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Síndrome de Tourette: você já ouviu falar?

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Há alguns dias recebemos uma caixa de segredos que nos questionava a respeito da Síndrome de Tourette. A pessoa mencionava que tem alguns comportamentos repetitivos e que estava com medo de ser diagnosticada com o transtorno, ainda que em um grau bastante leve.

Antes de tudo, vamos mencionar o que diz o DSM-V (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) sobre a síndrome: (mais…)

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17 documentários sobre saúde mental e hospital psiquiátrico

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Quando falamos de hospital psiquiátrico, internação compulsória, saúde mental, psicopatologia e nos termos do senso comum ou populares: da loucura, dos doentes mentais, dos loucos e delirantes ou mentalmente insanos, muitas vezes não temos a menor ideia de como deixamos de lado a dignidade humana para com nossos semelhantes.

Muito da luta antimanicomial e da reforma psiquiátrica é a luta contra o pré-conceito ou da intolerância e do desconhecimento. Da ignorância de muitos em relação aos avanços e retrocessos que vivemos dia após dia em pleno século 21 e que servem para praticamente “escondermos” aqueles que ainda na linguagem popular, dementes, loucos, “nóias” são incômodos para os normais ou aquele “cidadão de bem”.

Cidadão de bem que por não saber como lidar com a imagem de um outro ser humano que poderia ser ele próprio, prefere separar e esconder ao invés de tratar adequadamente. Que ao ver à superfície uma parte da nossa saúde que choca pela decadência ou desintegração do eu, prefere olhar para o outro lado ou ignorar.

Quando criamos o Psico.Online, pensamos em trazer para a população ajuda, numa linguagem comum, mas recheada de informação científica e técnica, conhecimento para mudar um pedacinho do mundo, e nestes documentários, pretendemos levar a todos um conhecimento: há um humano doente e que precisa de cuidados ali onde você só vê um problema.

Sabemos sim que a vida é difícil, mas precisamos de empatia, de senso moral e de conhecimento para entender e evitar julgamentos superficiais. Precisamos de alternativas, de ideais e de muito trabalho e paciência.

Assista aos documentários, indique outros. Leve para você a mensagem principal: se a dor do seu semelhante não te faz sentir nada, seu caminho está em uma direção preocupante.

1) Saúde Mental e Dignidade Humana

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Como chamar um deficiente? Aprendendo para incluir.

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Deficiente ou os deficientes, como chamar uma pessoa que tem deficiência? Pelo nome. Parece pegadinha, mas não é.

Isso é tão importante que esperamos que você leia e divulgue essa post para o maior número de pessoas pois é assim que acabaremos com um preconceito que só precisa de informação para ser resolvido.

Arthur tem uma ou possui uma deficiência.
Ana têm problemas auditivos.
Pedro tem danos e problemas cognitivos.
Regina tem Nanismo.
José tem Síndrome de Down.
Laura tem deficiência intelectual.
Paulo possui uma deficiência visual de 50%.
Beltrano é deficiente pois tem uma limitação física e por ai vai.

Todos tem uma coisa em comum: são seres humanos.

O deficiente é uma pessoas assim como você ou eu, logo, nós deveríamos tratá-lo como tal, mas não é o que acontece.

É importante saber que eles sabem aquilo que têm e qual a deficiência existente bem como suas limitações, e, em muitos casos, o maior problema é você. Meio duro não? Vamos explicar.

O deficiente é uma pessoa como você ou eu.

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Os rótulos nossos de cada dia

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Depressão, ansiedade, TOC, hipocondria… rótulos que dão nome aos nossos sintomas, rótulos que nos apropriamos para explicar e justificar nosso mal-estar. Mas por que a gente age assim, se sabemos que somos muito mais do que isso?

Quando os pacientes vem diagnosticados, com rótulos nas testas

Em consultório, muitas vezes, a novidade é quando recebemos um paciente sem diagnóstico prévio ou mesmo sem uma enxurrada de informações que ele mesmo buscou no Google e que fielmente assumiu como uma verdade absoluta. Alguns chegam com o nome da doença, outros já com a solução, outros com a receita de medicamentos que valha-me Deus, parece uma lista de supermercado. (mais…)

20 dicas psicológicas para nervoso, frustração, ansiedade, pânico, desantenção e outras…

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Dicas psicológicas são meios de você mudar a sintonia quando encontra alguma dificuldade que precisa lidar. No repost abaixo (não sabemos se foi feito pelo site moleton ou pelo artista moletom) há uma série de informações que podem ajudar quando:

Você está nervoso, frustrado ou cansado

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Somatização: o que é e que sintomas produz

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Somatização: o corpo e a mente estão muito mais conectados do que você imagina.

Históricamente, muitas teorias psicológicas trataram corpo e mente como duas coisas distintas, que se associavam somente em alguns aspectos para garantir a existência de seres humanos conscientes de si mesmos e totalmente funcionais.

Curiosamente, observando esse enfoque, o corpo “material” só tem poder sobre a mente no aspecto de que é ele quem a retém num lugar concreto e, além do mais, é a mente que propõe objetivos, controla os movimentos do corpo e, de vez em quando, busca maneiras para transcender a “prisão da carne”. (mais…)

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Autismo: sobre um universo singular

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Hoje é o Dia Mundial de Sensibilização para o Autismo e o que queremos passar, além de informações técnicas, é que mesmo sendo um transtorno sem cura, o Autismo ou o Transtorno do Espectro Autista (TEA), tem tratamento e infinitas possibilidades de terapias e acompanhamentos que podem garantir vida saudável e cheia de qualidade, para paciente e a família.

Se você tem dúvidas sobre o assunto ou sobre ter alguém na sua vida com TEA , procure ajuda especializada, nós podemos te indicar 😉

Agora vem ler sobre esse universo no site Autismo e Realidade ou baixe os materiais que eles disponibilizam: http://autismoerealidade.org/ferramentas-de-apoio/downloads/.

Alguns sinais que podem indicar a presença de traços autistas ou outros problemas:

  • O relacionamento com outras pessoas pode não despertar seu interesse;
  • Age como se não escutasse (ex. não responde ao chamado do próprio nome);
  • O contato visual com outras pessoas é ausente ou pouco freqüente;
  • A fala é usada com dificuldade, ou pode não ser usada;
  • Tem dificuldade em compreender o que lhe é dito e também de se fazer compreender;
  • Palavras ou frases podem ser repetidas no lugar da linguagem comum (ecolalia);
  • Movimentos repetitivos (estereotipias) podem aparecer;
  • Costuma se expressar fazendo gestos e apontando, muitas vezes não fazendo uso da fala.
  • As pessoas podem ser utilizadas como meio para alcançar o que quer;
  • Colo, afagos ou outros tipos de contato físico podem ser evitados;
  • Pode não demonstrar envolvimento afetivo com outras pessoas;
  • Pode ser resistente a mudanças em sua rotina;
  • O que acontece a sua volta pode não despertar seu interesse;
  • Parece preferir ficar sozinho;
  • Pode se apegar a determinados objetos;
  • Crises de agressividade ou auto-agressividade podem acontecer.

Importante: esses sinais são indicativos, o diagnóstico deve ser feito por profissionais especializados, a partir da utilização de técnicas próprias, como entrevistas e observação clínica.

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Dia da mentira: quando isso vira uma doença

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Hoje é primeiro de abril, dia da mentira. Então, primeiramente vamos entender de onde surgiu isso. Reza a lenda que essa história começou na França, mais precisamente em 1564, quando o então rei, Carlos IX, decidiu instituir um novo calendário denominado de gregoriano (porque foi criado pelo Papa Gregório XIII), alterando assim todas as datas comemorativas, inclusive o ano novo que era comemorado sempre no dia 25 de março e se estendia numa festança até o dia 01 de abril. Acontece que boa parte dos franceses levaram um tempo pra ter conhecimento dessas alterações todas e continuaram a comemorar o ano novo do jeitinho de sempre e foi aí que começou a bagunça. O povo que já sabia da troca, começou a zombar desses franceses desavisados e a acusa-los de comemorarem de forma mentirosa a passagem de ano. Essa história logo se espalhou por todo o ocidente e daí vem o tal dia da mentira 🙂

Bem, explicado o contexto do dia, vamos a um dado preocupante à respeito da mentira.
Mentir é uma ação deliberada e intencional de alterar ou inventar fatos. A tendência compulsiva pela mentira é uma doença, chamada de Mentira Compulsiva ou Mitomania. Não existe UMA causa para que isso se torne um problema real, mas um conjunto de fatores que podem transformar a vida da pessoa num caos, vejamos:

  • relacionamentos problemáticos;
  • relações parentais distorcidas;
  • genética;
  • histórico e experiências de vida;
  • baixa auto-estima;

A mitomania pode começar desde a infância e essa pessoa sabe que está mentindo, mas não é capaz de controlar ou impedir esse ato. Com o tempo, a supervalorização das crenças e os não enfrentamentos de angústias e frustrações, a coisa vai se tornando sem limites e a pessoa passa a mentir mesmo sem necessidade e os “mentirosos” passam até a acreditar em suas próprias mentiras. Dizer a verdade, no caso dessas pessoas, é algo extremamente desconfortável. É importante saber que a mentira compulsiva causa danos às relações, prejuízos à vida do mentiroso e de quem o rodeia.

O diagnóstico da mitomania pode ser feito por um psiquiatra ou por um psico e o tratamento geralmente é com um psico, não necessitando de intervenção medicamentosa. A punição quando se descobre a mentira da mitomania não é saudável, pois acaba dificultando a busca e/ou permanência do tratamento. Então, entenda que o mentiroso compulsivo precisa de compreensão e seja paciente, incentivando-o a procurar ajuda o quanto antes.

Quer saber mais sobre esse assunto? Escreve pra gente, você pode usar os comentários ou a Caixa de Segredos 😉

Outras referências sobre o dia da Mentira:

síndrome de down

Hoje é o dia do cromossomo do amor – Síndrome de Down

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Hoje é o dia mundial da Síndrome de Down, mas você sabe exatamente o que é isso, como acontece e como lidar? Vem com a gente… vamos apresentar um texto maneiro do pessoal do Movimento Down.

A síndrome de Down é causada pela presença de três cromossomos 21 em todas ou na maior parte das células de um indivíduo. Isso ocorre na hora da concepção de uma criança. As pessoas com síndrome de Down, ou trissomia do cromossomo 21, têm 47 cromossomos em suas células em vez de 46, como a maior parte da população.

As crianças, os jovens e os adultos com síndrome de Down podem ter algumas características semelhantes e estar sujeitos a uma maior incidência de doenças, mas apresentam personalidades e características diferentes e únicas.

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E esse tal Asperger?

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Hoje é o dia internacional da Síndrome de Asperger, mas você sabe o que é isso???

síndrome de asperger

É uma síndrome com muitas controvérsias e diagnóstico difícil, descrita no meio médico por volta de 1944 pelo pediatra Hans Asperger. Reúne um conjunto de características muito similares ao autismo: dificuldade de interação social, repertório de interesses e atividades empobrecido, estereotipado e repetitivo.

A diferença mais marcante entre as duas síndromes está no fato de que no Asperger não há atraso ou retardo no desenvolvimento cognitivo (da inteligência, percepção, etc) ou de linguagem.

Os meninos são mais atingidos, chegando a 8 garotos para 1 menina e geralmente o desenvolvimento dos sintomas pode persistir até a vida adulta.

A causa da doença é desconhecida, mas acredita-se que seja de origem genética.

Muitos pacientes estão erroneamente diagnosticados e por vezes isso gera um tratamento inadequado e a impossibilidade de melhora qualitativa na vida do indivíduo.

Somente com uma boa e minuciosa avaliação psiquiátrica e psicológica, pode-se reduzir os danos do diagnóstico e garantir uma vida plena e saudável ao paciente.

Vídeos sobre Asperger

Confira estes dois vídeos que falam sobre a Síndrome, o primeiro, uma palestra do TED por uma garota que têm a síndrome e o outro um trecho do filme Mary e Max do diretor Adam Elliot.

 

Referências: Classificação de Transtornos Mentais e de Comportamento da CID-10. Porto Alegre, Artmed, 1993.

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