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Moral, bons costumes, ética e a política

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Ultimamente todos nós falamos sobre moral, bons costumes, ética. Julgamos decisões do plenário, da assembléia, do governo, mas e as nossas decisões, nossa moral e ética, a quantas andam?

Por vezes nos colocamos à apontar as decisões alheias, mas nos esquecemos da boa e velha auto-avaliação. É aquele famoso caso do jeitinho brasileiro, que a gente acha legal usar, mas daí quando usam pra nos privar de um direito ou aprovam uma lei contrária àquilo que acreditamos, lá vamos nós, julgar como se não houvesse amanhã. Apontar o dedo, bater panela.

Eu posso ter o hábito do jeitinho brasileiro, mas a política não? #EstamosDeOlho

Para que possamos cobrar algo do outro é necessário que primeiro façamos bem feita a nossa parte. E não é pra pensar só à curto prazo, não. O que fazemos hoje, vai refletir no futuro. No meu, no seu, no da nação. Como você tem agido hoje?

É contra o pacote de medidas anticorrupção aprovadas na fatídica madrugada do dia 30? Mas e você? Como tem sido praticadas as suas condutas? Você não se corrompe em nada? Vamos pensar um pouquinho.

Um país diferente se constrói com ações diferentes em todos os cantos.

A moral, a ética e os bons costumes podem ser facilmente derrubados, se diante do nosso nariz surgir uma situação que envolva benefícios, mas depende de você e só de você, se isso se tornará concreto.

Renunciar aos benefícios, ao status, as mordomias não é fácil, ninguém diz que é, mas se nossos pensamentos e atitudes agirem tranquilamente em direção à essa escolha, talvez a gente não tenha o direito de cobrar nada.

De algum modo somos nós os responsáveis por toda a bagunça instaurada, por toda a sujeira derramada. Por toda a ética destruída.

Eu costumo dizer que mudar não é fácil, exige força, abnegação, propósito consistente, suor, dor, mas ninguém muda pra melhor sentado no sofá.

E então, qual é o seu propósito pra fazer diferente, fazer a diferença hoje?

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Sobre os Autores do Post:

Author profile

CRP 6/101759 - Graduada pela Universidade São Francisco, mestre em Ciências da Saúde pela Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo. Psicóloga clínica desde 2010, busca constante aprimoramento na abordagem analítica. Estudou Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae, frequentou grupos de estudo e supervisão teórica na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica de São Paulo e ainda, integrou o grupo de Neurociências do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Atualmente é doutoranda em Psicologia Social, pela Universidad Complutense de Madrid.

Raquel Ferreira

CRP 6/101759 - Graduada pela Universidade São Francisco, mestre em Ciências da Saúde pela Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo. Psicóloga clínica desde 2010, busca constante aprimoramento na abordagem analítica. Estudou Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae, frequentou grupos de estudo e supervisão teórica na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica de São Paulo e ainda, integrou o grupo de Neurociências do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Atualmente é doutoranda em Psicologia Social, pela Universidad Complutense de Madrid.

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