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Como superar o bullying? Aprendendo a lidar

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Semana passada a gente já falou sobre bullying aqui, mas daí encontramos esse vídeo e achamos tão fofo que decidimos repetir o assunto. Além de ser uma maneira de entender como superar o bullying

Lembre-se bullying é cisa séria, precisa ser identificado, enfrentado e cuidado.

Esses garotos dão um show de enfrentamento, vem ver

Como superar o bullying – Bars & Melody

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Como saber se meu filho sofre bullying?

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Bullying: saiba se o seu filho é uma vítima deste tipo de violência.

Devemos sempre estar atentos as brincadeiras que são iniciadas com alguém que sofre bullying.

Deixei pra lá, achei que seria melhor levar na esportiva quando me chamavam de tampinha, ou até mesmo anão, afinal se contrariar uma brincadeira parece que arranjam cada vez mais nomes mirabolantes pela minha baixa estatura. Mas aí os dias passavam e então, em todos os intervalos da escola me faziam sentir mal, ansioso, com dor de barriga, com medo de sair da sala de aula e aquilo não passava de jeito nenhum. Quando vi, no momento que minha mãe me deixava na porta da escola, todos os dias pareciam ser um pesadelo ter que entrar lá e lembrar-se de todos aqueles apelidos que me obrigavam a lembrar do quanto eu odiava ser baixinho.

Tais episódios são mais normais do que imaginamos em todas as escolas, e se caracterizam por grupos de pessoas que acabam escolhendo atributos físicos de uma pessoa, como algo a ser zombado, afinal, ser diferente é errado, é considerado algo anormal para a sociedade, devemos seguir um padrão. E devido a tal conceito, criam-se apelidos maldosos para as pessoas. (mais…)

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A violência pode ser confundida com o amor, mas não deveria

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Sim, às vezes a violência pode ser confundida com o amor! Mas as pessoas podem construir e modificar as opiniões a respeito de si mesmas.

No passado do autodesenvolvimento, tomamos consciência por intermédio do senso perceptivo das emoções, sensações, sentimentos que melhores satisfaziam nossa demanda física e emocional, enquanto seres humanos únicos.

Acontece que a vida vai desenrolando, e a necessidade de ser aceito, enquanto característica marcante do ser humano, é ininterrupta.

Conforme nos desenvolvemos, os afetos que nos movem se expandem para além do amor parental e, em dado momento, o amor romântico se torna realidade imprescindível em nossas vidas.

A paixão chega com violência. (mais…)

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13 reasons why, hannah baker, clay, suicídio, cvv, bullying

13 Reasons Why e 13 reflexões sobre a série

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Oi. Aqui não é a Hannah Baker. Não precisa ajustar… opa, peraí, precisa ajustar, sim. Seria muito bom se você pudesse se permitir ajustar algumas ideias à respeito de bullying, suicídio, relações familiares, amizades, empatia…

[SPOILER ALERT] não tem como não dar alguns spoilers durante nossas 13 reflexões, mas são pequeninos ok? 🙂

A primeira informação que tive sobre “13 Reasons Why” era de que se tratava de uma série sobre jovens deprimidos, a segunda, de que as ligações para o CVV haviam dobrado e a terceira, de que eles estavam no trendtopic do Twitter. Ok, confesso que não sou adepta das séries, porque não tenho maturidade suficiente pra administrar o tempo e quero assistir tudo de uma vez só, mas se a gente quer falar de um assunto, precisa entender a fundo do que se trata e lá fui eu pra minha maratona de 13 episódios num final de semana. Ao final, retorcida no sofá com a cena do suicídio, comecei a refletir sobre tudo o que eu havia aprendido a partir das histórias e das pessoas que as compunham.

Vamos as 13 reflexões que eu cheguei:

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O perdão não é sentimento, é uma decisão

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A menos que você roube as pessoas, e se identifique com o crime, sem dúvidas você desaprova o ladrão que te leva a bolsa quando o semáforo está fechado, ou que te subtrai o carro no estacionamento do shopping.

O crime e o criminoso estão inseridos dentro de um padrão de conduta inaceitável socialmente, digno de repulsa, de ódio e de condenação.

Em outro cenário, se eu lhe perguntar qual sua posição quanto à traição conjugal, principalmente se você aposta todas suas fichas em um relacionamento afetivo, e nele canaliza seus sonhos, energias, economias e o planejamento da sua vida, invariavelmente sua resposta será de repúdio, inconformismo, nojo.

Pois bem, assim como o comportamento do ladrão e do traidor, vários outros atores sociais estão sujeitos a nos despertar para uma infinidade de sentimentos ruins, que comumente nos levam à ânsia de vingança, revanche, cobrança do débito, desejo de justiça, entre tantos outros.

Quando o ladrão age ele nos tira um bem material, que pelo direito conferido por investimento financeiro, é nosso; assim como na ação de traição conjugal, a parte infiel retira a segurança e dilacera com a reserva moral daquele que idealiza a fidelidade do parceiro ou da parceira.

Para estes dois casos, e outros tantos de desdobramentos análogos, existem dinâmicas que vão de encontro à nossa segurança, ao nosso bem-estar ou ao nosso direito de propriedade. Para todas estas situações, há apenas duas maneiras de enfrentamento: A Incriminação ou o Perdão. (mais…)

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Vínculos tóxicos – Família laços de amargor

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Os vínculos tóxicos: é comum no consultório, ouvindo os relatos dos pacientes, ou mesmo em nosso dia a dia, nos depararmos com um amigo, primo, colega de trabalho, enfim, alguém que percebemos ser uma pessoa com muitas qualidades, uma pessoa como podemos dizer… “do bem” sendo “usada”, “manipulada”, “escravizada” por outras pessoas.

Ficamos perplexos e se temos intimidade perguntamos: como você aguenta? Não vai falar nada? Fazer nada? E de repente … o silêncio misturado com a vergonha se rompe em uma justificativa paralisante…

“Então, é minha mãe, ou meu pai, meu irmão, minha filha, minha esposa, meu marido…”

Como se estes laços sanguíneos ou no caso do casamento, “de papel passado”, justificassem os abusos psicológicos e até físicos sofridos por muitos. Laços familiares que estão mais para correntes de aço, que te prendem, sufocam e que te matam aos poucos. (mais…)

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Violência contra mulher e homicídio passional

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Violência contra mulher e homicídio passional: quem ama machuca?

Ciúme possessivo, desestabilidade emocional, controle das relações pessoais, agressões verbais e físicas…. se você vive um relacionamento abusivo saiba que corre um sério risco de ser uma vítima de homicídio passional. (mais…)

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