Sobre a torrada cair sempre com a geléia pra baixo: uma questão de atitude

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Atitude, vamos falar de atitude.

atitude - torrada pra baixo

Toda manhã eu pego a torrada, aplico delicadamente a geléia e com cuidado vou colocando uma a uma no prato, mas claro, toda manhã, uma cai da minha mão, com a bendita geléia virada pra baixo! E hoje não foi diferente, mas diferente foi a reflexão:

Quando uma coisa chata nos acontece temos SEMPRE duas opções, olhar com raiva, decepção, desespero ou olhar com calma, respirar fundo, enxergar o que há de bom, agir de uma maneira mais positiva. Decidi não me zangar pela torrada espatifada no chão e assim pude perceber que se passar a geléia com a torrada já no prato, ela não vai cair. Olha só, uma atitude mais positiva e uma resolução incrível aparece.

Então eu te convido hoje, a não se zangar pela “geléia no chão”, mas respirar, inspirar, expirar e colocar no lugar da raiva uma atitude ou um pensamento positivo. Vamos ver o que acontece? E daí você pode contar pra gente a sua experiência, que tal?!

Confira algumas dicas para uma atitude positiva:

  • Nunca responda e cabeça quente e saiba que você quase nunca precisa responder na hora.
  • Fale em um tom de voz agradável, evite alterar-se.
  • Perceba que em situações negativas você pode encontrar coisas boas.
  • Não personalize a mensagem.
  • Você é mais que pensamentos e comportamentos.

 

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Raquel Ferreira
CRP 6/101759 - Graduada pela Universidade São Francisco, mestre em Ciências da Saúde pela Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo. Psicóloga clínica desde 2010, busca constante aprimoramento na abordagem analítica. Estudou Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae, frequentou grupos de estudo e supervisão teórica na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica de São Paulo e ainda, integrou o grupo de Neurociências do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Atualmente é doutoranda em Psicologia Social, pela Universidad Complutense de Madrid.

Raquel Ferreira

CRP 6/101759 - Graduada pela Universidade São Francisco, mestre em Ciências da Saúde pela Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo. Psicóloga clínica desde 2010, busca constante aprimoramento na abordagem analítica. Estudou Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae, frequentou grupos de estudo e supervisão teórica na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica de São Paulo e ainda, integrou o grupo de Neurociências do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Atualmente é doutoranda em Psicologia Social, pela Universidad Complutense de Madrid.

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