what_a_long_day____by_poisonunic Ofertamos aquilo que recebemos

Nós só recebemos aquilo que ofertamos

3 min de leitura

Dar para receber ou receber aquilo que ofertamos. O mundo anda muito conturbado, cheio de violência, dor e sofrimentos diversos; é para se pensar, não é?

Todos nós temos acompanhado uma avalanche de tristes e trágicas notícias relacionadas aos diversos tipos de desgraças, as quais nos afetam diretamente e nos tornam pessoas menos complacentes, compreensivas e tolerantes.

Por este motivo, ficamos inflexíveis às diferenças e colocamos nossos interesses, problemas e vontades sempre à frente, esquecendo que compartilhamos um espaço, um mundo, nada é tão nosso nesta vida, nesta Terra e quando daqui partirmos, também nada levaremos.

Muitas vezes esquecemos que ninguém é tão auto-suficiente que não necessite do outro por algum motivo. Por isso precisamos entender que para recebermos algo de bom precisamos nos doar também.

Ofertamos ao outro aquilo que pretendemos para nós.

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O que fazer quando você se sente sozinho ou sozinha

4 min de leitura

Leia este quadrinho sobre sentir-se sozinho antes de avançarmos para o texto.

A primeira coisa a se fazer quando você se sente sozinho é entender o quanto isso é prejudicial ou o quanto é recompensador. Como no quadrinho acima, estar só é apenas estar só.

Embora vivamos numa sociedade globalizada, com muita gente a nossa volta: no trabalho, na condução, na família onde quer que seja, muito do “estar só” vem de algumas coisas que escolhemos para nós mesmos. (mais…)

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Quando o corpo fala

2 min de leitura

Esse é um texto que fala sobre a importância de nos ouvirmos, de ouvirmos nosso corpo, respeitá-lo e deixar que nos guie.

“Quantas vezes falou comigo e eu não escutei. Desviei os olhos, fechei os ouvidos e os sentidos. Porque não me interessava. Porque me aborrecia. Porque me dizia verdades que eu não queria saber, que me incomodavam.

Me parecia mais fácil sustentar uma realidade, ainda que de papel, mas que estava controlada, pensada. E ele voltava, como um redemoinho e me dizia que talvez aquilo não era o que importava. De sentido, de vida, de destino. (mais…)

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A culpa não é minha pois é a sua responsabilidade

4 min de leitura

A culpa não é minha, é sua! Foi quase essa a frase que “li”. Aconteceu outro dia, recebi a culpa por uma responsabilidade que não era minha e, a dona da responsabilidade, deixou claro que o problema não era dela.

Já falamos da culpa em outro sentido por aqui, que ela envenena a alma. Então…

Se não era dela, e estávamos em um diálogo, era minha. Aceitei. Naquele momento os prós e os contras diziam para não continuar uma discussão com alguém que não estava se percebendo. A culpa não é minha…

O caso foi simples: entrei em um novo grupo do Facebook; daqueles que você troca informações sobre um determinado tipo de assunto para qual o grupo fora criado.

Escrevi um post me apresentando e nesse mesmo post indiquei uma página falando algo fora do assunto (off topic) enquanto me apresentava e tentava me enturmar.

O post foi apagado. (mais…)

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Na pele do outro: um exercício de empatia

4 min de leitura

Imagine-se na pele de alguém que você não gosta, na pele do outro, para um exercício de empatia (capacidade de projetar a personalidade de alguém num objeto, de forma que este pareça como que impregnado dela) e depois continue lendo.

A maioria consegue, já adianto; se você não conseguiu, é bom marcar uma conversa com um psicólogo ou uma psicóloga de confiança urgentemente para entender essa dificuldade, urgentemente mesmo e logo explicarei o motivo.

O post de hoje é sobre o vídeo abaixo, produzido para campanha do www.inter-lgbt.org e vai seguir a linha do soco no estômago que é ele, antigo até, de março de 2016 lançado sobre o nome “Le parcours” – O curso.

O vídeo trata da corrida que a minoria LGBT enfrenta, porém não falarei sobre o que o vídeo propõe, até por que fica claro o objetivo dele: mostrar o sofrimento e a resiliência pelos motivos que conhecemos além do quanto se precisa correr em direção a mudança cultural. (mais…)

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Abraço seguro para pessoas tristes

4 min de leitura

O abraço seguro reconforta, traz – quem diria – segurança e muitas vezes paz. Já falamos da função do abraço no post do dia do abraço e não seremos repetitivos.

Também mostramos no post da pessoa triste, como um abraço seguro (sushi de pessoa triste) é reconfortante.

Nestes quadrinhos, há uma pequena história, adaptada para dar fluxo a narrativa e no final, transcrevemos o mito de Tétis e Peleu que explica o motivo, a moda grega, do porquê buscamos refugio no peito do nosso par. Esperamos que você goste e compartilhe muito! 😉

Ah! Quando encontramos esse quadrinho, resolvemos buscar o autor, mas infelizmente não encontramos. Se souber, deixe nos comentários, por favor.

O abraço seguro – era uma vez…

No princípio todos fomos felizes. Éramos completos. Perfeitos em sintonia e em uma única forma.
No princípio, todos fomos felizes. Éramos completos. Perfeitos em sintonia e em uma única forma. Mas um dia, tudo mudou.

(mais…)

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Pais e filhas uma relação de amor

0 min de leitura

Sobre pais e filhas: Quando estamos na faculdade de Psicologia, principalmente nas aulas de Psicanálise, ouvimos tanto do relacionamento entre pais e filhos que, em dado momento, quase que respiramos essa vida mesmo não sendo pais e, de alguma maneira, passamos a “empatizar” com os nossos e entender o significado da música do Renato Russo: “são crianças como você, o que você vai ser, quando crescer”.

Percebemos que a via, antes de mão única, passa a ter tantas idas e vindas. Notamos, pela teoria, o relacionamento entre mães e filhos e pais e filhas. Estudamos casos lindos, outros um tanto quanto assustadores, mas sempre, em qualquer matéria, percebemos o quanto é importante essa convivência saudável.

A artista Soosh, representou, em aquarela, esse momento delicado. Confira:

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Metas: A matemática dos Adultos

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metas: a matemática da vida adulta
Há um ditado que diz que apenas os brinquedos que ficam mais caros na vida adulta… concorda?

Re-post do site: http://piadasnerds.etc.br/

Quando li o post do Piadas Nerds hoje fiquei pensando naquilo que são as nossas prioridades e de como somos, muitas vezes, contraditórios com aquilo que desejamos. Qual o esforço que colocamos para atingir nossas metas reais? O que vocês acham?

Sabe como definir suas metas?

Defina-as assim:

  • Específicas (claras, detalhadas e redigidas de forma positiva);
  • Mensuráveis (é necessário saber se alcançamos ou não 100% da meta);
  • Atraentes (motivadoras);
  • Realizáveis (dentro da realidade);
  • Temporais (com datas e prazos para a sua realização).

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Quando me falta o controle: as dificuldades de quem não tem inteligência emocional (IE)

1 min de leitura

inteligência emocional

Identificar nossas emoções pode parecer simples: tristeza, irritação, felicidade… quantas vezes por dia você apercebe suas próprias emoções? E quando isso acontece, você sempre sabe o que fazer diante delas?

Pois é, parece que nem todo mundo sabe bem o que fazer. Inteligência emocional é a capacidade do ser humano em perceber e lidar com as suas emoções e com as dos outros.

Quando falta IE o indivíduo pode se tornar arrogante, inconveniente, despreparado para lidar com o outro e desse modo, a inteligência emocional pode ser capaz de trazer o sucesso ou o insucesso.

inteligência emocional

Vamos lembrar que para viver uma vida plena precisamos nos relacionar de uma maneira saudável e isso requer certa dose de afabilidade, gentileza, respeito, compreensão e isso nem sempre nasce com você, mas certamente podemos aprender a desenvolver e aprimorar isso tudo.

Pessoas com inteligência emocional saudável tem maior chance de se dar bem na vida, não só na pessoal, mas na profissional e na social, também.

Existem vários estudos à respeito da IE e um deles diz que existem 5 habilidades básicas para um bom desenvolvimento interpessoal (Goleman, 1995):

  • autoconhecimento emocional
  • controle emocional
  • automotivação
  • reconhecimento das emoções alheias
  • habilidade nos relacionamentos interpessoais

E aí, você acha que tem tudo isso???

Eu tenho percebido constantemente pessoas que possuem um alto conhecimento tecnológico, filosófico, político, inflarem-se com discursos de raiva, incompreensão e intolerância e me pergunto, de que adianta dominar todas as teorias, todos os assuntos, se na prática, não sabe perceber o outro, não sabe respeitar, não sabe se calar?!

Por Raquel Ferreira

Referências: GOLEMAN, D.. Emotional intelligence. New York: Bantam Books, 1995.

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