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Psicoterapia e Autoconhecimento podem andar juntos

3 min de leitura · 

A Psicoterapia é uma valiosa ferramenta para trabalhar queixas como ansiedade, medo, nervosismo, depressão, síndromes e transtornos psicológicos, além de promover o autoconhecimento.

Você já parou para pensar que milhares de pessoas têm sofrido diversas crises existenciais, transtornos de personalidade e várias outras questões que podem estar estritamente ligadas à falta de autoconhecimento?

Uma pessoa que tem pouca percepção de si, muitas vezes, pode ter dificuldades em se relacionar com o outro, e se comunicar de maneira assertiva.

Ela fica com dúvidas acerca daquilo que realmente quer para sua vida.

Muitas vezes não sabe lidar com frustrações por justamente não identificar seus desejos e as consequências de suas ações.

Mas qual seria o primeiro passo para a mudança? Imaginemos que esta pessoa deseja viajar, mas que não sabe sequer qual o seu destino.

O primeiro passo para saber onde chegar é tendo minimamente o conhecimento de onde se encontra no “aqui e agora” e para onde se deseja ir.

O maior desafio está aí, nessa dificuldade em saber “quem ela é”.

Muitas vezes, podemos ter dificuldades para responder a pergunta: “Quem é você? ou Quem sou Eu” e, nesses casos, precisamos de uma ajuda especial.

E pra falar a verdade, sem querer puxar a brasa para nós, a ajuda mais bem vinda e incrível que poderemos experimentar – é o que chamamos de PSICOTERAPIA.

Como falamos resumidamente no começo do texto, nada mais é do que um espaço reservado para a compreensão dos nossos próprios comportamentos e sentimentos, e de que forma afetam nossas relações.

Na psicoterapia, o psicólogo conversa com você fazendo algumas perguntas.

Principalmente para que ele (ou ela) conheça muito bem a sua história de vida e o seu dia a dia, a fim de identificar o que mantém ou não o seu modo de agir.

O exercício de autoconhecimento faz com que tenhamos maior controle sobre nossas próprias emoções e comportamentos, e assim conquistarmos mais harmonia com nós mesmos.

Quando a pessoa já sabe quais são seus problemas, suas dificuldades, suas fragilidades, o que lhe faz sentir-se mal ou comportar-se de forma negativa, a problemática é:

E agora? O que fazer com isto?

Vamos lá!

Sempre que falamos em MUDANÇA, temos dois caminhos que podemos escolher – que vai depender de seus objetivos, disposição e valores pessoais.

Um desses caminhos é o que lhe traz aconchego e segurança, que é o que chamamos de ZONA DE CONFORTO.

Ela se encontra em nossas acomodações, este, é o mais fácil, não precisamos fazer nada, apenas esperar que as coisas aconteçam sem precisarmos de grandes esforços, porém, muitas vezes nos limita de se desenvolver, superar e descobrir o novo.

Já o outro caminho é aquele que nos instiga à mudança, encarar desafios, ao crescimento e desenvolvimento pessoal, que é um caminho de ação e ATITUDES!

Esperar que as coisas aconteçam ao acaso, sem que precisemos nos posicionar, escolher, ou agir, pode ser uma das piores maneiras de nos bloquearmos à mudança e, não obtermos resultados diferentes daqueles que já estamos acostumados!

Como está a sua vida?

Você está satisfeito com o seu presente?

Há coisas que poderiam melhorar?

Faça uma autoavaliação.

Após identificar os aspectos a serem desenvolvidos o próximo passo é AGIR.

Há um mundo cheio de possibilidades para além do que se vê.

Supere os limites! Um psicólogo pode te ajudar nisso.

Referência:

SKINNER, B. F. Sobre o Behaviorismo. Editora Cultrix, São Paulo, 10ª Ed. 2006.

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Jananda Germinari Lopes Caetano

Psicóloga Jananda Germinari Lopes Caetano - CRP 08/24255 Graduada pela Universidade Norte do Paraná (UNOPAR). Psicóloga Clínica, de abordagem analítica comportamental e Especializanda em Terapia Analítica Comportamental pelo Centro Universitário Filadelfia (UniFil). Atua em atendimentos psicoterapêuticos de casais e atendimentos individuais de crianças, adolescentes e adultos. Contato: (43) 99995-0084

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  • Quais caminhos devo seguir para conseguir vencer a zona de conforto? Estou fazendo TCC, mas acho que não está indo bem. No que depende da minha atitude não está funcionando, e estou sentindo que estou perdendo tempo. Sei que devo mudar minha atitude, mas me sinto perdido.

    • Olá Fernando, primeiramente, muito obrigada por nos enviar sua pergunta. Quando você perguntou "Quais caminhos devo seguir para conseguir vencer a zona de conforto?" e quando mencionou "estou sentindo que estou perdendo tempo", devemos levar em consideração que existe algo bem específico (TCC) e que há a necessidade de reorganização do tempo e de nossos comportamentos, certo? Quando temos a sensação que estamos perdidos e não conseguimos fazer algo (que inclusive tem um prazo para entrega) automaticamente construímos uma auto cobrança maior, por não estarmos produzindo o que deveríamos e por não estarmos conseguindo usar o tempo ao nosso favor. Muitas vezes deixamos para depois e acabamos fazendo outras coisas, e quando nos damos conta, o tempo já se foi! Chamamos isto de PROCRASTINAÇÃO. A procrastinação não é causa, mas sim consequência! Devemos sempre analisar as consequências a curto prazo e também à longo prazo, mas o que isso quer dizer? Bom, no momento em que "fugimos" daquilo que precisamos fazer temos uma consequência "boa" que é "não ter que lidar com aquilo naquele momento", mas quais consequências teremos se isto se instalar por um longo tempo? Uma das hipóteses seria um sentimento de ansiedade ainda maior e talvez o produto do nosso esforço (TCC) não saia da forma com que gostaríamos que saísse. Uma estratégia interessante para conseguir lidar com a procrastinação é estabelecermos metas executáveis, ou seja, àquelas que são "realizáveis", senão, acabamos nos frustrando mais ainda caso não conseguimos executá-las. Desta forma, os resultados vão aparecendo aos poucos e poderemos nos sentir mais instigados a prosseguir com a tarefa. Espero que eu tenha contribuído um pouquinho com sua dúvida. Continuaremos a disposição, e boa sorte com TCC!

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Jananda Germinari Lopes Caetano

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