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Depressão, psiquiatra e psicólogo, uma receita potente

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Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), mais de 350 milhões de pessoas no mundo sofrem de depressão e esse número segue aumentando.

A maioria de nós pode acreditar que nunca será afetado. A sociedade segue abafando as dores desse transtorno, tão comum, do nosso reconhecimento, mas é certo que a incidência da depressão e da ansiedade se multiplicaram durante as últimas décadas.

As razões?

Provavelmente bastante individuais. E a grande maioria associada ao nosso estilo de vida, onde nossa saúde mental não parece ser prioridade.

Cuidamos do corpo, mas nem chegamos perto dos cuidados necessários com a mente.

Um estudo realizado em 2014 por J. Twenge, mostrou como os jóvens tem probabilidade 38% maior de desenvolver depressão do que pessoas de mesma idade há 30 anos atrás.

Os sintomas mais comuns de depressão, desconhecidos pela maioria, incluem: falta de apetite, distúrbios do sono, dificuldades de concentração, inquietude e sentir-se sobrecarregado.

Apesar de muitas vezes sofrermos desses sintomas, não parecemos estar mais inclinados a admitir que estejamos deprimidos, quando nos perguntam diretamente. O que sugere que mesmo com o aumento considerável de sua incidência, admitir que sofremos dele segue sendo um tabu.

A depressão ou a ansiedade segue sendo, em pleno século XXI, uma circunstância incompreendida, que a maioria que sofre dela, oculta.

E essa resistência segue dificultando a abordagem que devemos ter com o transtorno, e fazendo com que muitas pessoas sintam estar vivendo uma vida desgraçada e de solidão.

Se esse é o seu caso, não tenha medo de contar à alguém que possa te apoiar.

Leia mais: Depressão não é frescura

Existem diversos tratamentos para esse mal e a mistura, embora nem sempre necessária, de medicamentos e psicoterapia costuma trazer ótimos resultados.

Chega de sofrer calado ou com medo dos julgamentos alheios, precisamos enfrentar essa triste realidade que consome tanta gente por falta de informação e/ou de coragem de pedir ajuda.

Retirado de Cámbiate (traduzido e adaptado)

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  • É muito difícil sentir que nada poderá ser feito pra mudar. É dolorido pensar que é melhor morrer pra não ter que enfrentar as dificuldades que a vida nos traz. Já tive vergonha e medo de julgamentos por me sentir assim. Isso me prejudicou e muito.Todas as pessoas deveriam consultar um psicólogo.Ninguém é totalmente equilibrado.

  • Vivi intensamente o mundo terrível da depressão, senti toda a dor que ela acarreta, estive dependente de quimicos para sobreviver, e hoje estou aqui para contar a história. Foram seis anos de intenso acompanhamento psicológico/psiquiatrico, e neste momento estou perfeitamente bem, e disposta a dar o meu testemunho se alguém tiver interesse nisso. Penso, que tendo passado por todas as fases de uma depressão reativa, posso ajudar aqueles que precisarem.

    • Aida, ficamos muito felizes que você esteja bem e tenha superado essa doença tão séria. Obrigada por compartilhar sua experiência com a gente

      • Obrigado. Tenho uma longa experiência no que toca à luta contra a depressão, e sei claramente os caminhos que me trouxeram de volta. As pessoas que me rodeiam ficam pasmadas de como foi possível recoperar. Tenho 54 anos, e tenho a noção de todas as etapas porque passei. O mérito não foi meu mas da forma como os profissionais de saúde lidaram com o meu caso, e a esse respeito, e por trabalhar num hospital, posso dizer muita coisa se alguém estiver interessado no assunto.

      • Oi Michelle, como vai? Não entendemos, tem interesse em saber sobre o que? :-)

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