Arquivo da categoria: Ramos da psicologia

Descobri que estou com HIV/AIDS e agora?

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Descobri que tenho HIV/AIDS. Tenho 36 anos, sou casada.

Tenho também duas filhas lindas e tudo começou quando descobri que meu marido estava me traindo. Resolvi traí-lo também. Ele passava dias e noites fora, às vezes semanas ou meses, ligava várias vezes e ele nunca atendia.

Quando eu cobrava, sempre havia alguma desculpa, aí resolvi seguí-lo e, então, descobri a traição.

Pensei: “não vou me separar, vou pagar na mesma moeda. Sou uma mulher bonita, usarei o meu corpo e vou sair com vários homens, novos, velhos, que se dane”!

Quando eu saía com outros homens me sentia desejada, amada. Continue lendo

Como chamar um deficiente? Aprendendo para incluir.

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Deficiente ou os deficientes, como chamar uma pessoa que tem deficiência? Pelo nome. Parece pegadinha, mas não é.

Isso é tão importante que esperamos que você leia e divulgue essa post para o maior número de pessoas pois é assim que acabaremos com um preconceito que só precisa de informação para ser resolvido.

Arthur tem uma ou possui uma deficiência.
Ana têm problemas auditivos.
Pedro tem danos e problemas cognitivos.
Regina tem Nanismo.
José tem Síndrome de Down.
Laura tem deficiência intelectual.
Paulo possui uma deficiência visual de 50%.
Beltrano é deficiente pois tem uma limitação física e por ai vai.

Todos tem uma coisa em comum: são seres humanos.

O deficiente é uma pessoas assim como você ou eu, logo, nós deveríamos tratá-lo como tal, mas não é o que acontece.

É importante saber que eles sabem aquilo que têm e qual a deficiência existente bem como suas limitações, e, em muitos casos, o maior problema é você. Meio duro não? Vamos explicar.

O deficiente é uma pessoa como você ou eu.

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Meu filho/Minha filha precisa de uma avaliação neuropsicológica. E agora?

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Seu filho ou filha precisa de uma avaliação neuropsicológica pela primeira vez e você nunca ouviu falar disso. Vamos entender um pouquinho a respeito?

“Quando entrei naquele consultório de pediatria, todos os móveis bem clarinhos, parecia uma consulta de rotina para meu filho, porém no final da consulta, a médica me pediu uma avaliação neuropsicológica.  

Havia contado que meu filho parecia andar desatento na escola.

Fiquei com receio de perguntar, afinal, se ela está pedindo né?

Falei que voltaria com o “exame” e a médica assentiu dizendo que poderíamos aguardar pelo estudo completo do funcionamento mais profundo do cérebro.

Minha Nossa! Como assim, estudo do cérebro?!

Meu Deus! Será tão grave assim?”

Essa é uma situação muito comum no dia a dia de um consultório de neuropsicologia. Mas afinal, para que serve e qual o motivo de uma avaliação neuropsicológica?

O pedido de um pediatra ou neurologista infantil pode ser justamente para ver o funcionamento detalhado daquele cérebro, pois quando temos a possibilidade de estudar as particularidades dele é onde teremos a visão das funções mais complexas, como quando a criança está desatenta na escola e poder ter sintomas; como qualquer distração que ocorre na sala de aula, exemplo: cair um lápis, é o suficiente para não conseguir se concentrar mais.

Com essa avaliação será possível verificar como ele funciona, se seu desenvolvimento acadêmico, como as notas, por exemplo – está adequado para a sua idade cronológica.

Nós, neuropsicólogos, podemos verificar se a criança consegue absorver conteúdos em sala de aula e se suas condições de abstração acompanham igualmente o desenvolvimento da idade e as relações entre memória, linguagem, aprendizado e, até onde a criança percebe, gradativamente, as diferenças do mundo real e do mundo imaginário.

E esse processo pode doer?

Uma avaliação neuropsicológica não é algo que necessite procedimentos invasivos para um diagnóstico, logo, não dói nada.

Quando ouvimos qualquer palavra que possui o termo neuro – de neurônio – pensamos que pode ser algo extremamente complicado e perigoso, pois são palavras que não ouvimos todos os dias.

Contudo, a neuropsicologia faz parte do universo da psicologia, logo, o propósito será melhorar a qualidade de vida da criança que está passando por essa avaliação.

É normal perceber que os pais não entendem bem o motivo do encaminhamento, daquele pedido estranho que o pediatra pode fazer. A avaliação chega a ser recebida com um pouco de insegurança e, muitas vezes pensa-se que fará a criança passar por provas onde uma pontuação será o mais importante ou ainda, eles tem receio de que será algo invasivo e que poderá trazer consequências negativas.

O papel do neuropsicólogo é atuar sob a luz da Neuropsicologia, uma matéria que está dentro da Neurociência, no contexto clínico do diagnóstico, que mostrará o funcionamento mental daquele sujeito dentro do seu contexto na sociedade, e como suas funções cognitivas, como por exemplo, a memória e a atenção, funcionam. O neuropsicólogo atuará também com observações sobre as emoções do indivíduo, que compõe a  personalidade do sujeito e as condições de seu funcionamento cerebral.

O que é uma avaliação neuropsicológica?

A avaliação neuropsicológica é algo que lhe dará a dinâmica do funcionamento cerebral, englobando atributos sensoriais, motores, comportamentais, emocionais, cognitivos e o seu contexto social. Fazendo esta avaliação será possível identificar se há alguma alteração/comprometimento da capacidade do indivíduo; sendo eles: leve, moderado ou severo, quais são as facilidades encontradas e quais áreas do cérebro estão preservadas e quais são aptas para habilitação ou reabilitação, quando necessário.

Alguns testes são utilizados, como por exemplo, testes onde poderá investigar sobre atenção focada ou compartilhada, raciocínio matemático e etc.

E assim, na conclusão de um laudo neuropsicológico será possível compreender a dinâmica do sujeito e o que foi identificado e proceder com os encaminhamentos adequados para seu filho, seja uma reabilitação ou encaminhamento para psicoterapia ou acompanhamento escolar.

Em 2004, o Conselho Federal de Psicologia, reconheceu a Neuropsicologia como uma especialidade da Psicologia – Resolução CFP Número 002/2004 (link no final do artigo).

Referências: http://site.cfp.org.br/wp-content/uploads/2006/01/resolucao2004_2.pdf

02 de Abril dia mundial da conscientização do espectro autista

7 palestras sobre o autista que você deveria assistir

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Autista, não autista, pais, mães, irmãos, primos e amigos vamos nos conscientizar sobre esse termo já que o dia 02 de abril é o Dia Mundial da Conscientização sobre o Autismo e conscientização envolve falar sobre o assunto.

Aliás em alguns posts já falamos sobre o espectro que envolve vários diagnósticos, confira.

Dessa vez não choveremos no molhado para explicar o que é, como se dá o diagnóstico do autismo e outras informações que são facilmente encontradas em sites especializados como o Entenda o Autismo ou a Associação Brasileira de Autismo.

Vamos aproveitar este post para convidar você a assistir essas sete palestras que falam sobre o tema, depois, comentar sua opinião conosco ali nos comentários ou no Facebook, no Instagram, no Twitter em qualquer lugar, compartilhando muito essa informação. Continue lendo

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Nise o coração da loucura, repleto de amor

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Semana passada, numa tarde fria, chuvosa e despretensiosa eu liguei a TV, acessei o Netflix e escolhi “Nise: o coração da loucura”. Primeiros dez minutos de filme e eu já estava chorando, Ok, que não precisa de muito pra me fazer chorar, já falei isso aqui, né?! mas olha, fui levada pra dentro de uma outra realidade, que diga-se de passagem, eu conheço razoavelmente bem.

Hospitais psiquiátricos sempre me chamaram à atenção, seja pelo mundo particular e misterioso de cada paciente/cliente, seja pelo trabalho minucioso e cuidadoso que se deve desempenhar ali, seja pela minha própria história familiar.

Só pra vocês saberem, eu escolhi estagiar dentro de um dos grandes hospitais psiquiátricos da região de Campinas e, sim, pensei em trabalhar com isso, mas a vida nem sempre segue o rumo que a gente escolhe pra ela. E me lembro que no primeiro dia, dentro de um lugar com portões trancados a 7 chaves, um cheiro forte, pessoas de todos os tipos, eu tive medo, mas sabia que precisava continuar e hoje consigo entender o porquê. Continue lendo

Sabe o que psicologia humanista gostaria que você soubesse?

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Todo autor ou fundador de uma linha de pensamento psicológica tem percepções brilhantes sobre os seres humanos que servem para ajudar um pouco mais sobre nossas motivações, dúvidas, conceitos e viagens acerca da psicologia e  também da vida.

A psicologia humanista tem como principal característica considerar o ser humano como um todo. Ela se baseia no fato de que há múltiplos fatores envolvidos na saúde mental, que todos eles convergem e que estão interligados: as emoções, o corpo, os sentimentos, os comportamentos e os pensamentos.

Os principais expoentes da psicologia humanista são Carl Rogers e Abraham Maslow. Outros autores beberam da fonte da psicologia humanista, mas acabaram seguindo suas próprias ideias.

Aqui, queremos apresentar para você alguma parte desses pensamentos, que servirão mais do que para auto ajuda, mas como um primeiro passo para que você procure um psicólogo ou psicóloga capaz de ajudar. Continue lendo

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Psicologia dos desastres e emergências

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Diante do desastre ocorrido com o avião que levava os atletas do Chapecoense e da chamada que a Cruz Vermelha de Chapecó fez, solicitando profissionais de Psicologia para atender as famílias, parentes e amigos dos envolvidos no acidente, vamos explicar um pouquinho como funciona a psicologia dos desastres e emergências.

A figura do psicólogo é uma das tantas outras que intervém em situações de desastre. Continue lendo

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Câncer de mama e os benefícios do tratamento psicológico

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Hoje, 19 de outubro, celebra-se o Dia Mundial contra o câncer de mama, uma data em que se recorda o compromisso de toda a sociedade na luta contra esse tipo de câncer.

O câncer de mama é o tipo mais frequente entre as mulheres. A Organização Mundial da Saúde (OMS), alerta que sua incidência está aumentando no mundo devido a maior esperança de vida, oo aumento da urbanização e a adoção de modos ocidentais de viver.

No Brasil são cerca de 57000 novos casos de câncer de mama aparecendo ao ano (INCA).

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psicologia forense, psicologia jurídica, investigação

Psicologia forense, psicologia jurídica

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Psicologia forense, psicologia jurídica: esse post é para psicólogos e estudantes de psicologia.

Você sabe com o que trabalha a psicologia forense, psicologia jurídica?

Trabalha com a aplicação das ferramentas da psicologia dentro das investigações criminais e em qualquer circunstância que envolve a lei.

Por que ser um psicólogo forense?

A popularidade da psicologia forense cresceu bastante nos últimos anos, em parte devido as representações sensacionalistas do cinema e da televisão, que nem sempre são exatas.

Os psicólogos forenses são profissionais que praticam a psicologia como ciência dentro do sistema judiciário e dos tribunais civis. Continue lendo