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Dia desses eu estava lendo umas coisas sobre pai, paternidade, igualdade de gênero, família moderna e comecei a pensar em como ainda temos um longo caminho pela frente pra chegar a luz do fim do túnel, onde os homens têm papeis fundamentais e de igual valor na criação dos filhos.

Pensei em como é importante a gente falar sobre isso, incentivar as pessoas a buscarem atualização nessa questão da maternidade e da paternidade, na questão da ajuda mútua, que não sobrecarrega ninguém e não torna responsável só um dos lados pelos filhos.

Precisamos discutir que mães são mães e pais precisam ser pais.

Que as coisas não acontecem simplesmente e que é necessário rever conceitos estruturais, desmistificar mitos, limpar espaços que conversam atitudes incoerentes para um novo século.

Que não é ajudar, é fazer a parte que lhe cabe!

É mais que pagar pensão ou trocar uma fralda de vez em quando. É ser papai! Viver várias coisas. Trocar fralda é o mínimo dos mínimos.

Eu vou deixar aqui o vídeo que me prova que mesmo com um longo caminho pela frente, podemos ter a certeza de que os primeiros passos já estão sendo dados e também a referência de dois livros que eu não li ainda, mas tenho certeza que devem ser tipo a bíblia pra fazer diferente, sabe?

Você é um papai? Conta aqui pra gente se você já consegue fazer diferente da maioria, se você é um pai atuante e compromissado com o desenvolvimento saudável da família <3

O papai é pai

Instinto materno é uma construção social.

E agora que você já conheceu o Marcos Piangers (se é que ainda não conhecia) navega lá no www.piangers.com e confira:

man putting his shoulder around boy while his other hand is inside his pocket pai
Photo by Kaysha on Pexels.com

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Post original: 7 junho 2017 | Revisitado em 6 de agosto de 2021

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Sobre os Autores do Post:

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CRP 6/101759 - Graduada pela Universidade São Francisco, mestre em Ciências da Saúde pela Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo. Psicóloga clínica desde 2010, busca constante aprimoramento na abordagem analítica. Estudou Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae, frequentou grupos de estudo e supervisão teórica na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica de São Paulo e ainda, integrou o grupo de Neurociências do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Atualmente é doutoranda em Psicologia Social, pela Universidad Complutense de Madrid.

Gostaríamos de escutar o que você tem a dizer.