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O perdão não é sentimento, é uma decisão

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A menos que você roube as pessoas, e se identifique com o crime, sem dúvidas você desaprova o ladrão que te leva a bolsa quando o semáforo está fechado, ou que te subtrai o carro no estacionamento do shopping.

O crime e o criminoso estão inseridos dentro de um padrão de conduta inaceitável socialmente, digno de repulsa, de ódio e de condenação.

Em outro cenário, se eu lhe perguntar qual sua posição quanto à traição conjugal, principalmente se você aposta todas suas fichas em um relacionamento afetivo, e nele canaliza seus sonhos, energias, economias e o planejamento da sua vida, invariavelmente sua resposta será de repúdio, inconformismo, nojo.

Pois bem, assim como o comportamento do ladrão e do traidor, vários outros atores sociais estão sujeitos a nos despertar para uma infinidade de sentimentos ruins, que comumente nos levam à ânsia de vingança, revanche, cobrança do débito, desejo de justiça, entre tantos outros.

Quando o ladrão age ele nos tira um bem material, que pelo direito conferido por investimento financeiro, é nosso; assim como na ação de traição conjugal, a parte infiel retira a segurança e dilacera com a reserva moral daquele que idealiza a fidelidade do parceiro ou da parceira.

Para estes dois casos, e outros tantos de desdobramentos análogos, existem dinâmicas que vão de encontro à nossa segurança, ao nosso bem-estar ou ao nosso direito de propriedade. Para todas estas situações, há apenas duas maneiras de enfrentamento: A Incriminação ou o Perdão. (mais…)

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Emoções básicas

Emoções servem para…

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Quem já assistiu o filme Divertidamente sabe que temos algumas emoções básicas que foram bem representadas no filme: felicidade, tristeza, nojo, raiva e medo; embora no filme, das emoções básicas, tenham suprimido a surpresa. Mas emoções são bem mais que isso. São importantes sinais sociais que tem a mesma raiz “mover”, mas e dai?

Emoção, motivação, ação, movimento; as emoções enviam mensagens físicas que nos possibilitam agir e reagir ao ambiente. Elas ajudam ainda na comunicação, voluntária e involuntária. (mais…)

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rancor, raiva, ressentimento

O rancor e seus efeitos colaterais

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“O rancor é um sentimento retido, que ficou estancado em nós e que de alguma maneira não dá espaço para outros tipos de sentimentos”, é o que afirma o psicólogo Sergio García.

Isso faz com que nos fixemos “em qualquer ação da outra pessoa para nos colocarmos contra ela” e ainda, faz com que se crie uma nuvem em nossa mente “com pensamentos muito negativos sobre pessoas muito próximas de nós”.

“Mais do que ter a ver com eles, tem a ver com eu não ter passado para a próxima fase e sigo, de alguma maneira, com um espinho cravado, de maneira que sempre interrompo o que seria um desenvolvimento positivo na relação”, detalha o psicólogo. (mais…)

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A inutilidade do ressentimento

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O ressentimento consiste em reviver um sentimento e o que o provocou, repetidas vezes, causando danos à si e em algumas situações, também à outros.

Não é neutro. Revivemos de uma forma que nos afeta emocional e fisicamente. É provavelmente um dos impedimentos mais devastadores para perdoar e seguir adiante.

O ressentimento nos faz enxergar a vida de forma negativa.

O ressentimento pode se transformar numa forma de viver, de pensar e de se relacionar, bastante negativa e triste. (mais…)

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Insegurança, medo, raiva, solidão

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Insegurança, medo, raiva, solidão… são sentimentos que todos nós já tivemos um dia.

Mas você sabia que eles podem causar grandes prejuízos à sua vida?

Pois é! Esse texto vai em resposta a mais uma Caixa de Segredos. A pessoa que nos escreveu, relata estar sempre sozinha, diz não gostar de algumas pessoas e se sente “imperfeita”. Acontece que talvez você esteja se afastando das pessoas. (mais…)

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Sobre a torrada cair sempre com a geléia pra baixo: uma questão de atitude

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Atitude, vamos falar de atitude.

atitude - torrada pra baixo

Toda manhã eu pego a torrada, aplico delicadamente a geléia e com cuidado vou colocando uma a uma no prato, mas claro, toda manhã, uma cai da minha mão, com a bendita geléia virada pra baixo! E hoje não foi diferente, mas diferente foi a reflexão:

Quando uma coisa chata nos acontece temos SEMPRE duas opções, olhar com raiva, decepção, desespero ou olhar com calma, respirar fundo, enxergar o que há de bom, agir de uma maneira mais positiva. Decidi não me zangar pela torrada espatifada no chão e assim pude perceber que se passar a geléia com a torrada já no prato, ela não vai cair. Olha só, uma atitude mais positiva e uma resolução incrível aparece.

Então eu te convido hoje, a não se zangar pela “geléia no chão”, mas respirar, inspirar, expirar e colocar no lugar da raiva uma atitude ou um pensamento positivo. Vamos ver o que acontece? E daí você pode contar pra gente a sua experiência, que tal?!

Confira algumas dicas para uma atitude positiva:

  • Nunca responda e cabeça quente e saiba que você quase nunca precisa responder na hora.
  • Fale em um tom de voz agradável, evite alterar-se.
  • Perceba que em situações negativas você pode encontrar coisas boas.
  • Não personalize a mensagem.
  • Você é mais que pensamentos e comportamentos.

 

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