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Excesso de informações: o que fazemos com tudo o que lemos, assistimos e ouvimos?

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Temos vivido uma era hiperconectada. Imediata. Repleta de notícias, verdadeiras e falsas, que nos bombardeiam desde os mais diversos meios de informação e entretenimento. Isso faz com que nossa capacidade de atenção seja continuamente fragmentada, para que possamos dar conta de tudo aquilo que nos parece importante. É um autêntico caos.

Supostamente, ter mais informações deveria nos deixar feliz. Supõe-se que se sabemos mais, conhecemos mais, logo podemos decidir melhor, mas não é bem assim.

Quanto mais opções temos, mais fácil será o aparecimento de um fenômeno que nos deixa aturdidos, com a sensação de confusão, literalmente e, não sabemos o que estamos elegendo (Schwartz, 2004).

Assim, o que em teoria parece ser um avanço para nosso conhecimento, resulta ser completamente o oposto. 

Não nos centramos mais naquilo que nos é interessante. É como se estivéssemos sendo pressionados o tempo todo, como se não houvesse tempo suficiente para dedicar àquilo que nos interessa, de fato. Há sempre uma fila de informações a serem consumidas.

E de certa forma, nos tornamos adictos do imediatismo.

Esse fenômeno aumenta ainda mais com as redes sociais e com nossos portáteis. A gente abre um texto, lê uma ou duas frases, isso quando não lê só o título e já se acha capaz de decidir algo, de emitir opinião, sem nenhuma informação real.

É uma verdadeira onda sem sentido, que está nos conduzindo a viver a época de maior manipulação midiática da história, apesar de ser a era em que mais temos informações à disposição, também. Paradoxal, não?

Não nos resta outro remédio a não ser parar, selecionar e reduzir nossas fontes de informação, sendo nós os/as responsáveis pelo conteúdo que consumimos, em que momento o fazemos e a opinião que teremos sobre o que nos contam.

Retirado de Cámbiate Blog (traduzido e adaptado)

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