos perplexos e se temos intimidade perguntamos: como você aguenta? Não vai falar nada? Fazer nada? E de repente … o silêncio misturado com a vergonha se rompe em uma justificativa paralisante…

“Então, é minha mãe, ou meu pai, meu irmão, minha filha, minha esposa, meu marido…”

Como se estes laços sanguíneos ou no caso do casamento, “de papel passado”, justificassem os abusos psicológicos e até físicos sofridos por muitos. Laços familiares que estão mais para correntes de aço, que te prendem, sufocam e que te matam aos poucos. Continue lendo

medo, medos, dor nas costas, costas travadas, lombar

Quando o medo trava tudo

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Esse é um texto sobre a quase falta de idéias, sobre quando as costas travam, o pescoço trava, o raciocínio trava.

Tenho exatos 36 minutos pra escrever um texto antes de começar a “trabalhar”. Tive um dia intenso, que começou bem cedo e vai terminar bem tarde. Um dia daqueles muito produtivos, que você acorda com frio na barriga (e no meu caso no resto do corpo também, porque estou vivendo o outono) e sabe-se lá como vai terminar. Continue lendo

A culpa não é minha pois é a sua responsabilidade

4 min de leitura

A culpa não é minha, é sua! Foi quase essa a frase que “li”. Aconteceu outro dia, recebi a culpa por uma responsabilidade que não era minha e, a dona da responsabilidade, deixou claro que o problema não era dela.

Já falamos da culpa em outro sentido por aqui, que ela envenena a alma. Então…

Se não era dela, e estávamos em um diálogo, era minha. Aceitei. Naquele momento os prós e os contras diziam para não continuar uma discussão com alguém que não estava se percebendo. A culpa não é minha…

O caso foi simples: entrei em um novo grupo do Facebook; daqueles que você troca informações sobre um determinado tipo de assunto para qual o grupo fora criado.

Escrevi um post me apresentando e nesse mesmo post indiquei uma página falando algo fora do assunto (off topic) enquanto me apresentava e tentava me enturmar.

O post foi apagado. Continue lendo

auto-cobrança, respeito, olhar no horizonte

Auto-cobrança e o peso do mundo nas costas

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Auto-cobrança, como anda a sua?

Faz tempo que precisava escrever em resposta à uma Caixa de Segredos, mas não me sobrava tempo pra refletir direito sobre isso e eu, inclusive, comecei a me cobrar muito por não ter feito até então, esse texto.

Vamos lá, primeiro quero falar sobre a cobrança da sociedade, aquela sob a qual nascemos, crescemos e vivemos.

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verdade, mentira, água agitada, agitar a água

Verdade, mentira e o agitar de águas

3 min de leitura

Verdade, mentira, pequenos e grandes detalhes…

Existem coisas que você gosta de ouvir e outras que não. As mentiras se estiverem bem vestidas, gostamos de ouvir, as verdades nuas nos custam mais, é como se agitassem a nossa água.

Por exemplo, uma mulher diz à outra: “O que você faz para ter essa beleza? Você está tão conservada, tão bonita e teus olhos estão tão cheios de brilho.”

Esta frase não parece dolorosa, ainda que a beleza de tal mulher poderia, seguramente, ser discutida.  Continue lendo

assumir a responsabilidade

Responsabilidade ou auto-responsabilidade

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Sobre responsabilidade e plenitude: Na semana passada durante a Virada Zen, eu tive a honra de ouvir o querido Sri Prem Baba e um pouco de seus ensinamentos. Ele falava sobre como nos colocamos exatamente em cada situação que vivemos, à princípio pode parecer sem sentido você ter querido sofrer, por exemplo, mas quando paramos pra observar e aceitamos o fato, faz muito sentido.

Se formos capazes de assumir a responsabilidade por nossas escolhas, as boas e as más, podemos transformar qualquer circunstância negativa, mas para isso precisamos nos abrir.

Muitas vezes nos encontramos na repetição de más situações e nos questionamos sobre o por quê e nos vitimizamos. Esquecemos ou nem sabemos que é preciso nos conscientizar de nossa negatividade e deixar de acreditar que o outro é o responsável pelo nosso sofrimento.

Depois precisamos buscar a compreensão do motivo pelo qual nos colocamos alí: precisamos aprender algo, precisamos buscar respostas diferentes, nos boicotamos? Perceba a intencionalidade de suas atitudes.
Um vaso não cai da janela por culpa do vento… já pensou sobre isso?

Observe a extensão do dano que sua atitude causa. Atinge só à você, espirra em mais alguém? Era pra ferir alguém e sobrou pra você? Conseguiu perceber algo? Não se culpe, assuma a responsabilidade pela situação e interrompa esse jogo, use toda a sua positividade e força de vontade.

Reeduque-se a observar suas atitudes e intenções, reeduque-se a ser mais positivo e a querer o bem (o seu e o do outro). Conecte-se com o seu Eu Interior e assuma as rédeas de sua vida. E se acha que não consegue se observar sozinho, procure a ajuda de um psicólogo, ele te fará perceber-se e o ajudará a ser mais pleno e feliz e a assumir a responsabilidade da sua própria existência!

Você vai perceber que ao assumir as responsabilidades, sua vida se abre e a compreensão de tudo que lhe acontece fica muito mais leve e fácil de ser modificada, se preciso for.

Leia mais sobre responsabilidade
http://www.ipe-instituto.org.br/index.php/educacao/904-instituto/biblioteca-de-palestras/506-assumindo-responsabilidades 

Atenção:

Em breve faremos o lançamento do site e gostaríamos muito de avisar você visitante. O site Psico.Online será uma plataforma inovadora para encontrar e falar com um psico. Preencha seus dados abaixo e continue prestigiando nossos posts! 🙂

casal sentado no trilho com coração partido

Da Traição

2 min de leitura

Traição: andei debruçada sobre este assunto, antes de mais nada sei que isso não costuma ser visto como mérito algum e de fato não é. O mérito que há é o de você conseguir ser coerente neste momento, não estou falando conivente, mas coerente com você, com a sua história, com a história de vocês e não dar a ela o trágico final esperado. Se for de sua vontade e se estiver preparada para por um ponto final… parabéns! Você passou de nível nesta vida, mas traicaorespeite-se, não se entregue às cenas de folhetim, não se entregue ao sentimento de vingança que irá lhe atacar, não se entregue à tristeza, não se entregue ao sentimento de culpa que você muito possivelmente irá atrair na intenção de diminuir o objeto da sua dor.

Racionalizando: racionalizando sobre, descobri que existem fatores quase matemáticos que explicam à você a grande pergunta… Por quê? Por que ele me traiu? Por que ele estragou tudo? Por que se a nossa música era linda, se nosso primeiro, segundo e trigésimo encontros foram perfeitos? Se o nosso casamento era perfeito, por quê?

Porque ele(a) não te traiu, apenas descobriu o que deveria ter descoberto antes de qualquer relacionamento… agora sabe que pode existir, independente de você e não é todo mundo que consegue ter essa consciência e vivencia-la de uma forma saudável. Todos deveriam descobrir-se senhor de seu destino antes de se relacionarem, assim, quando em um relacionamento, já teriam plena consciência de sua condição de escolha e não se deslumbrariam como crianças para um novo brinquedo, saberiam que brincavam daquilo que escolheram e não delegariam ao outro as responsabilidades de suas opções.

Alguns já se aperceberam desse “fator libertador,” mas foram cegados pela paixão e quando esmorecem os efeitos desta, se não houver um amor construído, as coisas podem tomar novos rumos.

Administrando perdas: Uma das coisas mais cruéis do fim de um relacionamento, é que ele meio que arruina de imediato os filmes, livros, lugares, amigos e músicas que vocês compartilhavam e para isso eu tenho uma boa dica: ao invés de fugir das coisas e espernear coraçãoquando cruzar com elas, associe-as à outras pessoas e eventos, se agora não dá não tem problema, escute a música de vocês, lembre-se do que era bom, se for pra chorar vivencie essa dor logo, para que ela dê lugar a novos sentimentos.

Seguindo esses passos chegará a um lugar que não imaginava chegar. É quase como a iluminação para o budismo (risos), um lugar lindo, novo e cheio de oportunidades de ser feliz… Um lugar onde cabe felicidade, renovação e até perdão se você assim desejar. Um lugar chamado futuro.

Eu aprendi que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito
William Shakespeare

Por Rosemeri Martins – Estudante de Psicologia

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