controle, arrependimento, mudança, dúvida

Controle? Reagimos sem querer e agora?

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Uma das grandes queixas que as pessoas possuem é sobre o fato de conseguir controlar-se ou não. Situações acontecem em nossas vidas e nos deixam fora de controle.

Temos comportamentos de irritação, mau humor, choro e, por vezes, de extremo nervosismo. Estes comportamentos podem ser externalizados de maneira desastrosa, atingindo pessoas que não tem relação com o fato da nossa instabilidade.

Observo muitas pessoas fazendo alguma das afirmações como: “eu gostaria de dedicar mais tempo para os estudos, mas não consigo e acabo estudando somente nas vésperas das avaliações”; “eu queria ser menos ciumento, mas não consigo”; “não consigo me controlar no trânsito”; “demorar na fila do supermercado me deixa extremamente irritado”. (mais…)

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A persistência da violeta

Persistência é a planta que deve ser regada

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Persistência, essa é a palavra deste texto. Sabe qual o motivo? Por persistência. Precisamos regá-la como tudo que é difícil de “pegar”.

Na minha terra, tem plantas que pegam fácil.
“Planta isso que vai pegar” diz a fulana na rodinha de conversa.
Faz isso ou faz aquilo.
Umas opiniões são boas e outras nem tanto.

“Ah, essa não vai pegar…” mas, tem outras plantas que não “pegam” nem com santa benzedeira. A persistência é uma dessas, que pegam, mas que você tem que trabalhar muito a terra para provar para fulana que ela estava errada.

Na verdade, persistência. Provar para si.

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medo, medos, dor nas costas, costas travadas, lombar

Quando o medo trava tudo

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Esse é um texto sobre a quase falta de idéias, sobre quando as costas travam, o pescoço trava, o raciocínio trava.

Tenho exatos 36 minutos pra escrever um texto antes de começar a “trabalhar”. Tive um dia intenso, que começou bem cedo e vai terminar bem tarde. Um dia daqueles muito produtivos, que você acorda com frio na barriga (e no meu caso no resto do corpo também, porque estou vivendo o outono) e sabe-se lá como vai terminar. (mais…)

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20 dicas psicológicas para nervoso, frustração, ansiedade, pânico, desantenção e outras…

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Dicas psicológicas são meios de você mudar a sintonia quando encontra alguma dificuldade que precisa lidar. No repost abaixo (não sabemos se foi feito pelo site moleton ou pelo artista moletom) há uma série de informações que podem ajudar quando:

Você está nervoso, frustrado ou cansado

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Na pele do outro: um exercício de empatia

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Imagine-se na pele de alguém que você não gosta, na pele do outro, para um exercício de empatia (capacidade de projetar a personalidade de alguém num objeto, de forma que este pareça como que impregnado dela) e depois continue lendo.

A maioria consegue, já adianto; se você não conseguiu, é bom marcar uma conversa com um psicólogo ou uma psicóloga de confiança urgentemente para entender essa dificuldade, urgentemente mesmo e logo explicarei o motivo.

O post de hoje é sobre o vídeo abaixo, produzido para campanha do www.inter-lgbt.org e vai seguir a linha do soco no estômago que é ele, antigo até, de março de 2016 lançado sobre o nome “Le parcours” – O curso.

O vídeo trata da corrida que a minoria LGBT enfrenta, porém não falarei sobre o que o vídeo propõe, até por que fica claro o objetivo dele: mostrar o sofrimento e a resiliência pelos motivos que conhecemos além do quanto se precisa correr em direção a mudança cultural. (mais…)

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Você tem a obrigação, o direito e a responsabilidade de acreditar em você

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Parece muito fácil essa obrigação. Aliás, algumas pessoas no mundo nascem com a crença nelas imaculada, mas, em muitos casos é só fachada.

Entenda que obrigação, direito e responsabilidade são um tripé que precisa estar equilibrado para uma vida saudável.

Todo mundo tem dúvidas se está agindo ou não corretamente. Não há um manual que ensine ou guie nossos caminhos. Nossa vida, e a de todo mundo, é repleta de conhecimentos particulares, que acabam pautando nossas decisões.

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relacionamento

Relacionamento: dicas para torná-lo saudável

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Hoje vamos apresentar algumas dicas sobre como conseguir um bom relacionamento!

Sabemos que não é fácil manter o controle da situação quando estamos aborrecidos ou com raiva, mas a maneira como nos expressamos pode mudar toda a história e transformar a sua relação em algo saudável.

Os relacionamentos mais saudáveis geralmente incluem em sua receita, boas maneiras de se expressar, respeito, ponderação, gentileza.

Esse vídeo do pessoal da Incrível tem algumas dicas muito bacanas, pra manter o autocontrole e não estragar as relações. Vem ver! 😉

 

Veja também outros posts do Psico.Online sobre Relacionamento:

Viu o vídeo? Comente conosco se gostou ou não.

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Conheceça os sinais que indicam que você precisa falar com um psico

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Você precisa falar: Não é tão ruim quanto parece. Falar com um psico ou iniciar uma terapia é tão importante quanto fazer um checkup para verificar se o coração e o colesterol estão em dia, mas sejamos sinceros, fazer terapia ainda (e infelizmente) é raro, mal-visto ou no mínimo, fora do comum.

Tudo começou quando éramos pequeninos, quando alguém da nossa escola ia para a sala do psicólogo quando “estivesse aprontando demais” ou quando vimos alguém que teve um problema que consideramos grave, ser dirigido para um especialista. A partir daí, nossa imagem de terapias, psicólogos adquiriu uma relação que precisamos mudar.

A primeira coisa que você precisa saber é que um psico NÃO é sinônimo de melhor amigo, e que fazer terapia não significa felicidade instantânea.

Consultar um psico se trata de buscar apoio de um profissional capacitado, que estudou no mínimo 5 anos e que te oferecerá ferramentas para lidar com os problemas que se apresentam e se apresentaram em toda sua vida.

É um processo longo que pode durar meses e em alguns casos, anos.

No caminho você descobrirá partes suas que não gosta e recordará de momentos difíceis da sua vida.

Mas quando considerar buscar ajuda psicológica ou falar com um psicólogo para fazer terapia?

Há momentos na vida que adotamos certos hábitos ou começamos a nos comportar de uma forma que não poderíamos dizer que seja a mais saudável. Isto posto, o que deveria ser “normal” deixa de ser e as coisas parecem não fazer muito sentido.

Por isso mesmo, nunca será exagerado recorrer a um profissional especialista quando uma das seguintes situações se apresentar:

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Quando me falta o controle: as dificuldades de quem não tem inteligência emocional (IE)

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inteligência emocional

Identificar nossas emoções pode parecer simples: tristeza, irritação, felicidade… quantas vezes por dia você apercebe suas próprias emoções? E quando isso acontece, você sempre sabe o que fazer diante delas?

Pois é, parece que nem todo mundo sabe bem o que fazer. Inteligência emocional é a capacidade do ser humano em perceber e lidar com as suas emoções e com as dos outros.

Quando falta IE o indivíduo pode se tornar arrogante, inconveniente, despreparado para lidar com o outro e desse modo, a inteligência emocional pode ser capaz de trazer o sucesso ou o insucesso.

inteligência emocional

Vamos lembrar que para viver uma vida plena precisamos nos relacionar de uma maneira saudável e isso requer certa dose de afabilidade, gentileza, respeito, compreensão e isso nem sempre nasce com você, mas certamente podemos aprender a desenvolver e aprimorar isso tudo.

Pessoas com inteligência emocional saudável tem maior chance de se dar bem na vida, não só na pessoal, mas na profissional e na social, também.

Existem vários estudos à respeito da IE e um deles diz que existem 5 habilidades básicas para um bom desenvolvimento interpessoal (Goleman, 1995):

  • autoconhecimento emocional
  • controle emocional
  • automotivação
  • reconhecimento das emoções alheias
  • habilidade nos relacionamentos interpessoais

E aí, você acha que tem tudo isso???

Eu tenho percebido constantemente pessoas que possuem um alto conhecimento tecnológico, filosófico, político, inflarem-se com discursos de raiva, incompreensão e intolerância e me pergunto, de que adianta dominar todas as teorias, todos os assuntos, se na prática, não sabe perceber o outro, não sabe respeitar, não sabe se calar?!

Por Raquel Ferreira

Referências: GOLEMAN, D.. Emotional intelligence. New York: Bantam Books, 1995.

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