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Acordar para a vida

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Acordar para a vida, todos os dias nos levantamos  e ao olharmos à nossa volta, muitas vezes, acabamos constatando que estamos descontentes com a situação em que nos encontramos e o lugar que ocupamos no mundo.

Devido às adversidades da vida, a tendência do ser humano é focar sempre nos problemas que o rodeiam, potencializando os sentimentos negativos como angústia e frustração.

Tudo acaba virando motivo de reclamação e a rotina acaba tornando-se avassaladora e destruidora de nossa essência e consequentemente passamos a ver somente o lado negativo das situações, das pessoas. Com um olhar pessimista, nos limitamos á enxergar apenas o lado ruim de todas ocasiões, acentuando o sentimento de insatisfação, angústia e vazio.

Para algumas pessoas, acordar é um grande pesadelo, os problemas e conflitos ocupam um lugar tão grande que impedem o ser humano de buscar soluções, enfrentamento diante das circunstâncias e motivação para reverter a situação. Continue lendo

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Em busca da felicidade (pelo caminho errado)

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“Muitas pessoas perdem pequenos momentos de felicidade enquanto buscam grandes alegrias”. – Pearl S. Buck

Quantas vezes você desejou ter uma nova chance para poder dizer ou fazer algo de uma outra maneira?

Nesse momento é como se a gente percebesse que fez a escolha completamente errada e fosse tomado por um arrependimento gigantesco e tudo o que faz sentido agora é lamentar pela escolha e sofrer as consequências do erro. Acontece que a gente esquece de que a vida é uma constante história sendo escrita e que os erros fazem parte do nosso aprendizado, para que possamos, na sequência, acertar! Continue lendo

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Ser ou ter: eis a questão

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Ser ou ter? Eis aí uma questão frequente no nosso cotidiano e que às vezes, nem percebemos.

Um estudo atrás do outro, tem demonstrado que o foco na aquisição de coisas nos faz infelizes, danifica nossas relações, aumenta os sentimentos de isolamento e insegurança, diminuem a resiliência e prejudicam nossa saúde mental.

Nada disso é uma surpresa, mas o certo é que temos vivido numa sociedade saturada de mensagens e imagens que nos empurram a pensar que uma vida valiosa é sinônimo de possuir coisas caras. Como podemos mudar isso?

Um recente artigo do psicólogo T. Kesser na Scientific American afirma que é possível. Em um dos estudos conduzidos por sua equipe, uma intervenção realizada para estimular um menor foco em metas materialistas foi testada em adolescentes, comparados com um grupo controle, aqueles que participaram do programa foram menos materialistas e melhoraram sua auto-estima durante os meses seguintes. Em outras palavras, o consumismo pode ser gerenciado, diminuido, por meio de um esforço consciente.

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Amor próprio ou quando me amei de verdade

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Vamos falar um pouquinho sobre amor próprio? Vem com a gente!

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar correto e no momento exato. E, então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem um nome, AUTOESTIMA.

Quando me amei de verdade pude perceber que minha angústia e meu sofrimento emocional não passam de sinais de que estou indo contra minhas próprias verdades. Hoje sei que isso é, AUTENTICIDADE. Continue lendo

assumir a responsabilidade

Responsabilidade ou auto-responsabilidade

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Sobre responsabilidade e plenitude: Na semana passada durante a Virada Zen, eu tive a honra de ouvir o querido Sri Prem Baba e um pouco de seus ensinamentos. Ele falava sobre como nos colocamos exatamente em cada situação que vivemos, à princípio pode parecer sem sentido você ter querido sofrer, por exemplo, mas quando paramos pra observar e aceitamos o fato, faz muito sentido.

Se formos capazes de assumir a responsabilidade por nossas escolhas, as boas e as más, podemos transformar qualquer circunstância negativa, mas para isso precisamos nos abrir.

Muitas vezes nos encontramos na repetição de más situações e nos questionamos sobre o por quê e nos vitimizamos. Esquecemos ou nem sabemos que é preciso nos conscientizar de nossa negatividade e deixar de acreditar que o outro é o responsável pelo nosso sofrimento.

Depois precisamos buscar a compreensão do motivo pelo qual nos colocamos alí: precisamos aprender algo, precisamos buscar respostas diferentes, nos boicotamos? Perceba a intencionalidade de suas atitudes.
Um vaso não cai da janela por culpa do vento… já pensou sobre isso?

Observe a extensão do dano que sua atitude causa. Atinge só à você, espirra em mais alguém? Era pra ferir alguém e sobrou pra você? Conseguiu perceber algo? Não se culpe, assuma a responsabilidade pela situação e interrompa esse jogo, use toda a sua positividade e força de vontade.

Reeduque-se a observar suas atitudes e intenções, reeduque-se a ser mais positivo e a querer o bem (o seu e o do outro). Conecte-se com o seu Eu Interior e assuma as rédeas de sua vida. E se acha que não consegue se observar sozinho, procure a ajuda de um psicólogo, ele te fará perceber-se e o ajudará a ser mais pleno e feliz e a assumir a responsabilidade da sua própria existência!

Você vai perceber que ao assumir as responsabilidades, sua vida se abre e a compreensão de tudo que lhe acontece fica muito mais leve e fácil de ser modificada, se preciso for.

Leia mais sobre responsabilidade
http://www.ipe-instituto.org.br/index.php/educacao/904-instituto/biblioteca-de-palestras/506-assumindo-responsabilidades 

Atenção:

Em breve faremos o lançamento do site e gostaríamos muito de avisar você visitante. O site Psico.Online será uma plataforma inovadora para encontrar e falar com um psico. Preencha seus dados abaixo e continue prestigiando nossos posts! 🙂

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Plenitude ou sobre estar conectado

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Buscamos a plenitude o tempo todo, seja no trabalho, na família, na sociedade, mas nem sempre nos damos conta de que facilmente nos perdemos e desconectamos de nós mesmos.

Estar presente, viver cada segundo, aproveitar as circunstâncias e perceber os sinais fará com que você se sinta mais feliz e com certeza, mais saudável.

A plenitude pode ser conquistada facilmente, desde que você esteja sempre atento

Um bom começo para conectar-se consigo é perguntar: quem sou eu? Certamente as primeiras respostas serão sobre o que você gostaria de ser, acredita que é, mas no fundo nem chega perto. Nos enganamos à respeito de nós mesmos, lançamos ao mundo uma máscara, um personagem e vivemos cansados por ter que dar vida à algo que esconde o nosso verdadeiro eu o tempo todo.

Agora aquiete sua mente, observe a si e perceba o quão afastado da realidade se encontra, avalie seus pensamentos, seus medos, seus sentimentos, suas emoções. Vá aos poucos tirando as camadas de lama que encobrem o seu coração e a sua verdadeira essência. Aproxime-se da verdade, contemple o seu mais puro eu interior e quando começar a compreender e tiver firmeza no que está sentindo, terá realmente chegado ao núcleo, à sua essência mais plena, verdadeira e conectada com o Universo.

Vamos dar mais uma ajuda e compartilhar um link que mostra alguns sinais de que nos desconectamos de nós mesmos, coisas simples, mas que fazem muito sentido, como por exemplo, trocar de humor o tempo todo, brigar sem motivo, sentir-se acelerado, desmotivado e ficar doente com mais facilidade.

E ainda, se você acredita estar longe da plenitude e precisa de ajuda, um psicólogo terá muito prazer em ajudá-lo e nós do psico.online podemos te indicar ótimos profissionais 😉

Em breve teremos novidades sobre atendimentos que facilitarão o seu encontro e a sua conexão consigo, fique atento!

Perdoar, eita como é difícil

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Você sabia que perdoar é um fenômeno que acontece no nível da alma? Pois é!
O perdão nasce da compreensão, ou seja, se você diz que perdoou, mas o seu coração ainda não está totalmente aberto, esquece, saiba que você tá caindo numa grande armadilha.

O perdão tem etapas, você começa buscando um entendimento intelectual da situação, até que aos poucos você vai se aproximando da compreensão do fenômeno. Aí você abre mão da mágoa, dos pensamentos ruins, dos planos de vingança e como numa mágica, o seu coração se abre. Uma dica, estar indiferente a alguém NÃO significa perdão!

O perdão não precisa de palavras para acontecer, mas se você achar necessário, pode fazer um ritual, ter uma conversa, isso às vezes é uma libertação pra você e pra quem ouve, mas nem sempre o outro estará aberto a te ouvir. Então, se for o caso, você vai precisar resolver isso sozinho, aí dentro de você. Geralmente, conversar com alguém sobre isso ajuda muito, um psicólogo, por exemplo, é uma ótima pedida!

E só pra constar, o perdão ilumina a gratidão, a gratidão ilumina o amor, o amor ilumina a liberdade e a liberdade abre os portais da vida plena. Que tal perdoar hoje?

Baseado no livro “Siga o Mestre – Ed. Clarear”