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Emoções básicas

Emoções servem para…

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Quem já assistiu o filme Divertidamente sabe que temos algumas emoções básicas que foram bem representadas no filme: felicidade, tristeza, nojo, raiva e medo; embora no filme, das emoções básicas, tenham suprimido a surpresa. Mas emoções são bem mais que isso. São importantes sinais sociais que tem a mesma raiz “mover”, mas e dai?

Emoção, motivação, ação, movimento; as emoções enviam mensagens físicas que nos possibilitam agir e reagir ao ambiente. Elas ajudam ainda na comunicação, voluntária e involuntária. Continue lendo

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De onde vem o medo?

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O medo é uma emoção compartilhada por praticamente todos os seres vivos. É um mecanismo de defesa que nos permite sobreviver diante das situações de ameaça. A diferença entre os humanos e os animais é que nós não nos assustamos  somente com coisas reais, mas também somos capazes de sentir medo a partir de coisas imaginárias e é isso o que faz com que meus medos sejam diferentes dos seus e em níveis diferentes.

Mas de onde vem o medo?

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Quando o medo trava tudo

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Esse é um texto sobre a quase falta de idéias, sobre quando as costas travam, o pescoço trava, o raciocínio trava.

Tenho exatos 36 minutos pra escrever um texto antes de começar a “trabalhar”. Tive um dia intenso, que começou bem cedo e vai terminar bem tarde. Um dia daqueles muito produtivos, que você acorda com frio na barriga (e no meu caso no resto do corpo também, porque estou vivendo o outono) e sabe-se lá como vai terminar. Continue lendo

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Sobre segredos, vidas secretas e afins

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Recebemos uma Caixa de Segredos nessa semana, que levei dias pensando em como colocaria uma resposta em texto.

Não porque é um assunto difícil de se falar, mas porque é um assunto com tantos tabus que daria um livro.

O segredo em questão vem de um rapaz, casado, que mantém casos extra-conjugais com outros homens e me pergunta o que deve fazer.

Minha primeira resposta é: FAÇA O QUE TE FIZER FELIZ! Mas, eu sei que precisamos entender um pouquinho o porquê dessa sua pergunta.

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estou-grávida-e-agora

Estou grávida, sou adolescente, como conto aos meus pais?

5 min de leitura

Estou grávida!

Estou grávida?

Você já fez o teste.

Você faz o teste novamente.

Você faz uma terceira vez e senta-se em algum lugar: o mundo passando a mil na sua mente. É uma inundação de emoções. Lágrimas brotam. Sorrisos. Lágrimas de novo. Um suspiro.

O fato: você, uma adolescente e grávida.

Você não planejou isso. Você pensou que tinha tomado precauções, mas você está grávida. E agora?

Para alguns adolescentes este pode ser um momento feliz, mas para outros pode parecer como o mundo está prestes a acabar. O futuro que você pensou que estava se desenrolando antes vem gritando.

Uma multidão de emoções irá competir por atenção e, em seguida, você perceberá que há uma coisa que você precisa fazer. Um frio na espinha a envolve. As palavras param em sua garganta e você quer vomitar novamente.

“Como é que eu vou contar aos meus pais?”

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Auto-cobrança e o peso do mundo nas costas

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Auto-cobrança, como anda a sua?

Faz tempo que precisava escrever em resposta à uma Caixa de Segredos, mas não me sobrava tempo pra refletir direito sobre isso e eu, inclusive, comecei a me cobrar muito por não ter feito até então, esse texto.

Vamos lá, primeiro quero falar sobre a cobrança da sociedade, aquela sob a qual nascemos, crescemos e vivemos.

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Insegurança, medo, raiva, solidão

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Insegurança, medo, raiva, solidão… são sentimentos que todos nós já tivemos um dia.

Mas você sabia que eles podem causar grandes prejuízos à sua vida?

Pois é! Esse texto vai em resposta a mais uma Caixa de Segredos. A pessoa que nos escreveu, relata estar sempre sozinha, diz não gostar de algumas pessoas e se sente “imperfeita”. Acontece que talvez você esteja se afastando das pessoas. Continue lendo

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Medos: você sabe de que?

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Medos: Todo mundo tem pelo menos um na vida, aquele que faz a gente perder o fôlego, suar frio, passar mal. Qual o seu, conta pra gente?

Tem medo que é tranquilo, que nos impulsiona a sair do lugar, que transforma a nossa vida, mas tem o tipo de medo que nos trava, que nos impede de agir e ser feliz, vem entender.

Com medo, você age para se defender, baseado na crença que o outro vai te ferir, te fazer mal. E, para evitar que isso aconteça, você ataca, muitas vezes ataca a você mesmo.

O maior obstáculo para o autoconhecimento é o medo de se ver. Aí está toda a resistência. o perigo de que seu mundo, considerado tão real, caia e se desfaça, gera muito medo. Por isso tendemos a olhar sempre para fora, é uma maneira de proteção.

O medo é que consome a sua energia. Ele tem vários desdobramentos. Você tem medo de se ver, de errar, de não ser perfeito, de morrer, da solidão, da vida, do prazer

você tem medo de ter medos!

Você não se liberta do medo antes de encará-lo e mergulhar no vazio, mesmo tremendo de medo.

E saiba, antes das formas mais evidentes, o medo pode se manifestar de forma sutil, como uma leve falta e fé ou ceticismo. E aí, vamos encarar esses medos?

Encare seus medos: um mergulho profundo

Retirado e adaptado do livro Siga o mestre

Caravaggio, morte della vergine, 1601-1606

Morte, como lidar?

4 min de leitura

Tratar desse assunto, a morte, costuma ser algo tão assustador que a simples menção da palavra é o bastante para criar um desconforto real em muita gente. Não precisa ser assim, por experiência.

Mas sigamos com calma. Esse texto é para quem sofreu uma perda recente. Que está procurando explicações e um acolhimento para compreender. Trataremos a morte de uma maneira mais clara e concisa.

Quero neste texto, mesmo que distante, que você sinta minha mão no seu ombro, que entenda que quem está escrevendo já viveu algumas perdas e que estuda muito; tanto para responder os próprios questionamentos quanto para apoiar aqueles que precisam.

Por que a morte é tão dolorosa?

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Ciclos da vida: vídeo The Lighthouse

2 min de leitura

Os ciclos da vida: concepção, desenvolvimento, nascimento, formação, adolescência, juventude, maturação, a melhor idade e a morte. No premiado curta metragem  The Lighthouse 2010 (O Farol) a essência e o simbolismo nos fazem refletir sobre a nossa vida e a importante integração com nossos pais.

Do diretor tailandês Po Chou Chi, o filme ganhou mais de 25 prêmios internacionais e conta a história de um pai e de um filho… veja abaixo se você ainda não viu ou não se lembra! 🙂 antes de seguirmos para o texto. Continue lendo

suicídio

Suicídio sem tabú – documentário

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O documentário a seguir, de 30 minutos, produzido para o trabalho de conclusão de curso de Jornalismo pela Universidade de Sorocaba – UNISO 2015 se constrói através da narrativa dolorosa de pessoas que de alguma maneira tiveram suas vidas afetadas pelo suicídio.

Através em um retrato jornalístico do tema tabú: Suicídio, o documentário mostra variadas perspectivas, da psicológica à filosófica, passando, dentre outras, pelo papel da imprensa no tratamento do tema e o que dizem algumas religiões como Catolicismo, Kardecismo e Islamismo sobre o assunto.

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Conheceça os sinais que indicam que você precisa falar com um psico

8 min de leitura

Você precisa falar: Não é tão ruim quanto parece. Falar com um psico ou iniciar uma terapia é tão importante quanto fazer um checkup para verificar se o coração e o colesterol estão em dia, mas sejamos sinceros, fazer terapia ainda (e infelizmente) é raro, mal-visto ou no mínimo, fora do comum.

Tudo começou quando éramos pequeninos, quando alguém da nossa escola ia para a sala do psicólogo quando “estivesse aprontando demais” ou quando vimos alguém que teve um problema que consideramos grave, ser dirigido para um especialista. A partir daí, nossa imagem de terapias, psicólogos adquiriu uma relação que precisamos mudar.

A primeira coisa que você precisa saber é que um psico NÃO é sinônimo de melhor amigo, e que fazer terapia não significa felicidade instantânea.

Consultar um psico se trata de buscar apoio de um profissional capacitado, que estudou no mínimo 5 anos e que te oferecerá ferramentas para lidar com os problemas que se apresentam e se apresentaram em toda sua vida.

É um processo longo que pode durar meses e em alguns casos, anos.

No caminho você descobrirá partes suas que não gosta e recordará de momentos difíceis da sua vida.

Mas quando considerar buscar ajuda psicológica ou falar com um psicólogo para fazer terapia?

Há momentos na vida que adotamos certos hábitos ou começamos a nos comportar de uma forma que não poderíamos dizer que seja a mais saudável. Isto posto, o que deveria ser “normal” deixa de ser e as coisas parecem não fazer muito sentido.

Por isso mesmo, nunca será exagerado recorrer a um profissional especialista quando uma das seguintes situações se apresentar:

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Amor próprio em primeiro lugar

Quando o amor próprio precisa falar mais alto

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Amor próprio: Hoje pensei sobre como o amor é uma coisa estranha. Provoca umas sensações esquisitas, um frio na barriga, um taquicardia do nada, uma respiração ofegante, um pensamento sem fim na pessoa amada e…

…muitas vezes um “emburrecimento” emocional!

Amor próprio, amor e amar-seCalma, não precisa se chatear achando que rolou um julgamento aqui, mas vamos pensar:
há alguns dias escrevi dizendo que o amor é algo que deve ser bom e fazer o bem, se você se relaciona com alguém que diz querer estar com você, é preciso um esforço mútuo, certo? Pois acredite, para algumas pessoas a resposta será: ERRADO!!!

Conheço pessoas que se relacionam com alguém e esse alguém é praticamente um fantasma, arruma mil e uma desculpas para não se encontrarem, mata periquito, cachorro, papagaio e até a avó se for preciso, para não ter que encarar o dito encontro.

Daí você, que é uma pessoa legal, apaixonada e tranquila, sempre aceita as desculpas, mas lá no fundinho, sabe que tem algo de errado. Meio abusivo. Aliás, o outro está bem abusado atualmente! Então eu te pergunto: Cadê seu amor próprio, meu bem?

Por que você insiste em permanecer acorrentada(o) a uma relação de mão única, sem trocas, sem respeito? Me faz um favor se não tiver essa resposta? Procura um psico! Amor próprio é coisa séria, faz um bem danado, salva a sua vida. Pensa nisso!

Veja também sobre Amor próprio:

30 anos

Crise dos 30: E se eu chegar aos 35 sem estar com a vida resolvida?

3 min de leitura
Por Ruth Manus 

É o princípio do fim?

Já ouvi falar que a crise dos 30 é pior do que a crise dos 40. Não sei, por enquanto vou lidando com as crises dos 27. Mas sinto que há realmente algo de estranho no ar. As pessoas fazem 30 e alguns anos e parecem começar a achar que estão automaticamente com a corda no pescoço. Acham que já deveriam ter formado família, já deveriam ter ficado ricos (ou pelo menos construído um bom patrimônio) e resolvido qualquer outro penduricalho da vida.

Parece que os 30 deixaram de ser a linha de largada para a vida e passaram a ser uma espécie de reta final, como se os 40 fossem o princípio do fim.

Ontem conversava com uma colega do doutorado de 33 anos, que se julgava atrasadíssima na vida, por não estar plenamente satisfeita com a carreira e por ter terminado há uns meses o relacionamento no qual ela apostava todas as suas fichas. Nós temos 6 anos de diferença e ela se referia a mim como uma jovem na flor da idade e a ela como alguém já quase sem esperanças. Os 6 anos subitamente se transformavam em 20.

É engraçado como as pessoas aceitam que os tempos mudaram para muitas coisas: tecnologias, carreira, viagens, planos. Mas ainda se cobram um ritmo de vida semelhante ao de seus pais. Quantas vezes ouvimos “na minha idade, meus pais já tinham 2 filhos e 10 anos de casados…”. Lindo, gente. Mas é a história deles, não a nossa.

Outro dia, a amiga mais bonita que tenho, do alto dos seus anciões 34 anos, me perguntou “Rú, mas você sinceramente acha que um dia eu ainda vou encontrar alguém?”. Amigos normais diriam “Claro! Lógico que vai!”. Eu só consegui dizer “Vá à merda.”. Deus do céu! Ela é deslumbrante, ridiculamente inteligente, ganha rios de dinheiro, divertida e, depois de um divórcio e de ver os 35 anos se aproximando, parece ter se colocando num posto de derrota e ceticismo. Duas semanas depois ela encontrou um engenheiro bonitão estrangeiro e estão felizes da vida. Fiquei satisfeita por tê-la mandado à merda.

O lance é que as pessoas só sabem se comparar com os amigos que formaram a vida de propaganda de margarina. Não se comparam com o amigo divorciado e sem grana, com a colega de trabalho que tá rica e nunca sai com ninguém, com o primo que tem uma família linda que não consegue sustentar, com a chefe que tem um casamento feliz, mas que não está nada feliz com a carreira… Enfim, com os pobres mortais, como todos nós.

E muita gente nem para para se questionar se quer mesmo a vida de propaganda de margarina. Se realmente quer formar família, comprar um Corolla prata e trabalhar de roupa social. Se quer, beleza, vá atrás. Se não, vá atrás do que te faz feliz. Mas acima de tudo: vá com calma.

Eu sei que tem preocupação com o relógio biológico, com as demandas do mercado, com as expectativas dos que nos cercam… Mas eu peço aos meus amigos trintões que simplesmente parem de achar que estão velhos, atrasados, devedores do tempo. Vocês estão no auge, no início da caminhada, são credores da vida.

E pode até ser que eu aos 35 tenha essa mesma crise. Mas espero lembrar que 35 é pouco. Que 38 também. E que os 40, definitivamente, não são o encontro com a morte, à beira do abismo. Espero lembrar que a vida não é para ser uma corrida contra o tempo. Que a gente tem que ir andando, dando umas reboladas, umas tropeçadas e tal. E vai rindo, vai pensando, vai vivendo. Vivendo. Porque enquanto o futuro tá lá, a vida tá rolando aqui.