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Lendas urbanas: o que podemos aprender com elas

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Como todo domingo acordo, tomo meu café, abro o computador e começo a vasculhar as redes sociais, em busca de coisas interessantes. Poucas vezes encontro algo que de fato valha a pena, mas hoje encontrei um texto que falava de uma lenda urbana.

O texto é de Chico Felitti, um jornalista sensível, que retrata a vida de um personagem conhecido nas ruas da capital paulista: o Fofão da Augusta.

A cada parágrafo observo o coração de Chico, a alma de Ricardo, as vidas e as histórias que carregamos em nós. Essas coisas que a gente esquece que existem, né? Principalmente quando o mundo nos obriga a sobreviver em meio a tantas catástrofes, a tantos medos, incertezas e correrias.

Essa alma que existe em mim e em você, que existe no Fofão da Augusta e em tantas outras lendas urbanas. Essas almas que contam histórias, que sustentam vidas e que a gente não se lembra ou não se permite observar.

Vou compartilhar aqui o link pra essa matéria linda, mas antes de clicar nele, pensa em como você olha para o cara que pede dinheiro no semáforo, para o mendigo que está sentado na calçada com suas roupas maltrapilhas, para mulher que te pede um trocado na porta do mercado, para a senhora que te serve o café.

Você ouve essas pessoas? Você as acolhe? Você as olha? Você empatiza com elas? Você pensa nas histórias e nos porquês dessas pessoas estarem ali, naquelas situações?

Meu desejo de hoje é que possamos ser mais sensíveis, olhar, ouvir, tocar o outro. Descobrir histórias, amolecer o coração, sentir almas, empatizar.

Boa leitura!

“Fofão da Augusta? Quem me chama assim não me conhece” – por Chico Felitti

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Raquel Ferreira

CRP 6/101759 - Graduada pela Universidade São Francisco, mestre em Ciências da Saúde pela Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo. Psicóloga clínica desde 2010, busca constante aprimoramento na abordagem analítica. Estudou Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae, frequentou grupos de estudo e supervisão teórica na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica de São Paulo e ainda, integrou o grupo de Neurociências do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Atualmente é doutoranda em Psicologia Social, pela Universidad Complutense de Madrid.

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