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10 coisas que um casal não deveria fazer

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É bastante comum que com o tempo o casal comece a ter alguns costumes inadequados, que no final das contas podem acabar com a relação. Então, pra ajudar na tarefa de manter a relação feliz e em harmonia, a gente decidiu compartilhar com você essa lista de

10 coisas que um casal NÃO deveria fazer

  1. Não prestar atenção suficiente no/a parceiro/a

Se você tem o costume de revisar e-mails ou usar o WhatsApp enquanto o outro está aborrecido no quarto ao lado ou mesmo no canto oposto do sofá, então podemos dizer que vocês não estão juntos. Cedo ou tarde vocês não terão mais comunicação e será muito difícil compartilhar qualquer assunto que seja. Tente prestar atenção suficiente na relação, demonstre que seus sentimentos são verdadeiros.

Você também pode gostar de “Dicas para uma relação saudável”

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Sobre segredos, vidas secretas e afins

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Recebemos uma Caixa de Segredos nessa semana, que levei dias pensando em como colocaria uma resposta em texto.

Não porque é um assunto difícil de se falar, mas porque é um assunto com tantos tabus que daria um livro.

O segredo em questão vem de um rapaz, casado, que mantém casos extra-conjugais com outros homens e me pergunta o que deve fazer.

Minha primeira resposta é: FAÇA O QUE TE FIZER FELIZ! Mas, eu sei que precisamos entender um pouquinho o porquê dessa sua pergunta.

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Relacionamentos: o caso Fátima e Bonner

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Ah como os relacionamentos são interessantes!

Ontem acordamos com a notícia bombástica da separação de Fátima Bernardes e Willian Bonner e, à medida em que eu ia consultando meu feed de notícias, verificava a indignação das pessoas, os memes e a decepção de outras em relação ao amor.

Frases do tipo “agora não tem mais como acreditar no amor” ou “acabou a esperança de um amor pra sempre” escorriam pela tela e eu comecei a refletir sobre a dinâmica dos relacionamentos e nossos desejos de algo eterno. Continue lendo

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Separação: cinco fases para superar

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As fases da separação

Que fases de separação são essas que temos que superar? Quais são as suas características? Pois bem, nós vamos responder.

As etapas da separação são 5 e o último passo é a aceitação. Cda pessoa vive as etapas da sua maneira e o tempo de superação vai depender de muitos fatores. Por exemplo, a intensidade do sentimento, o tempo de relação ou experiências prévias de separação e desamor.  Continue lendo

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Separação, divórcio e o desamor uma fase de difícil superação

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A Separação, divórcio e o desamor é uma fase de difícil superação pela qual, quase todos irão passar, com mais ou menos intensidade MAS que passa.

Você sabia que existem pelo menos 5 fases pelas quais teremos que passar até que consigamos nos esquecer de alguém especial?

Pois é, superar o desamor e a ruptura com alguém que amamos não é nada fácil. São muitos os momentos bons que deixaremos pra trás e a torrente de emoções que uma situação de separação nos proporciona pode se assemelhar ao fim do mundo. Continue lendo

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Pedir um tempo: isso funciona?

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Pedir um tempo… “tempo, tempo, tempo, tempo, és um dos deuses mais lindos” (sim, eu escrevi essa frase cantando) 😛

Se você nunca passou por essa situação talvez seja difícil opinar, mas certamente tem uma ideia à respeito do tal tempo nos relacionamentos, não? Pois bem, será que existe uma fórmula certa sobre a função desse afastamento entre os casais? Bora pensar: Continue lendo

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Relacionamento perfeito e o auto-boicote

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O relacionamento perfeito está nos planos de vida da maioria das pessoas, homens e mulheres que buscam a parceria ideal, compreensiva, educada, bonita, que beba cerveja, leia, assista filmes, goste de conversar, goste de ficar um pouco sozinha, goste de dormir, goste de se exercitar.

A “perfeição” é tão relativa que nem percebemos que estamos em busca de algo praticamente inatingível, criamos um personagem dos nossos desejos que dificilmente existirá por completo, como queremos, e aí começa o tal auto-boicote.

Relacionar-se requer resiliência, paciência, compreensão. O amor não nasce pronto, ele é feito de ajustes diários, de erros e acertos que quando respeitados só fazem crescer o sentimento e amadurecer o casal.

Existem as pessoas que projetam tão detalhadamente o seu par, que antes mesmo de o amor dar certo já começam a prever um fracasso, simplesmente por não aceitarem algo diferente do idealizado. Não se permitem a novidade, a surpresa.

Acredito que buscamos com tanta frequência no outro aquilo que vai nos completar, que esquecemos de olhar pra tudo o que temos dentro de nós, não cultivamos o amor próprio, nos debruçamos em jogar a responsabilidade da nossa felicidade nas mãos do outro e quando ele não dá conta, nos decepcionamos e o culpamos, como se fossemos pobres coitados que não conseguem nunca encontrar o verdadeiro amor.

Vamos hoje compartilhar um texto, pra ver se conseguimos refletir e encontrar o nó que nós mesmos criamos em nossa vida amorosa e lembre-se, para todo nó existe um psicólogo pronto para ajudar a desatar 😉

E os motivos para não dar certo era ele mesmo quem criava. E, na verdade, se dedicava bastante para isso, apresentando sempre um empecilho único e especial para cada mulher que passava por sua vida.

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casal sentado no trilho com coração partido

Da Traição

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Traição: andei debruçada sobre este assunto, antes de mais nada sei que isso não costuma ser visto como mérito algum e de fato não é. O mérito que há é o de você conseguir ser coerente neste momento, não estou falando conivente, mas coerente com você, com a sua história, com a história de vocês e não dar a ela o trágico final esperado. Se for de sua vontade e se estiver preparada para por um ponto final… parabéns! Você passou de nível nesta vida, mas traicaorespeite-se, não se entregue às cenas de folhetim, não se entregue ao sentimento de vingança que irá lhe atacar, não se entregue à tristeza, não se entregue ao sentimento de culpa que você muito possivelmente irá atrair na intenção de diminuir o objeto da sua dor.

Racionalizando: racionalizando sobre, descobri que existem fatores quase matemáticos que explicam à você a grande pergunta… Por quê? Por que ele me traiu? Por que ele estragou tudo? Por que se a nossa música era linda, se nosso primeiro, segundo e trigésimo encontros foram perfeitos? Se o nosso casamento era perfeito, por quê?

Porque ele(a) não te traiu, apenas descobriu o que deveria ter descoberto antes de qualquer relacionamento… agora sabe que pode existir, independente de você e não é todo mundo que consegue ter essa consciência e vivencia-la de uma forma saudável. Todos deveriam descobrir-se senhor de seu destino antes de se relacionarem, assim, quando em um relacionamento, já teriam plena consciência de sua condição de escolha e não se deslumbrariam como crianças para um novo brinquedo, saberiam que brincavam daquilo que escolheram e não delegariam ao outro as responsabilidades de suas opções.

Alguns já se aperceberam desse “fator libertador,” mas foram cegados pela paixão e quando esmorecem os efeitos desta, se não houver um amor construído, as coisas podem tomar novos rumos.

Administrando perdas: Uma das coisas mais cruéis do fim de um relacionamento, é que ele meio que arruina de imediato os filmes, livros, lugares, amigos e músicas que vocês compartilhavam e para isso eu tenho uma boa dica: ao invés de fugir das coisas e espernear coraçãoquando cruzar com elas, associe-as à outras pessoas e eventos, se agora não dá não tem problema, escute a música de vocês, lembre-se do que era bom, se for pra chorar vivencie essa dor logo, para que ela dê lugar a novos sentimentos.

Seguindo esses passos chegará a um lugar que não imaginava chegar. É quase como a iluminação para o budismo (risos), um lugar lindo, novo e cheio de oportunidades de ser feliz… Um lugar onde cabe felicidade, renovação e até perdão se você assim desejar. Um lugar chamado futuro.

Eu aprendi que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito
William Shakespeare

Por Rosemeri Martins – Estudante de Psicologia

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cena de amor casal sentado na cama e cantando juntos

Amor: Sobre o ele/a e suas sutilezas

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prova de amor marido cobrindo a esposa que dorme

Quando a gente ama, é claro que a gente cuida. O amor é feito disso: cuidado.

Falamos bastante sobre amor neste blog, acho que porque é um dos sentimentos mais sublimes, que acalenta a alma e faz o coração querer bater. Daí hoje, decidimos ao invés de escrever ou falar sobre ele, compartilhar esses desenhos lindos e cheios de inspirações do artista Puung, um coreano que conseguiu captar a sensibilidade e detalhes que representam uma relação amorosa. Qual o seu predileto, conta pra gente nos comentários?

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Porque eu acredito em nós dois

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Nós dois, é até bem simples de explicar.

Houve muita coisa ao longo dos meus poucos-tantos anos, em que acreditei com toda minha fé e, com alguma dor, deixei de acreditar. Na generosidade da fada do dente. No sexo feminino da Vovó Mafalda. Na possibilidade de andar nas nuvens. Desilusões, no melhor sentido da palavra. Quem nunca?

E dentre as ilusões e outras peças que a vida nos prega, eu já acreditei naquele amor dos contos de fadas, que tudo vence e que nunca se vê em risco. Já acreditei nos amores divinos, traçados há milênios, verdadeiramente predestinados. Já acreditei em amores blindados, que passam pela vida como um tanque de guerra sem nem perceber ameaças ao redor.

Mas cada uma dessas hipóteses foi caindo pelo meio do caminho. E eu já não sabia muito bem no que acreditar- ou pior, se já não deveria acreditar em mais nada do amor, vivendo apenas de relações superficiais, que nunca mergulhassem fundo, bastando que fizessem algum sentido a curto prazo. Acreditar em pouco e não naquele tanto que é a fé no amor como base, meta, alicerce e destino.

Mas aí veio você. Veio você falando bobagem, veio você sem pretender ser a razão da minha vida. E vim eu. Vim eu querendo rir, querendo meia dúzia de coisas boas perto de você. Sem querer planejar se acordaríamos juntos pelo resto da vida ou se nem quereríamos dormir lado a lado naquela noite. Era o que era. E era bom assim.

E eu comecei a perceber que isso poderia dar certo. Que isso poderia dar muito certo. Um amor terreno: era isso, apenas. Com mil desafios, mil parafusos para apertar, mil chatices para tolerar, mil dúvidas e só uma certeza: a de acreditar nessa história.

E sabe por que eu acredito em nós dois?

Porque tem dias em que você está chato para caralho. E eu olho para o seu rosto e penso “nossa, ele está chato para caralho”. E mesmo assim eu quero ficar ao seu lado no sofá.

Porque tem dias que eu fico insuportável. Choro, critico, reclamo e acuso. E sei que você pensa que dentre todas as criaturas insuportáveis do mundo, eu sou a única que você suporta suportar.

Porque você puxa a coberta. Eu te chuto de noite. Você ronca. Eu babo. Você fica puto porque meu celular vibra à noite. Eu fico puta porque você coloca o despertador para 15 minutos antes do necessário. E todo dia é para essa cama que a gente quer voltar, no matter what.

Porque às vezes você fica preso no trabalho até tarde. E eu fico chateada porque queria que você chegasse logo porque estar com você é a melhor parte do dia e eu não quero que ela seja mais curta. Mas eu entendo.

Porque há finais de semana em que eu preciso trabalhar. E você resolve trabalhar também, na outra ponta da mesa. E uma hora a gente diz que chega por hoje e sai para tomar o ar na noite.

Nós dois na terceira idade. Lá na frente, um casal.

E acredito na gente porque não somos um conto de fadas. Porque eu nunca tive vocação para esperar um príncipe de cabelo jogadinho que chegaria a cavalo. E se eu fosse dessas, você, graças a Deus, nunca teria se interessado por mim. Nos encontramos porque ambos caminharam até aqui e quiseram seguir caminhando juntos.

Acredito em nós dois porque não precisamos acreditar que esse é um amor divinal. Não precisamos ser escravos do destino. Não estamos aqui pela vontade de algum astro ou de algum deus. Estamos aqui por uma única razão: nós queremos estar.

E porque a gente não quer que seja blindado. Não queremos a certeza de que fomos ontem, somos hoje e seremos amanhã. O risco faz parte de tudo o que é de verdade. E disso nós fazemos questão: que seja de verdade. Com fiapos para arrancar e atrasos para tolerar, com arestas para aparar e erros para perdoar. Eu acredito em nós dois porque no meio desse mundão com tanto amor fantástico, incrível e impecável, nós somos apenas um amor de verdade.

Por Ruth Manus. Retirado de http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/ruth-manus/porque-eu-acredito-em-nos-dois/

Sometimes you need to let things go (às vezes você precisa deixar ir) – redescobrindo o amor próprio

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As vezes você precisa deixar ir.

deixar ir as vezes é necessárioHá uma semana atrás eu estava me casando, depois de um namoro de 14 anos cheio de histórias pra contar. Não foi e nunca será uma relação perfeita (porque não existem), mas sem sombra de dúvidas, uma coisa fez com que chegássemos até aqui juntos: o AMOR, próprio, em primeiro lugar!

E por que eu resolvi escrever sobre isso? Porque sinto que amor é o assunto do momento, mas que infelizmente tanta gente tem se perdido nesse sentimento. Banalizando, colocando travas, tornando-o pesado, escravizando-o, quando na verdade o amor é tão leve e deve ser tão livre.

No meio desses 14 anos tantas coisas aconteceram e claro, rupturas incontáveis também, algumas por desgaste, outras por incompatibilidades, mas todas por falta de maturidade emocional e eu só sei disso, porque em nossa “última crise” e depois de muita terapia, cheguei a essa maturidade e a conclusão de que nada poderia ser mais importante do que me cuidar e de que eu precisaria abrir mão, inclusive do sofrimento de estar com alguém, se quisesse realmente ser feliz (ou entrar no caminho da felicidade) e eis que quando decido assumir isso, o milagre (ou o quase óbvio) acontece, eu me olho, me cuido, me reinvento e o outro me olha, me reenxerga e nos reinventamos, redescobrimos o amor próprio e com ele o amor verdadeiro pelo outro e desde então, entre descobertas e ressignificações, nos “reamamos”, aprendemos a respeitar, ouvir e falar e podemos dar um passo à mais na relação, com a certeza de que o amor próprio sempre deve estar em primeiro lugar.

Veja também outros posts sobre deixar ir:

Parem de ser mimados e lutem pelos seus relacionamentos

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trocar lâmpada - mimados

É muito fácil jogar a toalha.

Mimados. Uma vez li em algum lugar que os relacionamentos são como as casas: quando uma lâmpada queima você não muda de casa, você troca a lâmpada. Nunca esqueci disso. Sobretudo porque às vezes acho que as pessoas não estão tendo saco para trocar lâmpadas, nem para cuidar de casa nenhuma.

Claro que não venho aqui com um discurso antiquado e equivocado, dizendo que as pessoas devem aceitar viver em relacionamentos infelizes. Isso nunca. A vida é muito curta. O que venho me perguntando é se as pessoas não estão jogando a toalha cedo demais.

Me pergunto se as pessoas não estão confundindo os relacionamentos da vida real com os dos finais de filmes. Até porque os filmes não se preocupam em nos mostrar que o “felizes para sempre” é uma construção permeada por alguns dias infelizes e não um conto de fadas hipócrita.

Fico pensando: se as pessoas investissem muito dinheiro num negócio, uma pequena empresa, como projeto de vida, quanto elas lutariam por ela. Quantas noites mal dormidas elas aceitariam em nome de um projeto no qual elas apostaram tantas fichas. Quantas chatices: conversas com o contador, prestação de contas, cobranças de clientes. Eu tenho certeza de que quase todos os que conheço aguentariam firme, com coragem, compromisso e foco para concretizar essa meta.

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