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Introvertido e suas habilidades fantásticas

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Numa sociedade que prega cada vez mais a socialização, a importância dos grupos e a extroversão, ser introvertido é quase um pecado capital, mas você sabia que a introversão também carrega incríveis características e que se ela for respeitada pode, inclusive, produzir resultados incríveis na sociedade?

As pessoas introvertidas costumam sofrer bastante, pois constantemente são incentivadas a interagir e a agir de maneira que a elas é muito custoso. Então, hoje a gente trouxe esse vídeo, pra você saber que essas pessoas tem habilidades e talentos incríveis e deveriam ser incentivadas a a celebrá-los.  Continue lendo

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Quero tudo do meu jeito e quero agora

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Recebemos uma Caixa de Segredos. O desabafo começa mais ou menos assim: “eu quero tudo do meu jeito e quando não acontece, eu me frustro”. Quando eu li isso me lembrei de um texto que já havíamos escrito, sobre expectativas e pensei em só mandar o link pra pessoa, mas depois refletindo melhor, pensei também que falar sobre expectativas e frustrações nunca é demais e, principalmente se isso envolve uma outra pessoa, a pessoa que a gente escolheu pra viver a vida junto com a gente.

Então, pessoas queridas, vamos falar sobre relacionamento, expectativas, desejos, frustrações, realidades e algumas verdades. Continue lendo

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Os valores e a importância que não damos à eles

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Será que vale mesmo a pena falarmos de valores? Parece algo tão ultrapassado, em desuso…

Mas obviamente já conhecem a minha resposta. Sim! Sempre é tempo de se falar de valores, de tentar resgatá-los e tornar o mundo melhor.

A exposição constante a diversas situações que experimentamos diariamente, faz com que pareça difícil que muitos de nossos valores resistam. E isso não se passa só com os mais jóvens. A difusão da falta de valores está em diversos meios de comunicação, nas redes sociais e nos velhos jornais, cheios de conteúdos reprováveis e que atentam contra a dignidade humana, mas que se tornam o pão nosso de cada dia. Continue lendo

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Maus tratos e a raiva nossa de cada dia

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Hoje me deparei com uma matéria sobre uma mãe que maltratava e deixava que outras pessoas abusassem de sua filha de 7 anos. Ao ler, minha primeira reação foi de raiva, assim como a da maioria das pessoas. Dá um nó na garganta, uma vontade de vomitar, de esganar uma pessoa dessas.

Mas ao final da matéria eu estava compadecida dessa mãe, pensando nos motivos que a levaram a permitir e a cometer tamanha atrocidade. Continue lendo

Professor, você é gay?

Professor, você é gay? ou Sou macho pra c****….

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Professor, você é gay? Foi a pergunta que desencadeou a viralização do post do professor Vitor Fernandes no Facebook com quase 30 mil compartilhamentos e mais de 6,4 mil comentários.

O assunto já foi debatido em vários veículos de comunicação e fez muita gente pensar, questionar, apoiar e criticar a postura do professor e sua argumentação. Na grande maioria o apoio foi incondicional, dado que a resposta mostrou o quanto nossa sociedade está distante de entender o próximo.

Sua turma é composta de adolescentes, que tem a mente formada a partir do contexto social e familiar e que  embora questionem; ainda replicam muito do ambiente que os cerca, seja ele machista, feminista, hetero, homofóbico, liberal, de esquerda ou de direita.

Em todos os sentidos, dessa discussão a educação, sexual, social, com ou sem partido (isso é outro tópico para outra discussão) é a solução primária para iniciar um futuro melhor e inclusivo onde as pessoas não repliquem, mas pensem com o mínimo de pré-conceito.

Mas por que tocamos nesse assunto?

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Psico.Online Violencia Sexual Infantil

Violência Sexual Infantil: mitos, verdades e ações

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Violência Sexual Infantil é um tema pesado. É difícil de lidar para profissionais que trabalham o assunto e nem há adjetivo que meça o que passam os envolvidos: família e criança.

Alguns dos motivos que o tema é tão complicado para os profissionais na nossa infra-estrutura e ambiente são:

  • Como diferenciar uma carícia normal entre pais e filhos da sexualidade abusiva;
  • Como acreditar que um membro da família abuse de uma criança;
  • Como desvendar os segredos familiares que envolvem o abuso;
  • Como trabalhar junto às estratégias da qual o agressor lança mão para manter a vítima calada;
  • Como perceber no comportamento da criança aquilo que revela as conseqüências do abuso.
  • Como não piorar uma situação sendo que ela já é tão delicada?

Mas não é possível ficar calado ou negligenciar tamanho ato covarde. E cultura, informação e ações são imprescindíveis para lidar e saber como se portar diante de uma situação inesperada.

Adultos responsáveis, pais precisam entender e estar atentos a sinais e também a revelações da crianças não ignorando e negligenciando e também não incentivando, mesmo sem querer, a ação.

Ensine seu filho ou sua filha a ficar atendo mas não dê nomes: não fale: se o vovô fizer mal ou “se o papai tocar em você”. Explique que se um adulto fizer isso e que se ela se sentir incomodada deve contar imediatamente para outro adulto.

Você deve prestar atenção aos momentos da relação que acontecem quando a criança/adolescente relata o abuso sofrido.

Normalmente são momentos especiais e inesperados, onde precisamos estar preparados para ajudar. A revelação pode ocorrer em situações como: a criança relatar uma frase desconexa sobre sexo na rodinha da creche (“…o pipi do meu pai é grande e machuca…”), ou relatar sua vitimização para alguém que confia.

Mitos sobre a Violência Sexual Infantil

A Violência Sexual Infantil é rara.

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Peleumonia, preconceito e a onda de ódio

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Peleumonia é um termo que não está no dicionário, mas está na boca do povo. Na boca do povo de diversas maneiras, seja como vocabulário rotineiro, seja pelos últimos acontecimentos, envolvendo um médico imaturo.

Quando comecei a ler sobre o caso, lembrei de uma música que ilustra tão bem essa gente que tem um vocabulário próprio, como a poetisa Josilene, do Teatro Mágico. Continue lendo

como eu era antes de você, cena de filme, dançando na cadeira de rodas

Como eu era antes de você: sobre o respeito

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Eu acabo de sair de uma sessão de cinema, assisti “Como eu era antes de você”, costumo chorar vendo qualquer tipo de coisa, de propaganda do dia das mães à cenas de guerra, mas dessa vez chorei um bocado à mais.

O texto vai parecer um desabafo pessoal, mas como psico, às vezes acho legal compartilhar essas reflexões com meus pacientes e aproveitando o blog, vou estender o compartilhamento.

Enfim, saí do cinema refletindo sobre meu choro e sobre o filme, como sempre faço e a conclusão foi:

Como é difícil deixar prevalecer o respeito à vontade do outro, mesmo ou principalmente, quando existe amor.

Como eu era antes de você

Sem querer dar spoiler pra quem ainda não viu, mas já dando, Lou precisa enfrentar talvez a mais difícil situação de sua vida. Will sofreu um acidente que o paralisou e depois de um tempo ele quer cometer eutanásia, tema que vale um post.

Ela se apaixonou por ele (e ele por ela) e não quer que ele leve a ideia adiante, mas “não se pode mudar quem as pessoas são”. Assim, surge a minha reflexão sobre respeitar o outro, respeitar escolhas que são diferentes das nossas, respeitar mudanças de planos, rumos diferentes.

O amor deveria ser sinônimo de respeito, mas em algum momento a gente bagunça as coisas e o amor vira sinônimo de egoísmo, da minha vontade sobre a sua. Do que eu acho melhor em detrimento da sua ideia.

O amor é livre e se você não consegue pensar assim, talvez passe parte da sua vida em completo sofrimento.

Espero e desejo que possa um dia ter o mais pleno amor, pelo outro, mas principalmente, por você!

Espero que possa experimentar desse amor livre, que não julga, nem oprime. Que não enclausura e nem impõe. Espero que você possa gozar da plenitude do amor, sinônimo de respeito e de compreensão.

O amor não faz sofrer, Lou não sofre depois que compreende, ela apenas respeita, ama e mais nada.

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Violência contra idosos

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Hoje é o Dia mundial de conscientização da violência contra idosos e nós precisamos falar sobre isso.

Claro que não é uma daquelas datas em que a gente comemora alguma coisa, até porque os números mostram um cenário assustador no mundo, onde cerca de 5 a 10% da população idosa sofre algum tipo de violência física visível ou invisível. Fala sério, né?!

Violência contra idosos é crime!

Esse dia serve pra que a gente reflita sobre como tratamos os mais velhos, aqueles super experientes e com muitas histórias pra contar. Como você tem tratado seus avós, por exemplo? Serve pra gente pensar em políticas ou meios de ajudar e proteger a quem precisa e facilitar a vida de quem já fez tanto por nós.

Lembre-se de que o idoso precisa de cuidados e não de agressões, às vezes é difícil lidar com as limitações ou as regressões que a terceira idade traz, mas se esse for o caso, procure ajuda, pois existem cuidadores especializados em geriatria e existem terapeutas, psicólogos e psicólogas que também são especialistas em ajudar os velhinhos e em ajudar os mais novos à lidarem com a situação também.

E olha só, saiba que a violência pode ser de vários tipos e se liga aí pra ver se você não comete nenhuma delas, mesmo que “sem querer”:

  • Violência física: maus tratos, tapas, beliscões, socos, pontapés, agressões com cintos, armas brancas (facas, estiletes) ou armas de fogo;
  • Violência sexual: qualquer tipo de situação em que se use força física e/ou psicológica para a prática de experiências sexuais;
  • Violência psicológica: menosprezo, desprezo, discriminação, desrespeito verbal ou gestual que cause a humilhação, restrição ou isolamento do idoso;
  • Violência econômico-financeira: uso indevido e ilegal, sem consentimento, dos bens financeiros e patrimônios do idoso;
  • Negligência/abandono: omissão nos cuidados básicos físicos e/ou psicológicos do idoso.

Se você conhece alguém que precisa de ajuda para sair da situação de violência contra o idoso, ou algum idoso que sofra violência, pode discar 100 e denunciar, esse é o telefone da Secretaria de Direitos Humanos.

mudar o outro, mudar alguém, marionete,

Mudar o outro

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Quantas vezes você já quis mudar o outro? Mudar o amigo, a irmã, o chefe? Pois saiba que mudar alguém é impossível, a não ser que esse alguém queira mudar.

Eu sei que tem pessoas que nós conhecemos e temos a certeza absoluta do que seria melhor pra elas, pessoas que comem mal, tem atitudes estranhas, pensamentos esquisitos. Daí, claro, vem aquele desejo de ajudar essa pessoa a ser melhor, mas quando tentamos falar alguma coisa, tudo o que recebemos em troca é uma patada, daquelas que doem na alma. Continue lendo

casal sentado no trilho com coração partido

Da Traição

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Traição: andei debruçada sobre este assunto, antes de mais nada sei que isso não costuma ser visto como mérito algum e de fato não é. O mérito que há é o de você conseguir ser coerente neste momento, não estou falando conivente, mas coerente com você, com a sua história, com a história de vocês e não dar a ela o trágico final esperado. Se for de sua vontade e se estiver preparada para por um ponto final… parabéns! Você passou de nível nesta vida, mas traicaorespeite-se, não se entregue às cenas de folhetim, não se entregue ao sentimento de vingança que irá lhe atacar, não se entregue à tristeza, não se entregue ao sentimento de culpa que você muito possivelmente irá atrair na intenção de diminuir o objeto da sua dor.

Racionalizando: racionalizando sobre, descobri que existem fatores quase matemáticos que explicam à você a grande pergunta… Por quê? Por que ele me traiu? Por que ele estragou tudo? Por que se a nossa música era linda, se nosso primeiro, segundo e trigésimo encontros foram perfeitos? Se o nosso casamento era perfeito, por quê?

Porque ele(a) não te traiu, apenas descobriu o que deveria ter descoberto antes de qualquer relacionamento… agora sabe que pode existir, independente de você e não é todo mundo que consegue ter essa consciência e vivencia-la de uma forma saudável. Todos deveriam descobrir-se senhor de seu destino antes de se relacionarem, assim, quando em um relacionamento, já teriam plena consciência de sua condição de escolha e não se deslumbrariam como crianças para um novo brinquedo, saberiam que brincavam daquilo que escolheram e não delegariam ao outro as responsabilidades de suas opções.

Alguns já se aperceberam desse “fator libertador,” mas foram cegados pela paixão e quando esmorecem os efeitos desta, se não houver um amor construído, as coisas podem tomar novos rumos.

Administrando perdas: Uma das coisas mais cruéis do fim de um relacionamento, é que ele meio que arruina de imediato os filmes, livros, lugares, amigos e músicas que vocês compartilhavam e para isso eu tenho uma boa dica: ao invés de fugir das coisas e espernear coraçãoquando cruzar com elas, associe-as à outras pessoas e eventos, se agora não dá não tem problema, escute a música de vocês, lembre-se do que era bom, se for pra chorar vivencie essa dor logo, para que ela dê lugar a novos sentimentos.

Seguindo esses passos chegará a um lugar que não imaginava chegar. É quase como a iluminação para o budismo (risos), um lugar lindo, novo e cheio de oportunidades de ser feliz… Um lugar onde cabe felicidade, renovação e até perdão se você assim desejar. Um lugar chamado futuro.

Eu aprendi que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito
William Shakespeare

Por Rosemeri Martins – Estudante de Psicologia

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