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Onde há vontade há um caminho

3 min de leitura · 

Onde há uma vontade há um caminho é um provérbio Holandês. E nesse caminho, pergunto: aqui é um mundo quadrado com habitantes redondos, ou seriam habitantes triangulares num mundo hexágono?

Sabe-se lá quando o mundo do outro está de cabeça para baixo e quando está de cabeça para cima e alguém encosta sem querer, desmoronando tudo.

É bem assim que muitas pessoas vão chegar até você. Enquadradas!

E no mundo delas, você pode ser o único ser real que as toque com carinho, leveza e mansidão, sem pretensão de equivocar-se com a maneira de ajudar, mas com toda a certeza que sua escolha é feliz, por isso façamos essa pergunta:

Encontrar-se consigo e com o outro, quem consegue?

O mundo de alguém é extremamente delicado porque existem: dores, desafios, inquietudes, alegrias, esperanças ou quem sabe as desesperanças e, dependendo do momento, tudo isso pode estar prestes a explodir e ninguém quer ouvir alguém, muito menos intervir com medidas cautelosas, capazes de mudar a vida por inteiro.

Há quem procurar, ou podemos perguntar: Há quem encontrar?

Encontre-se em primazia com sua essência humana, feita de escolhas, oportunidades e continuidade.

Após esse encontro, tornar-te-á um especialista em identificar problemas, situações e caminhos a serem percorridos, na exuberante solução das afinidades das almas, enquanto psiquê.

Suas técnicas, seus instrumentos, seus saberes devem ir de encontro a alegria partilhada na alma entristecida, por vezes desanimada, por outras com nuances de tirar o sossego da alma pela morte.

Mas que ambas necessitam da tua ajuda e do que te tornou capaz de perceber esse sofrimento em forma de adoecimento. Deixe então de churumelas e parta para a luta.

Lute como se fosse a última guerra, se perder uma batalha, descanse e retome, porque de combates é feito a história de todas as pessoas  e principalmente dos que te procurarem em sofrimento psíquico.

Onde estará então a alegria a ser partilhada?

Como encontrar consigo e com o outro.

Na cura pela fala, que destrincha a alma, promove a espontaneidade  e emerge os sentidos fraudulentos dos traumas, que são danos emocionais, resultado de algum acontecimento sofrido.

Se assim for, coragem para seguir e proporcionar o saudável equilíbrio, movido sempre pela pergunta que não cala:

Encontrar-se consigo e com o outro, quem consegue?

É então onde encontramos novas possibilidades que insere e adapta novas soluções, capazes de tornar a angústia em leveza?

A dor em analgesia?

Ah, que maravilha, tentar e conseguir, mostrando ao paciente que ele pode, se fizer de sua vontade o ponto de partida, tornando possível o encontro consigo e com o outro.

No todo, pelas partes, na fisiologia, pela investigação, nos neurônios pela função correta? Que seja!

Porque onde há procura de soluções, há um profissional terapeuta, disposto a exercer seus conhecimentos, capazes de melhoria significativa e aniquilação das ideações suicidas, ou pelo menos tentativas infindáveis de como encontrar consigo e também com o outro.

Você se tornará uma pessoa chique.

Não porque vestirá roupas caras e de grifes, ou mesmo porque terá uma boa remuneração, mas porque é chique ser solícito à alguém e permitir-lhe que veja o mundo até então figurado de ideias desencontradas, em traços leves e tênues que os insiram na realidade social.

É com você que  falo, que dia após dia, vence a si mesmo, aprende novos conhecimentos e adquire novos construtos.

Construtos de ser coerente, de ter postura, de observar, de perceber que para uma pessoa você será muito importante e essa pessoa, será seu paciente ou você será paciente dela.

Não desista de ter em suas mãos essa chave e utilize-a sempre que um emaranhado de dor, lhe solicitar, gentilmente a ajuda.

E, lembre-se: a alegria é partilhada, vocês conseguirão.  

Estabeleçam o melhor contato, aquele da troca mútua, onde um é o suporte do outro, para promover o encontro desafiador e gerador de novos encontros pessoais e por que não da psique?

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Telma Silva Azevedo

Nascida em 28/03/1971 em Brasília-DF, casada, mãe de dois filhos, formada em PEDAGOGIA, mas não exerço a profissão. Estudante de psicologia 3º.Semestre, gosto da vida, de escrever, de sorrir e levo todos os acontecimentos diários com a melhor maneira de descomplicar, afinal os dias são feitos para serem vividos por excelência, ainda que nem todos sejam bons. Amo a natureza, viajar, conhecer lugares diferentes e estou sempre a disposição de ajudar o outro, por isso resolvi cursar psicologia. Sou católica praticante e trago comigo, uma grande certeza: cada um fazendo a sua parte, o mundo se torna melhor, mais habitável. Contato: (61) 9-8557-2133

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