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gravidez e o amor em dobro

Gravidez: quando dois corações batem juntos o amor é bem maior

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Do ventre ao coração…

Teste de gravidez positivo. E agora? Basta apenas a preocupação em comprar fraldas, berço, quarto do bebê? Fico pensando: O quanto de investimento emocional as pessoas estão dispostas a desembolsar neste momento?

Ensaio escrever este artigo há algum tempo. Como investigador do comportamento humano, acredito que estamos mais aptos à discutirmos as particularidades da vida quando experienciamos as inquietações humanas, as quais todas as pessoas estão sujeitas.

Cada caso com suas ressalvas, causas e consequências, entendo que o momento agora é de falar sobre as relações que envolvem, no convívio familiar, a geração de uma nova vida, o relacionamento com a gestante e a preparação emocional para a chegada do novo ente na família.

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Maus tratos e a raiva nossa de cada dia

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Hoje me deparei com uma matéria sobre uma mãe que maltratava e deixava que outras pessoas abusassem de sua filha de 7 anos. Ao ler, minha primeira reação foi de raiva, assim como a da maioria das pessoas. Dá um nó na garganta, uma vontade de vomitar, de esganar uma pessoa dessas.

Mas ao final da matéria eu estava compadecida dessa mãe, pensando nos motivos que a levaram a permitir e a cometer tamanha atrocidade. Continue lendo

Professores os guardiões da chama

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Cada criança nasce com uma preciosa chama.

Uma chama interior de vislumbramento e potencial para começar
Esta luz interior ilumina o caminho que se extende adiante
Estimulando a curiosidade e mantendo a paixão viva.

Mas há momentos que que essa chama é desafiada desde dentro até fora
A chama pode enfraquecer diante da pressão e pode ser afogada por insegurança
As crianças podem chegar a tropeçar mas nunca estão perdidas
Os professores estarão protegendo essas chamas a qualquer custo.

Junto a uma família atenta e carinhosa
Serão os professores que permanecerão ao lado de cada criança a cada aprendizado
tanto nas alegrias como nas tristezas,
Estes guardiões da chama podem ajudar e guiar
Por que eles compartilham essa chama do aprendizado que brilha intensa a partir de dentro.

Esses professores conhecem o coração da criança
Eles valorizam todo o tipo de inteligência
Os professores ajudam cada criança a escalar
Mais alto e mais longe ao longo do tempo

E tomar posso dos desafios ao longo da sua missão
A aprender e viver o que eles fazem de melhor
Os professores celebram os triunfos e dão apoio nas tormentas
Para manter essa chama que guia tranquila, brilhante e aquecida

Então, é hora de mirar a chama neles.
Nestes Guardiões da Chama
Nós os agradecemos por sua paixão
E lhes damos grande reconhecimento

Por seu conhecimento, investigação, ciência e arte
que permitem serem guardiões da mente e do coração
Para melhorar nossas escolas, nós temos uma escolha
Escutar a voz dos professores
Aquelas vozes tão diversas que protegem a chama interior de cada estudante

Com o dom de saber o que é correto
para manter cada espírito brilhando forte
Então vamos escutar nossos professores
como imaginamos e modelamos escolas que mantenham todas as chamas acesas
e que permita a toda criança a brilhar…

Educação não é encher um balde, mas aceder uma chama
William Butler Yea

Escrito por
Paul A. Reynolds

Arte por
Peter H. Reynolds

Narrador
Chester Gregory

Música e Som
Tony Lechner

Produzido por Fablevision Studios 2013

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Peppa Pig e os perigos da televisão

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Tenho lido algumas críticas ao desenho de origem britânica Peppa Pig, a famosa porquinha rosa não tão politicamente correta.

Li sobre pais que baniram o desenho, sobre opiniões de psicólogos, sobre pesquisas feitas com crianças que assistiam ao desenho e depois de uma reflexão, chego à conclusão de que sim, Peppa não é uma porquinha educativa e não ensinará às crianças boas maneiras, matemática, cores ou afins, maaaaaaaas… Continue lendo

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Crianças birrentas: como controlar

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Como controlar as crianças birrentas?

Nós sabemos que é normal a criança fazer uma birra ou outra, mas tem crianças que acordam e vão dormir fazendo birra e isso pode tirar qualquer um do sério, não?

Quando menos se espera, as crianças podem se aborrecer e ficar mal humoradas, por diversas razões. Por precisar acordar cedo, por precisar tomar banho ou comer, por não poder ver mais a tv. Continue lendo

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Escola de princesas e a polêmica que continua

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E a escola de princesas não para de aparecer nas mídias, é incrível como esse assunto rende controvérsias de opiniões e de sentimentos, mas nós aqui mantemos nossa opinião sobre os danos que isso pode causar.

Já falamos sobre a escola de princesas aqui também.

Você pode até colocar sua filha na escola e ensinar os (retrógrados) valores morais da sociedade pra ela, afinal, somos livres pra fazer o que bem entendemos, mas antes disso, por favor, reflita um pouquinho. Continue lendo

estou-grávida-e-agora

Estou grávida, sou adolescente, como conto aos meus pais?

5 min de leitura

Estou grávida!

Estou grávida?

Você já fez o teste.

Você faz o teste novamente.

Você faz uma terceira vez e senta-se em algum lugar: o mundo passando a mil na sua mente. É uma inundação de emoções. Lágrimas brotam. Sorrisos. Lágrimas de novo. Um suspiro.

O fato: você, uma adolescente e grávida.

Você não planejou isso. Você pensou que tinha tomado precauções, mas você está grávida. E agora?

Para alguns adolescentes este pode ser um momento feliz, mas para outros pode parecer como o mundo está prestes a acabar. O futuro que você pensou que estava se desenrolando antes vem gritando.

Uma multidão de emoções irá competir por atenção e, em seguida, você perceberá que há uma coisa que você precisa fazer. Um frio na espinha a envolve. As palavras param em sua garganta e você quer vomitar novamente.

“Como é que eu vou contar aos meus pais?”

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Psico.Online Violencia Sexual Infantil

Violência Sexual Infantil: mitos, verdades e ações

12 min de leitura

Violência Sexual Infantil é um tema pesado. É difícil de lidar para profissionais que trabalham o assunto e nem há adjetivo que meça o que passam os envolvidos: família e criança.

Alguns dos motivos que o tema é tão complicado para os profissionais na nossa infra-estrutura e ambiente são:

  • Como diferenciar uma carícia normal entre pais e filhos da sexualidade abusiva;
  • Como acreditar que um membro da família abuse de uma criança;
  • Como desvendar os segredos familiares que envolvem o abuso;
  • Como trabalhar junto às estratégias da qual o agressor lança mão para manter a vítima calada;
  • Como perceber no comportamento da criança aquilo que revela as conseqüências do abuso.
  • Como não piorar uma situação sendo que ela já é tão delicada?

Mas não é possível ficar calado ou negligenciar tamanho ato covarde. E cultura, informação e ações são imprescindíveis para lidar e saber como se portar diante de uma situação inesperada.

Adultos responsáveis, pais precisam entender e estar atentos a sinais e também a revelações da crianças não ignorando e negligenciando e também não incentivando, mesmo sem querer, a ação.

Ensine seu filho ou sua filha a ficar atendo mas não dê nomes: não fale: se o vovô fizer mal ou “se o papai tocar em você”. Explique que se um adulto fizer isso e que se ela se sentir incomodada deve contar imediatamente para outro adulto.

Você deve prestar atenção aos momentos da relação que acontecem quando a criança/adolescente relata o abuso sofrido.

Normalmente são momentos especiais e inesperados, onde precisamos estar preparados para ajudar. A revelação pode ocorrer em situações como: a criança relatar uma frase desconexa sobre sexo na rodinha da creche (“…o pipi do meu pai é grande e machuca…”), ou relatar sua vitimização para alguém que confia.

Mitos sobre a Violência Sexual Infantil

A Violência Sexual Infantil é rara.

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Meninas perfeitas, meninos valentes

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Meninas perfeitas, meninos valentes. E se ensinássemos as meninas a serem valentes também, ao invés de serem perfeitas?

Na década de 1970 uma psicóloga da Universidade de Columbia realizou uma série de experimentos com meninas e meninos, que trouxeram resultados inesperados.

Esta psicóloga trabalhou com estudantes de quinto ano, para verificar como lidavam com um novo e complicado material. Continue lendo

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Complexo de Electra

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Ontem falávamos sobre o Complexo de Édipo e hoje, achamos que seria interessante falar sobre o Complexo de Electra e como ele pode influenciar na vida adulta.

À partir dos três anos de idade, as meninas vivem um certo enamoramento pela figura paterna. Aqui vamos te explicar porque isso acontece e como se deve proceder diante disso, para que não hajam problemas futuros.

Segundo a mitologia grega, Electra era filha de Agamenón, que foi assassinado pelo amante de sua esposa.

Anos depois da morte de seu pai, Electra convenceu seu irmão para que ele se vingasse da morte do pai e assassinasse o assassino de Agamenón e sua cúmplice, a mãe.

Em meados do século XX, o psicólogo Jung utilizou o nome de Electra para denominar o que seria a versão feminina do Complexo de Édipo.

Mas, por que esse complexo aparece nas meninas? Por volta dos três ou quatro anos, as meninas começam a descobrir que não são iguais aos meninos.

Começam a descobrir a diferença entre os sexos e, em muitas ocasiões, seu pai é o único exemplo conhecido do sexo oposto.

“O papai é meu”, com certeza você já deve ter escutado essa frase mais de uma vez. A menina começa a sentir uma predileção pelo pai, unida a um sentimento de rivalidade frente a mãe.

Para resolver o Complexo de Electra como se deve, é necessário deixar claro à pequena garota que seu papai é seu papai e que é o marido da mamãe.

Por volta dos sete anos, a menina começará a aceitar isso e passará a se identificar mais com a mãe. Assim se iniciará a época em que a filha começa a imitar a mãe, convertendo-a em seu modelo.

Caso essa significação não aconteça, poderemos ter alguns problemas na vida adulta, como a busca incessante pela figura do pai em outros homens ou mesmo uma eterna sensação de rivalidade com a mãe.

Então, se você tem passado por situações difíceis na educação das meninas, procure ajuda profissional e garanta um futuro adequado e saudável às suas filhas.

Retirado de El complejo de Electra en las niñas (traduzido e adaptado)

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Complexo de Édipo

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Complexo de Édipo, com certeza você já ouviu esse termo, mas sabe do que se trata?

A tragédia do Édipo Rei, escrita por Sófocles há mais ou menos 2500 anos, narra a história de um rei com o nome Édipo, que sem saber, mata seu próprio pai e casa com sua mãe, ignorando o vínculo que os ligava.

Daí o nome que se dá a algo que acontece na vida de todo mundo, de acordo com as investigações do tio Freud, pai da Psicanálise: o complexo de Édipo.

Freud descobriu  que existe um período, entre os três e os seis anos de idade, em que as crianças experimentam uma espécie de enamoramento ao genitor de sexo oposto ao seu

E ainda que muitas pessoas não deem importância ao fato do menino dizer que quer se casar com a mãe ou a filha dizer que quer se casar com o pai, pensando ser isso só coisa de criança.

Diversos estudos demonstram que não só as crianças falam sério, mas que também podem sofrer sérias consequências se não receberem dos pais a ajuda necessária para resolver adequadamente a situação.

Com frequência, estas crianças estão dominadas pelo fator emocional, gerado por sua relação com um dos pais, tendem a ter poucos amigos e a sofrer crises de ciúme quando estes preferem estar ou fazer algo com outro amiguinho.

O que acontece com as crianças que aos seis ou sete anos conseguem resolver essa questão edipiana adequadamente:

  • Adquirem autonomia, começam a se desinteressar pela impressão que causam em seus pais;
  • Se demonstram mais sensíveis às condições sociais;
  • Se interessam cada vez mais na vida das outras crianças com a mesma idade que ela e nas atividades que elas desenvolvem;
  • Se desenvolvem bem dentro de casa, na escola e em atividades lúdicas;
  • Os pesadelos que os fazem dormir com os pais e o ciúme, cessam ou diminuem notavelmente.

Nos casos em que a criança não conhece seu pai, a mãe deverá falar abertamente com seu filho sobre o tema e o mesmo para as crianças que não tem mãe. Por diversas razões, que podem ir desde a falta de um companheiro até a má relação de casal, não é raro encontrar casos de pais e mães que buscam, talvez de maneira inconsciente, que seu filho se converta em substituto de seu par.

Se essa criança chega a vida adulta sem ter quebrado essa “relação de casal” que aconteceu com seu pai ou mãe, o mais provável é que enfrente dificuldades para estabelecer um vínculo amoroso, forte e duradouro com alguém.

O papel, dentro da dinâmica triangular pai-mãe-filho(a), que opera na mente da criança, é determinante em seu desenvolvimento, razão pela qual é tão importante que se localize de maneira adequada na posição que lhe corresponde.

O Complexo de Édipo é coisa séria e precisa ser monitorado com cautela, para que não haja nenhum percalço no desenvolvimento da criança.

Se acha que precisa de ajuda para lidar com essa fase, não hesite e procurar por um psicólogo ou psicóloga infantil, eles podem te ajudar muito na tarefa de educar de maneira saudável.

Retirado de Psicologia para niños (traduzido e adaptado)

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Depressão infantil

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Depressão não é só coisa de adulto. A depressão infantil também é uma realidade e faz muitas crianças sofrerem. Na infância a depressão vem acompanhada além da tristeza, de uma série de sintomas, como mudanças bruscas de humor, birras por qualquer motivo, alto nível de ansiedade e outras coisas mais.

Diferença entre depressão infantil e tristeza

A depressão infantil é uma desordem caracterizada por uma alteração no estado de ânimo, alterações identificadas na escola, em casa e na comunidade, mas é preciso saber identificar quando há uma depressão e quando a criança está somente triste, porque muitas vezes podem estar tristes, como os adultos e isso não significa que estejam deprimidas.

Para afirmar que está verdadeiramente deprimida, essa criança precisará passar por um médico, que a identifique corretamente. A criança deverá estar muito triste, apresentar uma série de alterações que se notam no colégio, entre os amigos, com os pais e em todo lugar, por um período relativamente longo. Uma criança deprimida passa o dia todo triste, deixa de fazer suas atividades, perde o apetite, fica apática…

A depressão poderá se apresentar em 3 níveis, de acordo com o tempo e os sintomas: leve, moderada ou grave. E é preciso saber também, que os sintomas variam de acordo com a idade.

Em que idade as crianças podem apresentar sintomas depressivos?

Não existem dados exatos à respeito de prevalência de depressão em crianças, mas podemos identificar algo como entre 1 e 3% entre a primeira infância. É verdade que podemos ver muitas crianças tristes, mas não necessariamente deprimidas e é exatamente aí que se precisa ter cuidado. Já entre os pré-adolescentes a taxa aumenta um pouco e varia entre 3 e 9%, visto que estão passando pela puberdade e por algumas mudanças bastante significativas.

Principais sintomas da depressão infantil

A depressão infantil apresenta as mesmas características que a dos adultos, mas com algumas diferenças quanto a expressão.

  • A duração deve ser de no mínimo duas semanas e não pode estar associada ao uso de nenhuma substância.
    • Humor deprimido: as crianças e os adolescentes, podem apresentar um estado de ânimo deprimido ou irritado. Os menores geralmente não são capazes de descrever como se sentem e então queixam-se de sintomas físicos imprecisos, tem uma triste expressão facial, escassa comunicação visual. A irritação pode se manifestar em condutas agressivas ou ações que demonstrem hostilidade ou raiva. Nos adolescentes os transtornos de ânimo são mais parecidos com os dos adultos.
    • Perda de interesse no ambiente, incapacidade para desfrutar de atividades rotineiras, na escola, com os amigos ou em casa.
    • Falta de energia: não brinca, não quer ir à escola, em casa está sempre desanimado, não fala…
    • Perda de confiança e autostima, sentimentos de inferioridade.
    • Auto-desvalorização: nas crianças podemos perceber sentimentos de culpa excessiva ou inapropriada.
    • Ideias autodestrutivas: tanto nas crianças como nos adolescentes se podem observar sinais não verbais de condutas suicidas, como realizar ações em que corre riscos, as vezes, como se fosse um jogo, ou adotar comportamentos auto-lesivos, como cortar-se, bater-se ou arranhar-se.
    • Incapacidade para concentrar-se ou tomar decisões, que no caso das crianças se traduz em problemas de conduta ou baixo rendimento escolar.
    • Atividade psicomotora agitada o inibida.
    • Alterações de sono.
    • Variações de peso (nas crianças geralmente ocorre aumento).
    • Queixas somáticas (dor de cabeça, barriga, pernas…). Este critério é bastante frequente nas crianças menores.

Ao menor sinal de depressão infantil, procure ajuda, vá ao psicólogo, psiquiatra e ajude a criança a reencontrar o bem-estar 😉

Referências
Depresión Infantil
La depresión infantil

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Culpa: um veneno para a alma

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Sabia que a culpa pode se transformar em um veneno que encharca a sua alma e te impede de ser feliz? Pois é, cuidado com isso!

A culpa surge e pode nos acompanhar desde muito cedo. Ainda pequenos nos sentimos rejeitados e abandonados, o que nos gera frustração e por vezes, raiva das pessoas que mais amamos: geralmente nossos pais.

A raiva é um sentimento natural, mas geralmente muito mal compreendida e constantemente censurada e proibida. A criança, tadinha, aprende que é feio sentir raiva dos pais e daí começam os primeiros grandes conflitos da vida. Sinto isso, mas não posso. Com poucos anos de idade, como controlar? Surgiu a CULPA! Continue lendo

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Criança ferida: a cura interior

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Você já é bem crescida(o), tem responsabilidades, deveres e problemas de gente grande, mas ainda se comporta como uma criança ferida e magoada, o que acaba gerando dificuldades nos seus relacionamentos. Acertei?

O ser humano nasce, cresce, se desenvolve, cria e conquista muitas coisas, mas devido a questões e sentimentos de sua infância que ficaram mal resolvidos, acaba tendo reações emocionais que não deseja, mas que também não consegue evitar. Continue lendo

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Igualdade de gênero: vamos falar sobre isso?

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Hoje tem assunto polêmico por aqui, a igualdade de gênero, que há tempos vem abrindo discussões e dividindo opiniões entre a galera.

Sempre que um assunto envolve polêmica, a gente aqui do Psico.Online pensa bastante antes de se manifestar, até pra não cometer nenhuma injustiça. Debatemos, pensamos e repensamos e só então, partimos pra um texto. Desse modo, queremos deixar claro que não existe juízo de valores nesse blog e se você for contrário ao que lê, fica à vontade pra abrir discussão nos comentários e se for à favor, à vontade também, ficamos felizes quando rola comentário. <3 Continue lendo

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