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Transtorno Afetivo Bipolar

100 dicas para ajudar quem sofre de bipolaridade ou transtorno bipolar

100 dicas para ajudar com a bipolaridade

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Dicas para quem sofre com o transtorno Bipolar não vão resolver o problema, mas podem melhorar a qualidade de vida e a busca por equilíbrio.

O efeito acumulativo pode desenvolver alguns hábitos que ajudarão a gerenciar melhor os distúrbios e encontrar saídas que nunca parecem aparecer.

Tenha em mente que algumas dessas ideias você já pode estar praticando e outras farão muito sentido. Comece com uma ou duas dessas dicas que parecerem ser realizáveis, mas tente evitar fazê-las muito rapidamente, pois poderia desencadear algum episódio.

Em poucos meses esperamos que você esteja fazendo várias coisas 1% melhor. 🙂

Saiba mais sobre o Transtorno Bipolar nos textos: Continue lendo

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Tristeza, depressão ou algo obscuro dentro de mim

1 min de leitura

Mais uma Caixa de Segredos e essa me deixou bastante tocada. Me fez enxergar tristeza, depressão, sentimentos bastante negativos escorrendo pela tela. Fiquei preocupada, pois parece que ninguém percebe esse indivíduo pedindo socorro.

E quantas vezes a gente não vê isso acontecendo?

Gente que acha que depressão é frescura, que é só querer que você consegue ficar bem. Que falta vontade, inclusive gente dentro da nossa própria casa! Continue lendo

Tem um bipolar na minha vida

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Pois é, você cresce, escolhe ser psicóloga e pensa que nunca vai precisar enfrentar alguns problemas na sua própria casa, mas eis que numa noite fria e escura, seu querido irmão caçula tem um surto daqueles que você só tinha visto em filmes, a ponto da pessoa precisar ser amarrada pra não matar alguém :/

Começa aí uma longa jornada até a descoberta do TAB (transtorno afetivo bipolar), incluindo dezenas de internações, sofrimentos, medos, frustrações e aprendizados. Eu ainda me lembro do dia em que eu e meu pai o levamos para o hospital, olhar para o meu pai e para o medo estampado em seu rosto era desesperador, olhar para minha mãe e ver a dor de ter o seu filho amarrado era desconsertante, olhar para o meu irmão alí, tão irreconhecível e, mesmo sendo psicóloga, tendo estudado como agir nesses casos e aprendido toda a teoria sobre a doença, era frustrante.

Convivemos com os delírios, com as vozes desconhecidas na cabeça dele, com as afrontas, com os desafios, por algumas semanas. Ele ficou internado na psiquiatria e depois de um tempo voltou pra casa, catatônico por tanta medicação. Foram mais algumas semanas, meses, veio uma melhora e logo depois outras tantas crises de mania bem feias. Foi assim por um bom tempo, até que surgiu um mar de lama chamado depressão. Ele não saia da cama, não comia, parecia definhar. Mais remédio, médicos novos, internação, terapia… melhorou, ufa!

Que nada, novas crises de mania, que agora se alternavam com semanas tranquilas e depois semanas desesperadoras de tristeza profunda e apatia total. Meus pais nesse tempo todo oscilavam entre a raiva e a falta de compreensão, a culpa e o amor incondicional. Sofreram muito. Sofrem a cada nova crise, a cada alteração de remédios, mas hoje, depois de alguns bons anos, aprendemos que juntos podemos superar qualquer coisa, que buscar ajuda faz toda a diferença, que ter suporte médico e psicológico é indispensável.

Hoje, depois de sete anos ainda passamos por desafios, mas ele, o meu irmão, está sem dúvida alguma, muito melhor. A terapia o ajudou a perceber quando uma crise está começando, ajudou a resignificar muita coisa e acima de tudo, ajudou a usar o TAB a seu favor, seja na criatividade, na reflexão ou no simples falar com alguém sobre como é, compartilhar experiências e buscar mais equilíbrio.

Se você tem dúvidas sobre o TAB ou sobre como lidar, deixe um comentário. Teremos muito prazer em te ajudar.

Veja também outros textos sobre bipolar:

PDF do Google Health sobre o Transtorno de Ansiedade Bipolar

SUS oferecerá tratamento para transtorno Bipolar 

Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos – ABRATA

Possíveis tratamentos para um verdadeiro bipolar

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transtorno bipolar

Até o momento não existe uma cura para o transtorno bipolar. Entretanto, os medicamentos mais eficazes no controle da doença são estabilizadores do humor, antidepressivos, antipsicóticos e tranquilizantes. Eles ajudam da seguinte maneira:

  • no tratamento do episódio agudo de mania ou depressão;
  • o uso contínuo ao longo dos anos evita que novos episódios de mania, depressão ou mistos ocorram, pois o risco de recaída sem tratamento é muito elevado;
  • previne comportamentos suicidas;
  • estabiliza o humor, prevenindo os prejuízos psicológicos, sociais e físicos ocasionados pelos episódios da patologia.

Tratamentos medicamentosos associados a psicoterapia têm demonstrado um maior nível de satisfação para os portadores do TAB.

É importante entender que o CONTROLE, e não a cura, é frequente no tratamento de várias doenças. Por exemplo, o diabetes não é curado pelas injeções de insulina, mas, sim, controlado para que o indivíduo possa ter uma vida saudável e normal.

Referência: http://www.abrata.org.br/new/oqueE/transtornoBipolar.aspx#1

Eu sou “meio bipolar”

3 min de leitura

Ah, como eu me divirto com esses termos técnicos usados a torto e a direito. Tenho certeza que pelo menos uma vez na sua vida ou você já se rotulou assim ou rotulou alguém. Acertei, não?!

Pois bem, na linguagem quotidiana ser bipolar significa que fulano muda de humor, de ideia, ou de sei lá o que a todo momento, mas, na teoria a coisa é bem mais complicada.

Embora nos dias de hoje ser “bipolar” é quase uma moda, é preciso muito cuidado com esse diagnóstico, até porque um tratamento correto pode reduzir muito os danos causados pela patologia e um diagnóstico errado, pode pôr em risco a integridade física e psíquica de um indivíduo.

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