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Ensinem as crianças a como pensar e não o que pensar

4 min de leitura

Você já parou pra pensar em como é difícil educar crianças? Nunca sabemos se estamos no caminho certo, ajudando, incentivando, mas esse texto pode te dar algumas pistas, vem ler. (mais…)

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Crianças birrentas: como controlar

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Como controlar as crianças birrentas?

Nós sabemos que é normal a criança fazer uma birra ou outra, mas tem crianças que acordam e vão dormir fazendo birra e isso pode tirar qualquer um do sério, não?

Quando menos se espera, as crianças podem se aborrecer e ficar mal humoradas, por diversas razões. Por precisar acordar cedo, por precisar tomar banho ou comer, por não poder ver mais a tv. (mais…)

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Escola de princesas e a polêmica que continua

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E a escola de princesas não para de aparecer nas mídias, é incrível como esse assunto rende controvérsias de opiniões e de sentimentos, mas nós aqui mantemos nossa opinião sobre os danos que isso pode causar.

Já falamos sobre a escola de princesas aqui também.

Você pode até colocar sua filha na escola e ensinar os (retrógrados) valores morais da sociedade pra ela, afinal, somos livres pra fazer o que bem entendemos, mas antes disso, por favor, reflita um pouquinho. (mais…)

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Violência Sexual Infantil: mitos, verdades e ações

12 min de leitura

Violência Sexual Infantil é um tema pesado. É difícil de lidar para profissionais que trabalham o assunto e nem há adjetivo que meça o que passam os envolvidos: família e criança.

Alguns dos motivos que o tema é tão complicado para os profissionais na nossa infra-estrutura e ambiente são:

  • Como diferenciar uma carícia normal entre pais e filhos da sexualidade abusiva;
  • Como acreditar que um membro da família abuse de uma criança;
  • Como desvendar os segredos familiares que envolvem o abuso;
  • Como trabalhar junto às estratégias da qual o agressor lança mão para manter a vítima calada;
  • Como perceber no comportamento da criança aquilo que revela as conseqüências do abuso.
  • Como não piorar uma situação sendo que ela já é tão delicada?

Mas não é possível ficar calado ou negligenciar tamanho ato covarde. E cultura, informação e ações são imprescindíveis para lidar e saber como se portar diante de uma situação inesperada.

Adultos responsáveis, pais precisam entender e estar atentos a sinais e também a revelações da crianças não ignorando e negligenciando e também não incentivando, mesmo sem querer, a ação.

Ensine seu filho ou sua filha a ficar atendo mas não dê nomes: não fale: se o vovô fizer mal ou “se o papai tocar em você”. Explique que se um adulto fizer isso e que se ela se sentir incomodada deve contar imediatamente para outro adulto.

Você deve prestar atenção aos momentos da relação que acontecem quando a criança/adolescente relata o abuso sofrido.

Normalmente são momentos especiais e inesperados, onde precisamos estar preparados para ajudar. A revelação pode ocorrer em situações como: a criança relatar uma frase desconexa sobre sexo na rodinha da creche (“…o pipi do meu pai é grande e machuca…”), ou relatar sua vitimização para alguém que confia.

Mitos sobre a Violência Sexual Infantil

A Violência Sexual Infantil é rara.

(mais…)

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Complexo de Electra

1 min de leitura

Ontem falávamos sobre o Complexo de Édipo e hoje, achamos que seria interessante falar sobre o Complexo de Electra e como ele pode influenciar na vida adulta.

À partir dos três anos de idade, as meninas vivem um certo enamoramento pela figura paterna. Aqui vamos te explicar porque isso acontece e como se deve proceder diante disso, para que não hajam problemas futuros.

Segundo a mitologia grega, Electra era filha de Agamenón, que foi assassinado pelo amante de sua esposa.

Anos depois da morte de seu pai, Electra convenceu seu irmão para que ele se vingasse da morte do pai e assassinasse o assassino de Agamenón e sua cúmplice, a mãe.

Em meados do século XX, o psicólogo Jung utilizou o nome de Electra para denominar o que seria a versão feminina do Complexo de Édipo.

Mas, por que esse complexo aparece nas meninas? Por volta dos três ou quatro anos, as meninas começam a descobrir que não são iguais aos meninos.

Começam a descobrir a diferença entre os sexos e, em muitas ocasiões, seu pai é o único exemplo conhecido do sexo oposto.

“O papai é meu”, com certeza você já deve ter escutado essa frase mais de uma vez. A menina começa a sentir uma predileção pelo pai, unida a um sentimento de rivalidade frente a mãe.

Para resolver o Complexo de Electra como se deve, é necessário deixar claro à pequena garota que seu papai é seu papai e que é o marido da mamãe.

Por volta dos sete anos, a menina começará a aceitar isso e passará a se identificar mais com a mãe. Assim se iniciará a época em que a filha começa a imitar a mãe, convertendo-a em seu modelo.

Caso essa significação não aconteça, poderemos ter alguns problemas na vida adulta, como a busca incessante pela figura do pai em outros homens ou mesmo uma eterna sensação de rivalidade com a mãe.

Então, se você tem passado por situações difíceis na educação das meninas, procure ajuda profissional e garanta um futuro adequado e saudável às suas filhas.

Retirado de El complejo de Electra en las niñas (traduzido e adaptado)

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Complexo de Édipo

2 min de leitura

Complexo de Édipo, com certeza você já ouviu esse termo, mas sabe do que se trata?

A tragédia do Édipo Rei, escrita por Sófocles há mais ou menos 2500 anos, narra a história de um rei com o nome Édipo, que sem saber, mata seu próprio pai e casa com sua mãe, ignorando o vínculo que os ligava.

Daí o nome que se dá a algo que acontece na vida de todo mundo, de acordo com as investigações do tio Freud, pai da Psicanálise: o complexo de Édipo.

Freud descobriu  que existe um período, entre os três e os seis anos de idade, em que as crianças experimentam uma espécie de enamoramento ao genitor de sexo oposto ao seu

E ainda que muitas pessoas não deem importância ao fato do menino dizer que quer se casar com a mãe ou a filha dizer que quer se casar com o pai, pensando ser isso só coisa de criança.

Diversos estudos demonstram que não só as crianças falam sério, mas que também podem sofrer sérias consequências se não receberem dos pais a ajuda necessária para resolver adequadamente a situação.

Com frequência, estas crianças estão dominadas pelo fator emocional, gerado por sua relação com um dos pais, tendem a ter poucos amigos e a sofrer crises de ciúme quando estes preferem estar ou fazer algo com outro amiguinho.

O que acontece com as crianças que aos seis ou sete anos conseguem resolver essa questão edipiana adequadamente:

  • Adquirem autonomia, começam a se desinteressar pela impressão que causam em seus pais;
  • Se demonstram mais sensíveis às condições sociais;
  • Se interessam cada vez mais na vida das outras crianças com a mesma idade que ela e nas atividades que elas desenvolvem;
  • Se desenvolvem bem dentro de casa, na escola e em atividades lúdicas;
  • Os pesadelos que os fazem dormir com os pais e o ciúme, cessam ou diminuem notavelmente.

Nos casos em que a criança não conhece seu pai, a mãe deverá falar abertamente com seu filho sobre o tema e o mesmo para as crianças que não tem mãe. Por diversas razões, que podem ir desde a falta de um companheiro até a má relação de casal, não é raro encontrar casos de pais e mães que buscam, talvez de maneira inconsciente, que seu filho se converta em substituto de seu par.

Se essa criança chega a vida adulta sem ter quebrado essa “relação de casal” que aconteceu com seu pai ou mãe, o mais provável é que enfrente dificuldades para estabelecer um vínculo amoroso, forte e duradouro com alguém.

O papel, dentro da dinâmica triangular pai-mãe-filho(a), que opera na mente da criança, é determinante em seu desenvolvimento, razão pela qual é tão importante que se localize de maneira adequada na posição que lhe corresponde.

O Complexo de Édipo é coisa séria e precisa ser monitorado com cautela, para que não haja nenhum percalço no desenvolvimento da criança.

Se acha que precisa de ajuda para lidar com essa fase, não hesite e procurar por um psicólogo ou psicóloga infantil, eles podem te ajudar muito na tarefa de educar de maneira saudável.

Retirado de Psicologia para niños (traduzido e adaptado)

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Culpa: um veneno para a alma

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Sabia que a culpa pode se transformar em um veneno que encharca a sua alma e te impede de ser feliz? Pois é, cuidado com isso!

A culpa surge e pode nos acompanhar desde muito cedo. Ainda pequenos nos sentimos rejeitados e abandonados, o que nos gera frustração e por vezes, raiva das pessoas que mais amamos: geralmente nossos pais.

A raiva é um sentimento natural, mas geralmente muito mal compreendida e constantemente censurada e proibida. A criança, tadinha, aprende que é feio sentir raiva dos pais e daí começam os primeiros grandes conflitos da vida. Sinto isso, mas não posso. Com poucos anos de idade, como controlar? Surgiu a CULPA! (mais…)

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Criança ferida: a cura interior

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Você já é bem crescida(o), tem responsabilidades, deveres e problemas de gente grande, mas ainda se comporta como uma criança ferida e magoada, o que acaba gerando dificuldades nos seus relacionamentos. Acertei?

O ser humano nasce, cresce, se desenvolve, cria e conquista muitas coisas, mas devido a questões e sentimentos de sua infância que ficaram mal resolvidos, acaba tendo reações emocionais que não deseja, mas que também não consegue evitar. (mais…)

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Crianças vítimas de agressão

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Hoje é o Dia mundial das crianças vítimas de agressão e claro, não temos o que comemorar!
É um dia pra refletir, pra buscar ideias do porque isso acontece e de como acabamos com isso. É um dia pra achar soluções, no mundo todo!

Dei uma lida em alguns artigos antes de escrever esse texto e alguns citam que no século XVIII as crianças eram maltratadas, abusadas, desrespeitadas e pouco valorizadas e que a coisa só foi melhorar no século XIX, daí fico eu aqui pensando: Melhorar? Onde?

Ainda é possível ver em todo o mundo crianças sendo agredidas diariamente e não só fisicamente, mas social, econômico e psicologicamente. Eu não consigo nem dizer qual deles é o menos pior.

Abuso e exploração de menores: até quando?

Vivo na maior cidade brasileira e é só virar a esquina, lá está uma mini pessoinha vendendo algo no farol, pedindo dinheiro, sendo vítima da sociedade. Liga a TV tem histórias pra dar e vender, menino espancado pela auxiliar da creche, criança morta pelo pai, menina estuprada por mais de 30, onde vamos parar?

Criança é um ser pra ser respeitado, pra ser educado nas melhores circunstâncias possíveis. Criança tem que estar na escola, tem que brincar, comer, vestir roupa limpa, descansar. Criança tem que ser protegida e NÃO exposta.

Criança tem que ser amada e valorizada e nós, enquanto sociedade, mesmo que não tenhamos filhos, somos co-responsáveis por todas os menores, então lembre-se:

Quando uma criança é negligenciada pelos pais, se nós enquanto sociedade não agimos e a protegemos, somos tão negligenciadores quanto a família!

Se queremos um mundo melhor, precisamos mudar urgentemente, precisamos educar, amar e respeitar as nossas crianças, pois é nessa fase que elas aprendem o que é bom e o que não é e isso fará a diferença por toda a vida <3

Expectativa e realidade: a díficil e insubstituível vida das mães e dos pais

Dia mundial das crianças vítimas de agressão

Pra saber mais:
Portal São Francisco
Filme sobre a educação infantil: O começo da vida

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Igualdade de gênero: vamos falar sobre isso?

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Hoje tem assunto polêmico por aqui, a igualdade de gênero, que há tempos vem abrindo discussões e dividindo opiniões entre a galera.

Sempre que um assunto envolve polêmica, a gente aqui do Psico.Online pensa bastante antes de se manifestar, até pra não cometer nenhuma injustiça. Debatemos, pensamos e repensamos e só então, partimos pra um texto. Desse modo, queremos deixar claro que não existe juízo de valores nesse blog e se você for contrário ao que lê, fica à vontade pra abrir discussão nos comentários e se for à favor, à vontade também, ficamos felizes quando rola comentário. <3 (mais…)

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