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Relacionamento perfeito e o auto-boicote

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O relacionamento perfeito está nos planos de vida da maioria das pessoas, homens e mulheres que buscam a parceria ideal, compreensiva, educada, bonita, que beba cerveja, leia, assista filmes, goste de conversar, goste de ficar um pouco sozinha, goste de dormir, goste de se exercitar.

A “perfeição” é tão relativa que nem percebemos que estamos em busca de algo praticamente inatingível, criamos um personagem dos nossos desejos que dificilmente existirá por completo, como queremos, e aí começa o tal auto-boicote.

Relacionar-se requer resiliência, paciência, compreensão. O amor não nasce pronto, ele é feito de ajustes diários, de erros e acertos que quando respeitados só fazem crescer o sentimento e amadurecer o casal.

Existem as pessoas que projetam tão detalhadamente o seu par, que antes mesmo de o amor dar certo já começam a prever um fracasso, simplesmente por não aceitarem algo diferente do idealizado. Não se permitem a novidade, a surpresa.

Acredito que buscamos com tanta frequência no outro aquilo que vai nos completar, que esquecemos de olhar pra tudo o que temos dentro de nós, não cultivamos o amor próprio, nos debruçamos em jogar a responsabilidade da nossa felicidade nas mãos do outro e quando ele não dá conta, nos decepcionamos e o culpamos, como se fossemos pobres coitados que não conseguem nunca encontrar o verdadeiro amor.

Vamos hoje compartilhar um texto, pra ver se conseguimos refletir e encontrar o nó que nós mesmos criamos em nossa vida amorosa e lembre-se, para todo nó existe um psicólogo pronto para ajudar a desatar 😉

E os motivos para não dar certo era ele mesmo quem criava. E, na verdade, se dedicava bastante para isso, apresentando sempre um empecilho único e especial para cada mulher que passava por sua vida.

Gente que tá atrás do relacionamento perfeito, mas não se entrega a relacionamento algum

Atenção:

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Raquel Ferreira

CRP 6/101759 - Graduada pela Universidade São Francisco, mestre em Ciências da Saúde pela Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo. Psicóloga clínica desde 2010, busca constante aprimoramento na abordagem analítica. Estudou Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae, frequentou grupos de estudo e supervisão teórica na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica de São Paulo e ainda, integrou o grupo de Neurociências do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Atualmente é doutoranda em Psicologia Social, pela Universidad Complutense de Madrid.

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Raquel Ferreira

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