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Síndrome do Impostor ou Síndrome da Impostora. Este texto é um alerta, sobre o fenômeno cultural e individual que é cercado por inseguranças pessoais, dúvidas quanto às próprias capacidades, medos de se candidatar a promoções e sensação de que conquistas são fruto de sorte. Vem cheio de certezas de que você é uma fraude ou que será desmascarado(a) em breve além de problemas com elogios, etc…

Já pareceu familiar? 

Então junte-se ao clube da Síndrome do Impostor: um conjunto de fenômenos ligados à nossa atual cultura e que afeta quem? Você

Bom, antes de falarmos da Síndrome do Impostor com mais dedicação precisamos diferenciar conceitos para não gerar outros resultados que amplifiquem uma situação de sofrimento; ansiedade, ou pressa/propagação de uma falsa ideia; então, a estrutura deste texto será a seguinte:

  • Um alerta (este) e a introdução 
  • O que são Síndromes.
  • O que são os transtornos psíquicos.
  • O fenômeno da impostora e a síndrome do impostor.
  • Os seis componentes que caracterizam a Síndrome.
  • E, a nossa proposta do que você pode fazer.

Recomendo que você leia nesta ordem, que foi como pensei no texto, mas você poderá ler cada bloco independentemente e, se estiver, com pressa para ir direto na parte que interessa, vai tudo se encaixar.

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Introdução 

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Não sei se já leram outros textos aqui do site, mas para começar apresento a etimologia (estudo dos vocábulos e a sua história) da palavra principal relacionada ao conteúdo, o que neste caso, é impostor.

Impostor (da Síndrome do Impostor), no dicionário, vem do latim impostor,ōris ‘que impõe, que seja enganador’, derivado do verbo imponĕre ‘impor’

Seus significados passam por: 1. que ou aquele que demonstra ou pratica impostura; o/a embusteiro(a). 2. Aquele que ou quem se aproveita da credulidade e da ignorância de outrem para ludibriá-lo; mentiroso, hipócrita. 3. que ou quem propaga a falsa doutrina religiosa (ou não). 4. que ou quem é cheio de si, soberbo(a); vaidoso(a).

Só essa descrição já dá uma excelente pista do que classificaria uma postura inadequada ou o “farsante”, agora, vamos unir as partes:

O que é uma Síndrome.

Síndrome, vem do grego syndromé que significa reunião [1]. 

Com exceção dos transtornos psiquiátricos e físicos, várias “síndromes” são produtos de uma ou mais disfunção educativa ou cultural que tentaríamos corrigir caso não vivêssemos em tempos tão difíceis, de ignorância em cuidados ou com a qualidade de vida tão complicada. 

Ainda assim, síndromes podem ser divididas entre as ansiosas, depressivas, maníacas, neuróticas, psicóticas, de agitação, estupor ou lentificação das capacidades psicomotoras, das relacionadas ao consumo de substâncias psicoativas, alimentares, ou ainda relacionadas à sexualidade, sono e cultura; além das demências e síndromes mentais orgânicas, estas – as síndromes – viajam com o tempo, e mudam de acordo com a metamorfose da sociedade e dos indivíduos que nela habitam. 

Ao longo da história, pesquisas e pesquisadores classificaram as incidências de cada uma dessas síndromes em tipos diferentes de pacientes, segmentados entre categorias de idade, país, cidade, sexo [2]  ou àquilo que pudesse ser normalizado (!) em dados estatísticos. [4]

Nesse caso, entenda que poderíamos separar as Síndromes por todas essas categorias acima e mais algumas “não catalogadas”. E que a normalização tem um caráter de segmentação, classificação e aglutinação que facilita, mas também, retira algumas “coisas” por convenção.

O que isso quer dizer? Que a Síndrome do Impostor, não existe? 

Existe, senão não estaríamos falando nela, mas gostaria de dizer que há síndromes específicas relacionadas ao modo que vivemos no tempo em que estamos inseridos (na nossa geração, nas gerações que se avizinham e na convivência entre elas). 

Tudo isso está ligado à cultura, à qual pertencemos e que não dá para ser rígido ou reduzir tudo que chamamos de síndrome para algo clínico, patológico ou medicamentoso ou individualizado.

Dito isso podemos falar das Síndromes do Impostor, Síndrome de Gabriela, Síndrome de Burnout, Síndrome de Estocolmo, Síndrome do Pescoço de Texto, Síndrome do Pequeno Poder, Síndrome do Imperador e tantas outras que surgem e desaparecem ano após ano.

E sabendo disso, a ida a um profissional, poderá auxiliar no processo de conviver com mais qualidade de vida, com esse tipo de fenômeno.

Ainda assim, na psicologia ou psiquiatria [3] prefere-se convencionar mais a terminologia em transtornos que em doença, transtornos mentais e psicopatologias, por exemplo. E uma convenção é algo que nos permite dialogar com bases semelhantes. 

Convenciona-se (se faz um acordo sobre determinada atividade, assunto etc., a partir da obediência de entendimentos prévios e normas pautadas na experiência recíproca) que um caminho será tomado e que isso será estudado, “tratado”, mantido ou descartado até que possa ser revisitado.

Por isso, quando falamos de Síndrome, olhamos para um modelo comportamental, emocional que em muitos, mas muitos mesmo, casos partem do princípio biológico, psíquico e social – mas não unicamente dele.

E o transtorno?

Já o transtorno significa o ato ou efeito de transtornar. Um transtorno é um problema que causa incômodo em alguém. 

O termo transtorno mental é usado em psicologia e psiquiatria para descrever qualquer anormalidade (o que é normal? essa é uma perguntinha relevante, não acha?), sofrimento ou comprometimento de ordem psicológica e/ou mental como, por exemplo, transtorno de humor, transtorno de ansiedade, transtorno alimentar e assim por diante. 

Poucos quadros clínicos que envolvem a saúde mental e emocional apresentam todas as características de uma doença no sentido tradicional do termo, ou seja, o conhecimento exato dos mecanismos envolvidos e suas causas explícitas.

Tanto por isso que é importantíssimo investigar, compreender dinâmicas e evitar conclusões antecipadas. 

Essa é a tal da subjetividade implícita nesse “contexto”. 

E tanto por isso o “tratamento/acompanhamento” passa por valores como autoconhecimento, ou conhecimento externo, por ajustes em sintomas/características ou pontos chaves que farão diferenças no “contexto geral”.

Já em medicina se descreve a síndrome como um estado mórbido caracterizado por um conjunto determinado de sinais e sintomas clínicos que podem ter causas diversas mas, em geral, não conhecidas e, para ficar bem claro, síndrome não é uma doença. [3] São os casos de síndrome de Down, Síndrome de Angelman, etc… [4] que têm já elementos e conjuntos característicos que permitem a sua identificação.

Vale salientar ainda que estamos resumindo e trabalhando aqui na conceituação de um modelo muito próximo ao biológico e médico, e que em psicologia (que não é um modelo médico) também se deve considerar a atuação nos conceitos comportamentais, emocionais, sociais e na psicodinâmica, olhando o ser, de ser humano, na sua cultura e tempo; o que, diferentemente dos conceitos do senso comum, e muito material disponível por aí, não há necessariamente uma relação causal (de causa e efeito).

Portanto, depois desses alertas e definições sobre Síndromes, Transtornos e Doença, podemos falar de uma reunião de comportamentos, para então abordar, agora, com mais ênfase a Síndrome do Impostor, que para a autora da teoria, e se chama: um fenômeno de impostor.

O fenômeno da impostora e a síndrome do impostor

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Apesar do nome popular e de ser chamada Síndrome, como já vimos, a sensação de ser um impostor ou impostora no trabalho ou na vida não é reconhecida como doença.

É um conjunto de fatores que são classificados com o “fenômeno do impostor”, cunhado pelas psicólogas americanas Pauline Rose Clance e Suzanne Imes em 1978.

Chamar essa sensação de síndrome, aliás, seria colocar a culpa no indivíduo quando se trata de vários sentimentos generalizados, causados pelo mundo do trabalho e pelo tempo que vivemos. [6]

De fato, todos nós com maior ou menor grau, temos um pouco dessas características e vivenciamos esse fenômeno. 

O fenômeno do impostor é definido como uma sensação de fraude intelectual e uma incapacidade de internalizar o sucesso e a competência. [9] É caracterizado por dúvidas, medos de ser descoberto (a) como uma fraude e uma incapacidade de internalizar sucessos pessoais.

Inclusive o fenômeno do Impostor foi associado a vários resultados negativos de bem-estar, incluindo depressão, ansiedade, esgotamento e instabilidade emocional. [9] Podemos falar aí no processo de autonomia do indivíduo, de uma sociedade do cansaço, de um histórico ambiental que é internalizado e dá insegurança ou a sensação de ser uma fraude.

o fenômeno da conhecida sindrome do impostor Psico.Online Acesse agora.
(2021). Retrieved 17 October 2021, from A Falsa Farsa – Um estudo Proprietário da Síndrome do Impostor Brasil – Discovery Inc. [14]

Além disso, pesquisas estabeleceram associações entre a consciência do estigma de gênero e níveis mais elevados de discriminação racial também ligados ao fenômeno da Síndrome do Impostor. [9]

Perceba, portanto, que por conta de todos esses elementos, mesmo já tendo completado mais de 40 anos, o fenômeno “geracional” além de muito atual está ligado à nossa cultura e sociedade? 

Que ela esbarra em discussões importantes sobre o adoecimento que o nosso modelo de vida propõe?

Mas não vamos fugir do foco, não estamos olhando aqui para o exterior, mas para o seu interior e as competências relacionadas a você, que vez ou outra, se sente aquele ou aquela que se aproveita da ignorância de alguém, ou teve “sorte”, no resultado de todo o seu percurso. Será mesmo?

É interessante observar que o artigo de Rose Clance e Imes foi direcionado claramente a mulheres no começo dos seus estudos lá no século passado.

A dinâmica familiar e todo o machismo que rodeava o sexo feminino na década de 1970 as fazia não acreditar em suas próprias capacidades e eram fatores preponderantes no que se desenharia como um fenônemo de impostora. 

Será que mudou tanto assim? Podemos responder: mudou sim! E, ainda precisa mudar mais, pois as mudanças comportamentais precisam de base.

Como assim?

O estudo que deu origem ao artigo examinou cerca de 150 mulheres bem-sucedidas (com grandes títulos acadêmicos, que já eram profissionais em suas áreas ou estudantes do ensino superior com excelente histórico escolar), e o resultado foi claro: todas elas se consideravam impostoras. [11] e a pergunta que vem depois é: por quê?

“Contrariando realizações acadêmicas e profissionais, mulheres que apresentam o fenômeno do impostor insistem em acreditar que elas não são boas o suficiente e que apenas enganam quem pensa o contrário”, diz o artigo. [11] 

A maioria das pessoas que vivenciam o Fenômeno do Impostor não diria: “Eu me sinto um impostor ou uma impostora”. 

No entanto, quando leem ou ouvem sobre a experiência, dizem: “Como você sabia exatamente como me sinto?” 

E como eles se sentem? 

Mesmo que muitas vezes sejam muito bem-sucedidos segundo os padrões externos, sentem que seu sucesso se deve a algum acaso misterioso, sorte ou grande esforço; eles temem que suas conquistas sejam devidas a “rupturas” e não ao resultado de sua própria habilidade e competência. 

Eles também estão certos de que, a menos que façam esforços gigantescos para fazê-lo, o sucesso não pode ser repetido. Eles temem que da próxima vez estraguem tudo.

E, segundo a própria autora, existem componentes comuns naquelas e naqueles que vivenciam a síndrome do impostor.

06 componentes da síndrome do impostor 

Há um perfil impostor ou impostora, sugerido pela autora, que é composto de seis componentes que caracterizam esse fenômeno.

O primeiro componente da síndrome do impostor é o ciclo do impostor. Nesse ciclo, os sofredores duvidam de si mesmos, temem não poder repetir suas realizações e se demoram nos fracassos do passado. 

Eles podem sentir dúvida, preocupação, ansiedade e medo em torno de um projeto e podem trabalhar demais e se preparar demais ou procrastinar. 

Em segundo lugar, está a necessidade de ser especial ou o melhor e, quando fica aquém do melhor, exibe uma tendência a desprezar seus verdadeiros talentos. 

Terceiro, o aspecto super mulher/super-homem resulta na necessidade de fazer tudo perfeito e com facilidade. 

Em quarto lugar, o medo do fracasso associado à vergonha e humilhação que resulta em medidas drásticas para evitar cometer erros, incluindo evitar desafios ou qualquer situação em que haja a possibilidade de não se superar. 

Quinto, negação de competência e desconto de elogios, resultando na incapacidade de aceitar feedback positivo. 

Finalmente, o medo e a culpa em torno do sucesso devido ao medo das consequências decorrentes de mensagens da família de origem ou ambientais.

E aí? 

Qual o grau de impostor que você se identifica? Será que nesse caso você gabaritou todas as características?

Se quiser testar, a autora compartilha no seu site o protocolo de avaliação da Síndrome do Impostor, mas encontramos, em uma pesquisa, uma experimentação adaptada à realidade brasileira, confira aqui.

O que devo fazer se me vejo na Síndrome do Impostor?

Como você está em um site de psicologia, com vários profissionais a poucos cliques de distância, sugeriria marcar suas sessões de terapia. Afinal cada caso é um caso e compreender como você chegou até este momento passaria por um processo de investigação e de autoconhecimento.

Além disso, todo o processo para lidar com um fenômeno como esse passa pela etapa da identificação e do seu reconhecimento, da função de aceitar e de alterar essa realidade e da etapa de por em prática essa mudança.

É fácil? Não. É rápido? Depende. É uma dívida (culpa) sua a Síndrome do Impostor? Não dá para afirmar isso sem conhecer a sua história, seus modelos, sua objetividade e subjetividade.

O que pode ser esperado é que parte da solução se encontra tanto em você quanto no ambiente e sociedade que vive. 

Por exemplo: se você é cobrado o tempo todo por resultados impossíveis, o tempo todo terá a sensação de incapacidade de alcançá-los; mas onde está o problema? 

Tudo é tão simples quanto o que está nessa linha? Não, de jeito nenhum.

Contudo, se apropriar e conhecer suas potências e fraquezas ajudará muito com elementos da síndrome do impostor ou o fenômeno da impostora.

Dicas para lidar com a Síndrome do Impostor

  • Não compare o seu interior com o exterior de outra pessoa. Simplesmente você está comparando errado e a síndrome do impostor vai reforçar isso.
  • Aceite que você não está 100% qualificado para estar onde você está — e tudo bem.
    Não é a síndrome do impostor que faz isso, é o fato que você sempre terá que evoluir e crescer.
  • Adote uma postura de poder. Pode parecer estranho, mas adaptar sua postura ajuda a ter mais confiança.
  • Mantenha um arquivo ou uma lista de coisas boas que as pessoas disseram sobre você e seu trabalho.
  • Pergunte a si mesmo: “O que eu diria se meus melhores amigos contassem para mim as mesmas preocupações que eu tenho expressado?”
  • Seja aberto sobre seus sentimentos porque existem altas chances de que as outras pessoas estejam sentindo o mesmo que você.
  • Se vista de uma maneira que faça com que você se sinta poderosa. Não há síndrome do impostor que sobreviva a autoconfiança.
  • Veja o que acontece quando você se permite aceitar elogios. Sempre lembro do meme abaixo quando falamos de elogios.
Elogio e crítica - Sindrome do Impostor Psico.Online
Escutei na terapia e não sai da minha cabeça: por que você guarda uma crítica e ignora um elogio?
  • Encontre pequenas coisas nas quais você sente um mestre, mesmo quando você se sentir como um impostor fazendo todo o resto.
  • Dê uma pausa nas preocupações fazendo coisas que não têm nada a ver com o seu trabalho.
  • Simplesmente vá em frente e faça as coisas antes que você se convença de que não está qualificado para fazê-las.
  • Fale sobre suas realizações com amigos e familiares.
  • Tente não pirar quando você não souber imediatamente de algo novo.
  • Ligue para sua mãe, avó, avô — as pessoas que pensam que você é a melhor invenção desde o pão fatiado e que sim, você é a melhor bolacha ou biscoito do pacote.
  • Peça ajuda e conselhos, muitas vezes. Com o sem a síndrome do impostor, pedir ajuda a sua rede é excelente.
  • Finja até conseguir seu objetivo, porque, eventualmente, você vai parar de fingir. Há até um provérbio Africano Yorubá que diz: “Enquanto reza, vai fazendo”…
  • Respire fundo e… simplesmente continue fazendo o que tem que fazer.

Ainda falta muito para acabar…

Esse é um assunto que rende.

São vários estudos que ligam o fenômeno do impostor a assuntos importantes como a autoestima, a autoimagem, a autoconfiança, o desempenho e o mercado de trabalho, a positividade tóxica ou na esfera da social e cultural à violência estrutural, machismo, racismo sistêmico, classismo, xenofobia, sociedade do cansaço/liquida e seus produtos como transtornos resultantes: ansiedade, depressão, stress, procrastinação, medo, burnout… enfim, a síndrome do Impostor ou Fenômeno do Impostor está emaranhada nesse contexto.

Se vocês gostarem e comentarem muito, divulgarem muito, quem sabe nos aprofundamos ainda mais no tema?

Por enquanto, espero que tenha gostado de conhecer mais sobre o fenômeno do Impostor. Lembre-se: nossos psicólogos e psicólogas estão a sua disposição.

Até o próximo texto. 😉

Quer saber mais sobre a Síndrome do Impostor? Confira a bibliografia consultada para este texto:

[1] https://www.dicionarioetimologico.com.br/sindrome/: Do grego syndromes, que significa “conjunto de sintomas ou sinais”, “reunião” ou “o que anda junto”. A palavra síndrome deriva do grego syndrome, que quer dizer “conjunto de sintomas”, e que passou a definir uma série de sintomas patológicos que ocorrem de uma vez. O significado médico da palavra foi atribuído durante meados do século XVI. No entanto, inicialmente, a palavra syndrome derivou do grego syndromos, relativo a um determinado lugar onde várias estradas diferentes se encontravam, que literalmente significa “uma corrida juntos”.Etimologicamente, a palavra grega é composta pela união do elemento syn-, que significa “junto”, e dromos, que pode ser traduzido como “corrida”.

[2] AS GRANDES SÍNDROMES PSIQUIÁTRICAS – Brasil Escola. (2021). Retrieved 7 October 2021, from https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/psicologia/as-grandes-sindromes-psiquiatricas.htm

[3] Diferenças entre síndrome e doença – Abc Med. (2016). Retrieved 7 October 2021, from https://www.abc.med.br/p/1273753/difere

[4] https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome

[5] https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_ligada_%C3%A0_cultura

[6] Paulo, F. (2018). Descubra se você tem a síndrome do impostor – Carreiras | Sobretudo Folha. Retrieved 7 October 2021, from https://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/carreiras/2018/06/1973286-descubra-se-voce-tem-a-sindrome-do-impostor.shtml

[7] Clark, P., Holden, C., Russell, M., & Downs, H. (2021). The impostor phenomenon in mental health professionals: Relationships among compassion fatigue, burnout, and compassion satisfaction. Contemporary Family Therapy: An International Journal. Advance online publication. https://doi.org/10.1007/s10591-021-09580-y

[8] Clance, P. R., & Imes, S. A. (1978). The imposter phenomenon in high achieving women: Dynamics and therapeutic intervention. Psychotherapy: Theory, Research & Practice, 15(3), 241–247. https://doi.org/10.1037/h0086006

[9] Dr. Pauline Rose Clance – IMPOSTOR PHENOMENON. (2021). Retrieved 7 October 2021, from https://www.paulineroseclance.com/impostor_phenomenon.html

[10] Bezerra, Thereza Christina Garcia et al. Escala Clance do Fenômeno do Impostor: Adaptação Brasileira. Psico-USF [online]. 2021, v. 26, n. 2 [Acessado 8 Outubro 2021] , pp. 333-343. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/1413-82712021260211>. Epub 04 Ago 2021. ISSN 2175-3563. https://doi.org/10.1590/1413-82712021260211.

[11] A Síndrome do Impostor faz 40 anos: saiba se você é vítima do autoboicote  – https://super.abril.com.br/saude/a-sindrome-do-impostor-faz-40-anos-saiba-se-voce-e-vitima-do-autoboicote/

[12] Observação. Do Fenômeno do Impostor: Quando o Sucesso Faz Você Se Sentir como Uma Falsa (pp. 20-22), de PR Clance, 1985, Toronto: Bantam Books. Copyright 1985 de Pauline Rose Clance. 

[13] The Workplace Implications of the Impostor Phenomenon – PORTMAN . (2019). Retrieved 15 October 2021, from https://www.portmanpartners.com/library/2019/3/21/the-workplace-implications-of-the-impostor-phenomenon

[14] (2021). A falsa Farsa – Sindrome do Impostor. Retrieved 17 October 2021, from https://www.discoverypublicidade.com/ptbr/wp-content/uploads/2021/07/A-Falsa-Farsa-_-Discovery-Inc-2021.pdf

Outros links para você ler e saber mais sobre a Síndrome do Impostor

  • https://time.com/5312483/how-to-deal-with-impostor-syndrome/ – Síndrome do Impostor no New York Times
  • O lado oculto da Síndrome do Impostor: https://www.bbc.com/portuguese/vert-cap-56745922
  • Vida Simples – https://vidasimples.co/colunistas/precisamos-falar-sobre-a-sindrome-do-impostor/ Precisamos falar sobre a Síndrome do Impostor

Leia também 

https://prateleirademulher.com.br/o-que-e-a-sindrome-do-impostor/

Conheça a bibliografia da Síndrome do Impostor

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Sobre os Autores do Post:

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Psicólogo CRP 06/154.661 - Formado Psicologia e em Administração com ênfase em Marketing, workaholic geek que respira tecnologia, pesquisador e mestrando em tecnologias da inteligência e design digital. É um dos fundadores do Psico.Online e do MeuPsicoOnline.com.br

2 comentários em “Síndrome do Impostor: o que é e 6 itens que caracterizam o fenômeno. E também o que fazer…

    1. Muito obrigado pelo comentário e elogio Rosemari. Fico muito feliz que tenha gostado. Recomendo muito a bibliografia, está com pesquisas inclusive de 2021. 😉

      Atenciosamente,
      Raul de Oliveira
      Psico.Online

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