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10 coisas que um casal não deveria fazer

3 min de leitura

É bastante comum que com o tempo o casal comece a ter alguns costumes inadequados, que no final das contas podem acabar com a relação. Então, pra ajudar na tarefa de manter a relação feliz e em harmonia, a gente decidiu compartilhar com você essa lista de

10 coisas que um casal NÃO deveria fazer

  1. Não prestar atenção suficiente no/a parceiro/a

Se você tem o costume de revisar e-mails ou usar o WhatsApp enquanto o outro está aborrecido no quarto ao lado ou mesmo no canto oposto do sofá, então podemos dizer que vocês não estão juntos. Cedo ou tarde vocês não terão mais comunicação e será muito difícil compartilhar qualquer assunto que seja. Tente prestar atenção suficiente na relação, demonstre que seus sentimentos são verdadeiros.

Você também pode gostar de “Dicas para uma relação saudável”

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desejo sexual, casal na cama, tesão, briga de casa, desejo sexual, intimidade, rotina

O desejo sexual desapareceu e agora?

2 min de leitura

As vezes parece que o desejo sexual se escondeu dentro da geladeira, não é mesmo?

Mas por que será que isso acontece e tem solução pra esse mal?

Esse texto vai em resposta à uma Caixa de Segredos, a pessoa nos conta um pouquinho de sua vida e diz que já não consegue mais ter relações com seu par

o desejo sexual sumiu!

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Posso me apaixonar pela Internet? Claro!

1 min de leitura

Posso me apaixonar pela Internet? Foi a pergunta que me fizeram esses dias.

Claro! Foi minha primeira resposta. Como diz um grande filósofo da atualidade “o real está no virtual como uma árvore está em uma semente”. A frase dele, claro é um pouco mais complexa e profunda (de origem Aristotélica e tal, deu um livro, você pode ler mais aqui), mas essa simplificação ajuda.

Sim! Podemos nos apaixonar online: pela Internet, chat, Whatsapp, Apps, na vida, pela vida por pessoas da nossa vida e que entram nela através da telinha do computador ou smartphone. Continue lendo

abraço seguro

Abraço seguro para pessoas tristes

4 min de leitura

O abraço seguro reconforta, traz – quem diria – segurança e muitas vezes paz. Já falamos da função do abraço no post do dia do abraço e não seremos repetitivos.

Também mostramos no post da pessoa triste, como um abraço seguro (sushi de pessoa triste) é reconfortante.

Nestes quadrinhos, há uma pequena história, adaptada para dar fluxo a narrativa e no final, transcrevemos o mito de Tétis e Peleu que explica o motivo, a moda grega, do porquê buscamos refugio no peito do nosso par. Esperamos que você goste e compartilhe muito! 😉

Ah! Quando encontramos esse quadrinho, resolvemos buscar o autor, mas infelizmente não encontramos. Se souber, deixe nos comentários, por favor.

O abraço seguro – era uma vez…

No princípio todos fomos felizes. Éramos completos. Perfeitos em sintonia e em uma única forma.

No princípio, todos fomos felizes. Éramos completos. Perfeitos em sintonia e em uma única forma. Mas um dia, tudo mudou.

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cena de amor casal sentado na cama e cantando juntos

Amor: Sobre o ele/a e suas sutilezas

2 min de leitura
prova de amor marido cobrindo a esposa que dorme

Quando a gente ama, é claro que a gente cuida. O amor é feito disso: cuidado.

Falamos bastante sobre amor neste blog, acho que porque é um dos sentimentos mais sublimes, que acalenta a alma e faz o coração querer bater. Daí hoje, decidimos ao invés de escrever ou falar sobre ele, compartilhar esses desenhos lindos e cheios de inspirações do artista Puung, um coreano que conseguiu captar a sensibilidade e detalhes que representam uma relação amorosa. Qual o seu predileto, conta pra gente nos comentários?

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Porque eu acredito em nós dois

3 min de leitura

Nós dois, é até bem simples de explicar.

Houve muita coisa ao longo dos meus poucos-tantos anos, em que acreditei com toda minha fé e, com alguma dor, deixei de acreditar. Na generosidade da fada do dente. No sexo feminino da Vovó Mafalda. Na possibilidade de andar nas nuvens. Desilusões, no melhor sentido da palavra. Quem nunca?

E dentre as ilusões e outras peças que a vida nos prega, eu já acreditei naquele amor dos contos de fadas, que tudo vence e que nunca se vê em risco. Já acreditei nos amores divinos, traçados há milênios, verdadeiramente predestinados. Já acreditei em amores blindados, que passam pela vida como um tanque de guerra sem nem perceber ameaças ao redor.

Mas cada uma dessas hipóteses foi caindo pelo meio do caminho. E eu já não sabia muito bem no que acreditar- ou pior, se já não deveria acreditar em mais nada do amor, vivendo apenas de relações superficiais, que nunca mergulhassem fundo, bastando que fizessem algum sentido a curto prazo. Acreditar em pouco e não naquele tanto que é a fé no amor como base, meta, alicerce e destino.

Mas aí veio você. Veio você falando bobagem, veio você sem pretender ser a razão da minha vida. E vim eu. Vim eu querendo rir, querendo meia dúzia de coisas boas perto de você. Sem querer planejar se acordaríamos juntos pelo resto da vida ou se nem quereríamos dormir lado a lado naquela noite. Era o que era. E era bom assim.

E eu comecei a perceber que isso poderia dar certo. Que isso poderia dar muito certo. Um amor terreno: era isso, apenas. Com mil desafios, mil parafusos para apertar, mil chatices para tolerar, mil dúvidas e só uma certeza: a de acreditar nessa história.

E sabe por que eu acredito em nós dois?

Porque tem dias em que você está chato para caralho. E eu olho para o seu rosto e penso “nossa, ele está chato para caralho”. E mesmo assim eu quero ficar ao seu lado no sofá.

Porque tem dias que eu fico insuportável. Choro, critico, reclamo e acuso. E sei que você pensa que dentre todas as criaturas insuportáveis do mundo, eu sou a única que você suporta suportar.

Porque você puxa a coberta. Eu te chuto de noite. Você ronca. Eu babo. Você fica puto porque meu celular vibra à noite. Eu fico puta porque você coloca o despertador para 15 minutos antes do necessário. E todo dia é para essa cama que a gente quer voltar, no matter what.

Porque às vezes você fica preso no trabalho até tarde. E eu fico chateada porque queria que você chegasse logo porque estar com você é a melhor parte do dia e eu não quero que ela seja mais curta. Mas eu entendo.

Porque há finais de semana em que eu preciso trabalhar. E você resolve trabalhar também, na outra ponta da mesa. E uma hora a gente diz que chega por hoje e sai para tomar o ar na noite.

Nós dois na terceira idade. Lá na frente, um casal.

E acredito na gente porque não somos um conto de fadas. Porque eu nunca tive vocação para esperar um príncipe de cabelo jogadinho que chegaria a cavalo. E se eu fosse dessas, você, graças a Deus, nunca teria se interessado por mim. Nos encontramos porque ambos caminharam até aqui e quiseram seguir caminhando juntos.

Acredito em nós dois porque não precisamos acreditar que esse é um amor divinal. Não precisamos ser escravos do destino. Não estamos aqui pela vontade de algum astro ou de algum deus. Estamos aqui por uma única razão: nós queremos estar.

E porque a gente não quer que seja blindado. Não queremos a certeza de que fomos ontem, somos hoje e seremos amanhã. O risco faz parte de tudo o que é de verdade. E disso nós fazemos questão: que seja de verdade. Com fiapos para arrancar e atrasos para tolerar, com arestas para aparar e erros para perdoar. Eu acredito em nós dois porque no meio desse mundão com tanto amor fantástico, incrível e impecável, nós somos apenas um amor de verdade.

Por Ruth Manus. Retirado de http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/ruth-manus/porque-eu-acredito-em-nos-dois/

Mulher que dá na primeira noite… essa é pra casar

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casal

“Essa é para casar”…

Primeiro eu gostaria de dizer que essa é uma conversa de homem pra homem (ou de homem para aquela mulher que tem a mente aberta). Aquela que nosso pai deveria ter tido com a gente. Se você prefere ficar vendo tirinhas engraçadas, vídeos que serão esquecidos em minutos ou fofocas na internet, pode parar por aqui.

Mesmo que esse texto seja desnecessário para muitos homens (e mulheres), é possível que haja leitores Phd ainda desavisados, então vamos direto ao ponto.

“Puta x mulher pra casar”? Pense de novo. Continue lendo