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Estou grávida, sou adolescente, como conto aos meus pais?

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Estou grávida!

Estou grávida?

Você já fez o teste.

Você faz o teste novamente.

Você faz uma terceira vez e senta-se em algum lugar: o mundo passando a mil na sua mente. É uma inundação de emoções. Lágrimas brotam. Sorrisos. Lágrimas de novo. Um suspiro.

O fato: você, uma adolescente e grávida.

Você não planejou isso. Você pensou que tinha tomado precauções, mas você está grávida. E agora?

Para alguns adolescentes este pode ser um momento feliz, mas para outros pode parecer como o mundo está prestes a acabar. O futuro que você pensou que estava se desenrolando antes vem gritando.

Uma multidão de emoções irá competir por atenção e, em seguida, você perceberá que há uma coisa que você precisa fazer. Um frio na espinha a envolve. As palavras param em sua garganta e você quer vomitar novamente.

“Como é que eu vou contar aos meus pais?”

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Psico.Online Violencia Sexual Infantil

Violência Sexual Infantil: mitos, verdades e ações

12 min de leitura

Violência Sexual Infantil é um tema pesado. É difícil de lidar para profissionais que trabalham o assunto e nem há adjetivo que meça o que passam os envolvidos: família e criança.

Alguns dos motivos que o tema é tão complicado para os profissionais na nossa infra-estrutura e ambiente são:

  • Como diferenciar uma carícia normal entre pais e filhos da sexualidade abusiva;
  • Como acreditar que um membro da família abuse de uma criança;
  • Como desvendar os segredos familiares que envolvem o abuso;
  • Como trabalhar junto às estratégias da qual o agressor lança mão para manter a vítima calada;
  • Como perceber no comportamento da criança aquilo que revela as conseqüências do abuso.
  • Como não piorar uma situação sendo que ela já é tão delicada?

Mas não é possível ficar calado ou negligenciar tamanho ato covarde. E cultura, informação e ações são imprescindíveis para lidar e saber como se portar diante de uma situação inesperada.

Adultos responsáveis, pais precisam entender e estar atentos a sinais e também a revelações da crianças não ignorando e negligenciando e também não incentivando, mesmo sem querer, a ação.

Ensine seu filho ou sua filha a ficar atendo mas não dê nomes: não fale: se o vovô fizer mal ou “se o papai tocar em você”. Explique que se um adulto fizer isso e que se ela se sentir incomodada deve contar imediatamente para outro adulto.

Você deve prestar atenção aos momentos da relação que acontecem quando a criança/adolescente relata o abuso sofrido.

Normalmente são momentos especiais e inesperados, onde precisamos estar preparados para ajudar. A revelação pode ocorrer em situações como: a criança relatar uma frase desconexa sobre sexo na rodinha da creche (“…o pipi do meu pai é grande e machuca…”), ou relatar sua vitimização para alguém que confia.

Mitos sobre a Violência Sexual Infantil

A Violência Sexual Infantil é rara.

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A culpa não é minha pois é a sua responsabilidade

4 min de leitura

A culpa não é minha, é sua! Foi quase essa a frase que “li”. Aconteceu outro dia, recebi a culpa por uma responsabilidade que não era minha e, a dona da responsabilidade, deixou claro que o problema não era dela.

Já falamos da culpa em outro sentido por aqui, que ela envenena a alma. Então…

Se não era dela, e estávamos em um diálogo, era minha. Aceitei. Naquele momento os prós e os contras diziam para não continuar uma discussão com alguém que não estava se percebendo. A culpa não é minha…

O caso foi simples: entrei em um novo grupo do Facebook; daqueles que você troca informações sobre um determinado tipo de assunto para qual o grupo fora criado.

Escrevi um post me apresentando e nesse mesmo post indiquei uma página falando algo fora do assunto (off topic) enquanto me apresentava e tentava me enturmar.

O post foi apagado. Continue lendo

meus pais querem que eu faça faculdade, pessoa tocando violão, faculdade, violão, instrumento musical

Minha família quer que eu faça faculdade

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“Minha família quer que eu faça faculdade, mas eu quero ser cantora” quem aí passa ou passou por algo parecido?

Respondendo à mais uma Caixa de Segredos, hoje vamos falar sobre as expectativas dos pais à respeito da vida dos filhos.

Quem nos escreveu quer seguir uma carreira artística, tentar a vida em outro país e buscar a realização de um sonho, mas seus pais acham perigoso, não aprovam a ideia e isso tem gerado angústias. Continue lendo

mãe com bebê no colo

Mãe, mamãe, manhê, mama…

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O que significa ser mãe? É uma resposta complexa… Mas acredito que ser Mãe é bem mais que carregar um ser em seu ventre, ser mãe é carregar um filho na alma.   E porque onde se tem tantas dores e incertezas, existe também tanto amor? Um amor muitas vezes cego e incondicional.

mãe de meninaComo tudo que você carrega, às vezes, ou quase sempre, é pesado e doloroso, e ainda traz conseqüências permanentes em sua vida.

Mães vêem em seus filhos a oportunidade de um futuro excepcional, de fazer algo melhor, de um recomeço. E como o futuro é algo incerto, isso gera angústia e muitas vezes, desespero. Ser mãe é lidar com a oportunidade do novo, mas ao mesmo tempo saber que nem tudo depende de você, por mais que você insista em acreditar nisso. Continue lendo

Pais e filhas uma relação de amor

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Sobre pais e filhas: Quando estamos na faculdade de Psicologia, principalmente nas aulas de Psicanálise, ouvimos tanto do relacionamento entre pais e filhos que, em dado momento, quase que respiramos essa vida mesmo não sendo pais e, de alguma maneira, passamos a “empatizar” com os nossos e entender o significado da música do Renato Russo: “são crianças como você, o que você vai ser, quando crescer”.

Percebemos que a via, antes de mão única, passa a ter tantas idas e vindas. Notamos, pela teoria, o relacionamento entre mães e filhos e pais e filhas. Estudamos casos lindos, outros um tanto quanto assustadores, mas sempre, em qualquer matéria, percebemos o quanto é importante essa convivência saudável.

A artista Soosh, representou, em aquarela, esse momento delicado. Confira:

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Hiperatividade: Meu filho é hiperativo… vai com calma

2 min de leitura

TDAH ou Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade. Hoje em dia não tem sido raro ouvir que uma criança é hiperativa, que o médico receitou (tantas vezes erroneamente) Ritalina ou qualquer ansiolítico para uma criança de poucos anos! E confesso que já atendi algumas mães desesperadas querendo um laudo que atestasse a tal “desordem mental”, mas depois de algumas conversas com pais e criança, percebia que tudo não passava de um mal entendido e que aquele serzinho só tinha um bocado de energia à mais, mas nada patológico.

Dia desses li um texto que falava sobre a necessidade de algumas pessoas em serem pais e mães, mas que não estavam preparados para enfrentar essa realidade e sinceramente, acho que tem muita gente assim. Querendo ser pais de crianças perfeitas, que não choram, não fazem sujeira, não desobedecem, não existem! Criança dá trabalho, criança necessita de atenção integral, necessita de um investimento energético altíssimo. Criança tem muita energia, as vezes não entende o que o adulto fala, ou que o adulto está cansado, ou que já é hora de dormir e isso NÃO significa que essa criança seja hiperativa.

Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade TDAH
Hiperatividade é uma condição física que se caracteriza pelo sub-desenvolvimento e mau funcionamento de certas partes do cérebro e geralmente causa desatenção, impulsividade, desorganização, insônia, ansiedade e sofrimento. Para ter certeza de que estamos falando de uma pessoa hiperativa são necessários alguns testes (com neurologista e neuropsicólogo) e caso seja confirmado, o tratamento costuma ser multidisciplinar, envolvendo medicamento, psicoterapia, atividades físicas e carinho 🙂

As causas da hiperatividade são genéticas e ambientais, ou seja, é um fator hereditário, que passará de pai ou mãe para filho e poderá ser desencadeada por fatores externos como, exposição ao tabaco, ambiente familiar problemático, evento traumatizante, entre outros.

Não rotule seu filho sem nem ao menos saber do que se trata, se tem dúvidas e acha que precisa de ajuda, procure orientação de um médico ou psico. Se o diagnóstico for positivo e a ajuda for imediata, as chances de melhora e qualidade de vida são enormes.

Para saber mais sobre o Transtorno de Déficit de Atenção e hiperatividade você pode entrar nesses sites:

 

 

A difícil tarefa de educar bem um filho

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Quantos conselhos você já ouviu desde que descobriu que seria pai ou mãe? Quantos livros sobre infinitas técnicas de educação já te indicaram e quanto tempo você “gastou” procurando a melhor maneira de educar a sua criança?

Pois é, hoje em dia você é praticamente obrigado a aprender sobre como educar um filho, mas por vezes se esquece de amá-lo de verdade, de dentro pra fora, de ouvi-lo, de olha-lo com atenção e de simplesmente estar (de verdade) com ele. Continue lendo