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13 Reasons Why e 13 reflexões sobre a série

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Oi. Aqui não é a Hannah Baker. Não precisa ajustar… opa, peraí, precisa ajustar, sim. Seria muito bom se você pudesse se permitir ajustar algumas ideias à respeito de bullying, suicídio, relações familiares, amizades, empatia…

[SPOILER ALERT] não tem como não dar alguns spoilers durante nossas 13 reflexões, mas são pequeninos ok? 🙂

A primeira informação que tive sobre “13 Reasons Why” era de que se tratava de uma série sobre jovens deprimidos, a segunda, de que as ligações para o CVV haviam dobrado e a terceira, de que eles estavam no trendtopic do Twitter. Ok, confesso que não sou adepta das séries, porque não tenho maturidade suficiente pra administrar o tempo e quero assistir tudo de uma vez só, mas se a gente quer falar de um assunto, precisa entender a fundo do que se trata e lá fui eu pra minha maratona de 13 episódios num final de semana. Ao final, retorcida no sofá com a cena do suicídio, comecei a refletir sobre tudo o que eu havia aprendido a partir das histórias e das pessoas que as compunham.

Vamos as 13 reflexões que eu cheguei:

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O perdão não é sentimento, é uma decisão

4 min de leitura

A menos que você roube as pessoas, e se identifique com o crime, sem dúvidas você desaprova o ladrão que te leva a bolsa quando o semáforo está fechado, ou que te subtrai o carro no estacionamento do shopping.

O crime e o criminoso estão inseridos dentro de um padrão de conduta inaceitável socialmente, digno de repulsa, de ódio e de condenação.

Em outro cenário, se eu lhe perguntar qual sua posição quanto à traição conjugal, principalmente se você aposta todas suas fichas em um relacionamento afetivo, e nele canaliza seus sonhos, energias, economias e o planejamento da sua vida, invariavelmente sua resposta será de repúdio, inconformismo, nojo.

Pois bem, assim como o comportamento do ladrão e do traidor, vários outros atores sociais estão sujeitos a nos despertar para uma infinidade de sentimentos ruins, que comumente nos levam à ânsia de vingança, revanche, cobrança do débito, desejo de justiça, entre tantos outros.

Quando o ladrão age ele nos tira um bem material, que pelo direito conferido por investimento financeiro, é nosso; assim como na ação de traição conjugal, a parte infiel retira a segurança e dilacera com a reserva moral daquele que idealiza a fidelidade do parceiro ou da parceira.

Para estes dois casos, e outros tantos de desdobramentos análogos, existem dinâmicas que vão de encontro à nossa segurança, ao nosso bem-estar ou ao nosso direito de propriedade. Para todas estas situações, há apenas duas maneiras de enfrentamento: A Incriminação ou o Perdão. Continue lendo

Vínculos tóxicos - Família laços de amargor

Vínculos tóxicos – Família laços de amargor

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Os vínculos tóxicos: é comum no consultório, ouvindo os relatos dos pacientes, ou mesmo em nosso dia a dia, nos depararmos com um amigo, primo, colega de trabalho, enfim, alguém que percebemos ser uma pessoa com muitas qualidades, uma pessoa como podemos dizer… “do bem” sendo “usada”, “manipulada”, “escravizada” por outras pessoas.

Ficamos perplexos e se temos intimidade perguntamos: como você aguenta? Não vai falar nada? Fazer nada? E de repente … o silêncio misturado com a vergonha se rompe em uma justificativa paralisante…

“Então, é minha mãe, ou meu pai, meu irmão, minha filha, minha esposa, meu marido…”

Como se estes laços sanguíneos ou no caso do casamento, “de papel passado”, justificassem os abusos psicológicos e até físicos sofridos por muitos. Laços familiares que estão mais para correntes de aço, que te prendem, sufocam e que te matam aos poucos. Continue lendo

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Violência contra mulher e homicídio passional

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Violência contra mulher e homicídio passional: quem ama machuca?

Ciúme possessivo, desestabilidade emocional, controle das relações pessoais, agressões verbais e físicas…. se você vive um relacionamento abusivo saiba que corre um sério risco de ser uma vítima de homicídio passional. Continue lendo