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O amor não dói, nem machuca

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A gente sempre ouve por aí alguém dizer “é tanto amor que chega a doer”. Como se para alguns, o sentimento fosse tão intenso que precisa ser acompanhado de dor e de fato, isso faz sentido. Ao colocarmos emoções tão intensas numa relação, o risco de que a dor exista é bastante alto.

Se falarmos de uma ruptura sentimental, a semelhança do que sentimentos é novamente com a dor. Parece que nos dói o coração. E, claro, é muito normal que a gente associe esse sentimento com o final de uma relação. Continue lendo

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Olhos nos olhos e o que podemos aprender

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“Olhos nos olhos, quero ver o que você diz”… dizia Chico, mas e se a gente só observasse, sem dizer nada?

Essa semana me deparei com esse vídeo, um experimento de casais se olhando por 4 minutos, sem nenhuma outra distração, olhos nos olhos e nada mais.

O vídeo está baseado num artigo do jornal New York Times e nos faz pensar em como podemos perder se não paramos para observar quem está ao nosso redor. Continue lendo

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A disseminação do ódio e a preguiça do mundo

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Sim, Trump venceu, foi com essa notícia que o mundo despertou ontem. Fatídico dia 09/11. Mesmo com toda a disseminação do ódio, do conservadorismo, do machismo, da intolerância, da homofobia, do racismo que ouvimos sair de sua boca, ele venceu.

Com sua vitória (e mais um monte de coisas somadas) veio uma onda de tristeza, de apatia e de preguiça desse mundo em que temos vivido. Continue lendo

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Onde está o amor? Você sabe a resposta?

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Mas afinal, onde está o amor?

Ao contrário do que muita gente acredita e do romantismo que isso causa, o amor não está no coração.

Mas então onde está o amor?

O amor está no cérebro. Vamos entender isso melhor. Continue lendo

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Posso me apaixonar pela Internet? Claro!

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Posso me apaixonar pela Internet? Foi a pergunta que me fizeram esses dias.

Claro! Foi minha primeira resposta. Como diz um grande filósofo da atualidade “o real está no virtual como uma árvore está em uma semente”. A frase dele, claro é um pouco mais complexa e profunda (de origem Aristotélica e tal, deu um livro, você pode ler mais aqui), mas essa simplificação ajuda.

Sim! Podemos nos apaixonar online: pela Internet, chat, Whatsapp, Apps, na vida, pela vida por pessoas da nossa vida e que entram nela através da telinha do computador ou smartphone. Continue lendo

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Como eu era antes de você: sobre o respeito

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Eu acabo de sair de uma sessão de cinema, assisti “Como eu era antes de você”, costumo chorar vendo qualquer tipo de coisa, de propaganda do dia das mães à cenas de guerra, mas dessa vez chorei um bocado à mais.

O texto vai parecer um desabafo pessoal, mas como psico, às vezes acho legal compartilhar essas reflexões com meus pacientes e aproveitando o blog, vou estender o compartilhamento.

Enfim, saí do cinema refletindo sobre meu choro e sobre o filme, como sempre faço e a conclusão foi:

Como é difícil deixar prevalecer o respeito à vontade do outro, mesmo ou principalmente, quando existe amor.

Como eu era antes de você

Sem querer dar spoiler pra quem ainda não viu, mas já dando, Lou precisa enfrentar talvez a mais difícil situação de sua vida. Will sofreu um acidente que o paralisou e depois de um tempo ele quer cometer eutanásia, tema que vale um post.

Ela se apaixonou por ele (e ele por ela) e não quer que ele leve a ideia adiante, mas “não se pode mudar quem as pessoas são”. Assim, surge a minha reflexão sobre respeitar o outro, respeitar escolhas que são diferentes das nossas, respeitar mudanças de planos, rumos diferentes.

O amor deveria ser sinônimo de respeito, mas em algum momento a gente bagunça as coisas e o amor vira sinônimo de egoísmo, da minha vontade sobre a sua. Do que eu acho melhor em detrimento da sua ideia.

O amor é livre e se você não consegue pensar assim, talvez passe parte da sua vida em completo sofrimento.

Espero e desejo que possa um dia ter o mais pleno amor, pelo outro, mas principalmente, por você!

Espero que possa experimentar desse amor livre, que não julga, nem oprime. Que não enclausura e nem impõe. Espero que você possa gozar da plenitude do amor, sinônimo de respeito e de compreensão.

O amor não faz sofrer, Lou não sofre depois que compreende, ela apenas respeita, ama e mais nada.

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Dia dos namorados

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Hoje é o dia dos namorados, mas e você tem um pra chamar de seu? Calma, antes de responder, vamos saber o que significa namorar?

Segundo o dicionário, namorar significa empenhar-se em inspirar amor a alguém. Agora sim, pode responder, você tem à quem inspirar nesse dia? se respondeu sim, que maravilha! Sorte a sua ter um cobertor de orelhas, alguém pra entrelaçar as mãos e aquecer o coração.

Dicas para o Dia dos Namorados

Se respondeu não, sorte a sua também, pois a melhor pessoa pra que você possa inspirar amor é à você mesma(o)! Imagine que hoje, vai poder ser e fazer exatamente tudo o que quiser. Pode aquecer seu coração com um chocolate quente, esquentar os pés com uma pantufa de bichinho ou ser feliz debaixo do edredon. Continue lendo

Um abraço dos super amigos

Abraço apertado para você que já abraçou alguém. Abraçar, o poder dos abraços.

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Muito se comenta sobre o poder do abraço e, algumas vezes, vemos por aí alguém com um cartaz escrito: “abraço ou abraços grátis”  (free hug lá na terrinha do tio Sam); sabendo disso, antes de começar o assunto do post gostaria de saber: Sabia que amanhã é o dia do Abraço? Você já abraçou ou se deixou abraçar hoje?

Pois é, no dia 22 de maio de todos os anos é comemorado o dia do abraço. Pensando nisso, nós aqui do site Psico.Online, resolvemos investigar, com nossos contatos de psicólogos e psicólogas, a relação do abraço com a Psicologia e outras áreas terapêuticas e o que cada um pensa à respeito dele.

Iniciamos pela pergunta: Será que existe um estudo e, é verdade que esse tal de poder do abraço existe ou é excesso de carência de pessoas que querem tirar uma casquinha?

A resposta é: um abraço contém poder, poder de toque, de acolhimento, de conforto e energia e isso faz com que pessoas criem artimanhas (mesmo que inconscientes) para conquistar (ou reconquistar) aquilo que elas mais desejam ou buscam e foram preparadas desde muito cedo para ter.

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cena de amor casal sentado na cama e cantando juntos

Amor: Sobre o ele/a e suas sutilezas

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prova de amor marido cobrindo a esposa que dorme

Quando a gente ama, é claro que a gente cuida. O amor é feito disso: cuidado.

Falamos bastante sobre amor neste blog, acho que porque é um dos sentimentos mais sublimes, que acalenta a alma e faz o coração querer bater. Daí hoje, decidimos ao invés de escrever ou falar sobre ele, compartilhar esses desenhos lindos e cheios de inspirações do artista Puung, um coreano que conseguiu captar a sensibilidade e detalhes que representam uma relação amorosa. Qual o seu predileto, conta pra gente nos comentários?

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Porque eu acredito em nós dois

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Nós dois, é até bem simples de explicar.

Houve muita coisa ao longo dos meus poucos-tantos anos, em que acreditei com toda minha fé e, com alguma dor, deixei de acreditar. Na generosidade da fada do dente. No sexo feminino da Vovó Mafalda. Na possibilidade de andar nas nuvens. Desilusões, no melhor sentido da palavra. Quem nunca?

E dentre as ilusões e outras peças que a vida nos prega, eu já acreditei naquele amor dos contos de fadas, que tudo vence e que nunca se vê em risco. Já acreditei nos amores divinos, traçados há milênios, verdadeiramente predestinados. Já acreditei em amores blindados, que passam pela vida como um tanque de guerra sem nem perceber ameaças ao redor.

Mas cada uma dessas hipóteses foi caindo pelo meio do caminho. E eu já não sabia muito bem no que acreditar- ou pior, se já não deveria acreditar em mais nada do amor, vivendo apenas de relações superficiais, que nunca mergulhassem fundo, bastando que fizessem algum sentido a curto prazo. Acreditar em pouco e não naquele tanto que é a fé no amor como base, meta, alicerce e destino.

Mas aí veio você. Veio você falando bobagem, veio você sem pretender ser a razão da minha vida. E vim eu. Vim eu querendo rir, querendo meia dúzia de coisas boas perto de você. Sem querer planejar se acordaríamos juntos pelo resto da vida ou se nem quereríamos dormir lado a lado naquela noite. Era o que era. E era bom assim.

E eu comecei a perceber que isso poderia dar certo. Que isso poderia dar muito certo. Um amor terreno: era isso, apenas. Com mil desafios, mil parafusos para apertar, mil chatices para tolerar, mil dúvidas e só uma certeza: a de acreditar nessa história.

E sabe por que eu acredito em nós dois?

Porque tem dias em que você está chato para caralho. E eu olho para o seu rosto e penso “nossa, ele está chato para caralho”. E mesmo assim eu quero ficar ao seu lado no sofá.

Porque tem dias que eu fico insuportável. Choro, critico, reclamo e acuso. E sei que você pensa que dentre todas as criaturas insuportáveis do mundo, eu sou a única que você suporta suportar.

Porque você puxa a coberta. Eu te chuto de noite. Você ronca. Eu babo. Você fica puto porque meu celular vibra à noite. Eu fico puta porque você coloca o despertador para 15 minutos antes do necessário. E todo dia é para essa cama que a gente quer voltar, no matter what.

Porque às vezes você fica preso no trabalho até tarde. E eu fico chateada porque queria que você chegasse logo porque estar com você é a melhor parte do dia e eu não quero que ela seja mais curta. Mas eu entendo.

Porque há finais de semana em que eu preciso trabalhar. E você resolve trabalhar também, na outra ponta da mesa. E uma hora a gente diz que chega por hoje e sai para tomar o ar na noite.

Nós dois na terceira idade. Lá na frente, um casal.

E acredito na gente porque não somos um conto de fadas. Porque eu nunca tive vocação para esperar um príncipe de cabelo jogadinho que chegaria a cavalo. E se eu fosse dessas, você, graças a Deus, nunca teria se interessado por mim. Nos encontramos porque ambos caminharam até aqui e quiseram seguir caminhando juntos.

Acredito em nós dois porque não precisamos acreditar que esse é um amor divinal. Não precisamos ser escravos do destino. Não estamos aqui pela vontade de algum astro ou de algum deus. Estamos aqui por uma única razão: nós queremos estar.

E porque a gente não quer que seja blindado. Não queremos a certeza de que fomos ontem, somos hoje e seremos amanhã. O risco faz parte de tudo o que é de verdade. E disso nós fazemos questão: que seja de verdade. Com fiapos para arrancar e atrasos para tolerar, com arestas para aparar e erros para perdoar. Eu acredito em nós dois porque no meio desse mundão com tanto amor fantástico, incrível e impecável, nós somos apenas um amor de verdade.

Por Ruth Manus. Retirado de http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/ruth-manus/porque-eu-acredito-em-nos-dois/

Conheceça os sinais que indicam que você precisa falar com um psico

8 min de leitura

Você precisa falar: Não é tão ruim quanto parece. Falar com um psico ou iniciar uma terapia é tão importante quanto fazer um checkup para verificar se o coração e o colesterol estão em dia, mas sejamos sinceros, fazer terapia ainda (e infelizmente) é raro, mal-visto ou no mínimo, fora do comum.

Tudo começou quando éramos pequeninos, quando alguém da nossa escola ia para a sala do psicólogo quando “estivesse aprontando demais” ou quando vimos alguém que teve um problema que consideramos grave, ser dirigido para um especialista. A partir daí, nossa imagem de terapias, psicólogos adquiriu uma relação que precisamos mudar.

A primeira coisa que você precisa saber é que um psico NÃO é sinônimo de melhor amigo, e que fazer terapia não significa felicidade instantânea.

Consultar um psico se trata de buscar apoio de um profissional capacitado, que estudou no mínimo 5 anos e que te oferecerá ferramentas para lidar com os problemas que se apresentam e se apresentaram em toda sua vida.

É um processo longo que pode durar meses e em alguns casos, anos.

No caminho você descobrirá partes suas que não gosta e recordará de momentos difíceis da sua vida.

Mas quando considerar buscar ajuda psicológica ou falar com um psicólogo para fazer terapia?

Há momentos na vida que adotamos certos hábitos ou começamos a nos comportar de uma forma que não poderíamos dizer que seja a mais saudável. Isto posto, o que deveria ser “normal” deixa de ser e as coisas parecem não fazer muito sentido.

Por isso mesmo, nunca será exagerado recorrer a um profissional especialista quando uma das seguintes situações se apresentar:

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Amor próprio em primeiro lugar

Quando o amor próprio precisa falar mais alto

1 min de leitura

Amor próprio: Hoje pensei sobre como o amor é uma coisa estranha. Provoca umas sensações esquisitas, um frio na barriga, um taquicardia do nada, uma respiração ofegante, um pensamento sem fim na pessoa amada e…

…muitas vezes um “emburrecimento” emocional!

Amor próprio, amor e amar-seCalma, não precisa se chatear achando que rolou um julgamento aqui, mas vamos pensar:
há alguns dias escrevi dizendo que o amor é algo que deve ser bom e fazer o bem, se você se relaciona com alguém que diz querer estar com você, é preciso um esforço mútuo, certo? Pois acredite, para algumas pessoas a resposta será: ERRADO!!!

Conheço pessoas que se relacionam com alguém e esse alguém é praticamente um fantasma, arruma mil e uma desculpas para não se encontrarem, mata periquito, cachorro, papagaio e até a avó se for preciso, para não ter que encarar o dito encontro.

Daí você, que é uma pessoa legal, apaixonada e tranquila, sempre aceita as desculpas, mas lá no fundinho, sabe que tem algo de errado. Meio abusivo. Aliás, o outro está bem abusado atualmente! Então eu te pergunto: Cadê seu amor próprio, meu bem?

Por que você insiste em permanecer acorrentada(o) a uma relação de mão única, sem trocas, sem respeito? Me faz um favor se não tiver essa resposta? Procura um psico! Amor próprio é coisa séria, faz um bem danado, salva a sua vida. Pensa nisso!

Veja também sobre Amor próprio:

Amor confuso ou sobre a banalização do eu te amo

3 min de leitura

Pelo dicionário: a·mor |ô|
(latim amor, -oris)
substantivo masculino

i love youSentimento que induz a aproximar, a proteger ou a conservar a pessoa pela qual se sente afeição ou atração; grande afeição ou afinidade forte por outra pessoa (ex.: amor filial, amor materno).

Pelos seres humanos: a-mor: |ô|
(latim tô ferradis)
substantivo confuso

Sentimento que provoca um turbilhão de emoções, confunde a cabeça, faz a pessoa esquecer quem é; complexo sistema que aborda coisas boas e ruins e que ao menor sinal de perigo, descartamos ou enlouquecemos!!!!

Ai ai ai, tá tudo errado. Peraí que eu já vou explicar isso aqui!

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Parem de ser mimados e lutem pelos seus relacionamentos

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trocar lâmpada - mimados

É muito fácil jogar a toalha.

Mimados. Uma vez li em algum lugar que os relacionamentos são como as casas: quando uma lâmpada queima você não muda de casa, você troca a lâmpada. Nunca esqueci disso. Sobretudo porque às vezes acho que as pessoas não estão tendo saco para trocar lâmpadas, nem para cuidar de casa nenhuma.

Claro que não venho aqui com um discurso antiquado e equivocado, dizendo que as pessoas devem aceitar viver em relacionamentos infelizes. Isso nunca. A vida é muito curta. O que venho me perguntando é se as pessoas não estão jogando a toalha cedo demais.

Me pergunto se as pessoas não estão confundindo os relacionamentos da vida real com os dos finais de filmes. Até porque os filmes não se preocupam em nos mostrar que o “felizes para sempre” é uma construção permeada por alguns dias infelizes e não um conto de fadas hipócrita.

Fico pensando: se as pessoas investissem muito dinheiro num negócio, uma pequena empresa, como projeto de vida, quanto elas lutariam por ela. Quantas noites mal dormidas elas aceitariam em nome de um projeto no qual elas apostaram tantas fichas. Quantas chatices: conversas com o contador, prestação de contas, cobranças de clientes. Eu tenho certeza de que quase todos os que conheço aguentariam firme, com coragem, compromisso e foco para concretizar essa meta.

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