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Será que sabemos compreender e aceitar?

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Será que sabemos compreender e aceitar? Os outros, nós mesmos, a vida? Ao invés de julgar?

Temos medo. Sejamos sinceros. Adentramos na profundidade de algo, que sem conhecer, rejeitamos, nos aterroriza. Ocorre diariamente.

Se não gostamos de algo, não paramos para tentar compreender o porquê ou aceitar.

É como se não tivéssemos tempo para perder com isso. Seja com a orientação sexual, a religião, a política. É muito mais fácil rejeitar a questão, enfeitando-a com todos os tipos de argumentos que não são frutos de compreensão própria. Ao invés de nos informarmos. Isso é algo muito perigoso.

Porque quando desvendamos os motivos pelos quais rejeitamos algo que é diferente, não encontramos fundamentos que se baseiem no conhecimento. Nem sequer em sentimentos e sim, muito frequentemente, estão embasados nos ressentimentos de outros.

Desta forma nos vemos arrastados para batalhas que não são são nossas, com argumentos que não compreendemos, mas que simplesmente parece que nos identificamos. Mas se nos aprofundarmos neles, formos até as raízes de noss
as crenças, seremos conscientes de que talvez não seja assim.

De que provavelmente nossos pensamentos estão embasados em doutrinas que nos ensinaram e não em conhecimento e estudo.

E como podemos mudar isso?

Leia também “E se nos permitíssemos arriscar?”

Comecemos por escutar mais, se aprende muito ao escutar. Ainda que precisemos treinar bastante.

Estamos acostumados a ouvir, esperando, com sorte, que o outro acabe, para enfim, colocarmos as nossas convicções. E assim, é muito provável que não aprendamos nada.

Um segundo passo, muito recomendado, é ler. Se possível, de diversas fontes, diferentes revistas, jornais, autores e escritores.

E por último, e o meu preferido, observe. Porque se formos capazes de permanecer em silêncio, apreciando o que acontece ao nosso redor, sem julgar, conseguiremos a sorte de uma visão mais clara.

Seremos capazes de apreciar as matizes, o que compartilhamos ou não, e é assim que nossa opinião poderá estar baseada em nossas próprias fontes e será única e individual. Nossa. De verdade!

Retirado de Cámbiate (traduzido e adaptado)

 

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