falar, conversar

Falar ainda é o melhor remédio

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Falar: expressar-se através das palavras; exprimir; declarar; dizer.

Você já parou pra pensar sobre como “falar” é uma das atitudes mais importantes na vida? E isso pode ser positivo ou negativo. Se eu falo algo errado, por exemplo, isso pode me causar problemas. Se eu digo coisas ruins sobre alguém, isso pode causar desconforto a mim e a outra pessoa. Se eu digo coisas legais sobre uma situação, isso gera credibilidade, entusiasmo.

Mas falar vai além de só abrir a boca e proferir palavras.

Comecei a escrever esse texto pensando que quando a gente não fala alguma coisa que nos machuca, isso nos faz muito mal.  Calar é como criar bichos horríveis dentro de você e quando a boca cala, o corpo fala, pode ter certeza.

E ele fala por meio da somatização, que é como se uma dor emocional se transformasse em dor física.

Quantas vezes você quis discutir com alguém, mas ao preferir o silêncio teve uma baita dor de cabeça?

Clique e fale com um Psicóloga Online agoraQuantas vezes você permitiu que alguém te xingasse, que abusasse de você e o preço disso foi uma gastrite, uma úlcera?

Então aprende, quer falar, fale! Nada de ficar aí fabricando dores pelos cantos.

E tem um elemento que eu acho essencial quando se trata desse assunto: a assertividade.

Essa palavrinha que muita gente acha que tá escrita de maneira errada (mas não), nada mais é do que expressar e defender suas ideias com vigor e respeito pelo ouvinte. Isso mesmo, respeito pelo ouvinte. “Mas como que eu vou respeitar o ouvinte se ele está me causando dor?”

Calma que eu te explico. Pra que você consiga essa proeza é necessário, em primeiro lugar, organizar seus sentimentos e buscar palavras que os traduzam.

Tenha em mente que, para que o outro te entenda você precisa ter clareza do que quer passar. Demonstre segurança, esclareça alguns pontos mais importantes e se for preciso, pode até desenhar, o importante é saber que usou todos os meios para atingir o seu objetivo.

A assertividade está bastante ligada a autoestima e por isso a gente sabe que não é uma competência que se conquista num piscar de olhos, mas não desista. Um passinho de cada vez, uma reflexão hoje, uma palavra escrita amanhã, uma frase bem pensada e verbalizada depois.

Leia também: Quando o amor próprio precisa falar mais alto

É assim que a gente alcança a maturidade emocional e a bendita da assertividade.

Dicas de ouro pra que esse processo dê certo: cuide de você, fortaleça sua autoestima, busque o equilíbrio emocional e fale, afinal de contas, falar ainda é o melhor remédio e se você precisar de ajuda no processo, a gente tá aqui. Tem sempre um psico.online pra te ouvir 😉

Raquel Ferreira
CRP 6/101759 - Graduada pela Universidade São Francisco, mestre em Ciências da Saúde pela Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo. Psicóloga clínica desde 2010, busca constante aprimoramento na abordagem analítica. Estudou Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae, frequentou grupos de estudo e supervisão teórica na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica de São Paulo e ainda, integrou o grupo de Neurociências do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Atualmente é doutoranda em Psicologia Social, pela Universidad Complutense de Madrid.

Raquel Ferreira

CRP 6/101759 - Graduada pela Universidade São Francisco, mestre em Ciências da Saúde pela Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo. Psicóloga clínica desde 2010, busca constante aprimoramento na abordagem analítica. Estudou Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae, frequentou grupos de estudo e supervisão teórica na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica de São Paulo e ainda, integrou o grupo de Neurociências do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Atualmente é doutoranda em Psicologia Social, pela Universidad Complutense de Madrid.

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