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Quando a vida precisa seguir e nós podemos amadurecer

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E nas minhas buscas por materiais que toquem o coração, eis que me deparo com esse vídeo, um trabalho maravilhoso do diretor Misko Iho.

Me fez refletir que a vida precisa seguir, mesmo quando estamos passando por maus momentos, mesmo quando a dor parece insuportável. Nada é para sempre e tudo nos ensina ou nos transforma, só precisamos estar abertos para seguir e compreender.

E quando a vida precisa seguir…

Agora lhes deixo com essa obra de arte e uma pequena reflexão: Continue lendo

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Luto: chaves para superar e seguir adiante

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Podemos superar o luto passando por momentos mais ou menos difíceis e boa parte disso depende de nós e de nossa postura diante da perda.

As chaves fundamentais para superar o luto

É preciso dar tempo ao tempo. Algumas pessoas precisam de mais tempo para elaborar a perda, outras com muita facilidade passam e fecham o ciclo da dor. De qualquer modo é necessário nos darmos esse tempo, para compreender a ideia de ausência. Continue lendo

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Por que o trauma do 11 de setembro ainda vive?

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A tragédia de 11 de Setembro aconteceu há 15 anos, mas se você já era nascido nessa época, certamente vai se lembrar onde estava, o que fazia e o trauma que foi ver a cena das torres sendo atacadas e centenas de pessoas perdendo a vida.

O 11 de Setembro ainda está vivo em nossa memória. Agora imagine na memória e vida de quem passou isso na pele. Muitas dessas pessoas que sobreviveram à tragédia, carregam consigo o trauma, a dor física, psíquica e emocional de uma situação caótica, violenta e ameaçadora.

Mas por que não conseguimos esquecer uma situação traumática?

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Setembro Amarelo e Suicídio: Falar é a melhor solução

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O amarelo do Setembro Amarelo, campanha encabeçada pelo CVV serve como um Alerta.

É um pedido de atenção para a prevenção do suicídio.

Serve principalmente para dizer que é possível prevenir: percebendo a dor do outro, nos ouvindo mais e ouvindo aos outros, dando espaço para falar abertamente sobre a prevenção e as consequências do suicídio, ou você acredita que é um problema só do outro?

Já tratamos do assunto aqui no Psico.Online algumas vezes, inclusive falando de Suicídio Infantil e na Adolescência e postando um documentário sobre o tabú que é falar de suicídio e hoje, além do post da campanha, trazemos o link novo da cartilha: Suicídio – informando para previnir do Conselho Federal de Medicina.

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Como eu era antes de você: sobre o respeito

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Eu acabo de sair de uma sessão de cinema, assisti “Como eu era antes de você”, costumo chorar vendo qualquer tipo de coisa, de propaganda do dia das mães à cenas de guerra, mas dessa vez chorei um bocado à mais.

O texto vai parecer um desabafo pessoal, mas como psico, às vezes acho legal compartilhar essas reflexões com meus pacientes e aproveitando o blog, vou estender o compartilhamento.

Enfim, saí do cinema refletindo sobre meu choro e sobre o filme, como sempre faço e a conclusão foi:

Como é difícil deixar prevalecer o respeito à vontade do outro, mesmo ou principalmente, quando existe amor.

Como eu era antes de você

Sem querer dar spoiler pra quem ainda não viu, mas já dando, Lou precisa enfrentar talvez a mais difícil situação de sua vida. Will sofreu um acidente que o paralisou e depois de um tempo ele quer cometer eutanásia, tema que vale um post.

Ela se apaixonou por ele (e ele por ela) e não quer que ele leve a ideia adiante, mas “não se pode mudar quem as pessoas são”. Assim, surge a minha reflexão sobre respeitar o outro, respeitar escolhas que são diferentes das nossas, respeitar mudanças de planos, rumos diferentes.

O amor deveria ser sinônimo de respeito, mas em algum momento a gente bagunça as coisas e o amor vira sinônimo de egoísmo, da minha vontade sobre a sua. Do que eu acho melhor em detrimento da sua ideia.

O amor é livre e se você não consegue pensar assim, talvez passe parte da sua vida em completo sofrimento.

Espero e desejo que possa um dia ter o mais pleno amor, pelo outro, mas principalmente, por você!

Espero que possa experimentar desse amor livre, que não julga, nem oprime. Que não enclausura e nem impõe. Espero que você possa gozar da plenitude do amor, sinônimo de respeito e de compreensão.

O amor não faz sofrer, Lou não sofre depois que compreende, ela apenas respeita, ama e mais nada.

Caravaggio, morte della vergine, 1601-1606

Morte, como lidar?

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Tratar desse assunto, a morte, costuma ser algo tão assustador que a simples menção da palavra é o bastante para criar um desconforto real em muita gente. Não precisa ser assim, por experiência.

Mas sigamos com calma. Esse texto é para quem sofreu uma perda recente. Que está procurando explicações e um acolhimento para compreender. Trataremos a morte de uma maneira mais clara e concisa.

Quero neste texto, mesmo que distante, que você sinta minha mão no seu ombro, que entenda que quem está escrevendo já viveu algumas perdas e que estuda muito; tanto para responder os próprios questionamentos quanto para apoiar aqueles que precisam.

Por que a morte é tão dolorosa?

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Medo de morrer

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Outra atitude frente ao medo de morrer, que tal?

Esse é um tema que tende a ser tabu na nossa sociedade, porque muita gente tem medo da morte. Por isso me pareceu muito interessante uma entrevista que vi num jornal, de uma especialista em tanatopraxia. É formada em História Medieval e se dedicou a esse trabalho porque desde pequena tinha muito medo da morte, devido a uma experiência traumática que viveu. E pensou que o melhor que poderia fazer para superar isso era trabalhar em uma funerária! Preparava cada cadáver: limpava, fechava os olhos e a boca, os maquiava… e esta experiência fez com que ela aprendesse a valorizar a beleza das diferentes coisas da vida e a perder o medo da morte.

Na realidade, há muitos séculos, em muitas culturas, a morte é tratada de maneira natural e normal, são feitos rituais que permitem às pessoas obter consolo. Por exemplo, nos Estados Unidos oferecem enterros verdes: que é o enterro do corpo somente com um sudário e assim, quando se decompor, servirá para criar uma nova vida.

Confere esse post Ciclos da vida

Em muitos lugares  da America-Latina para celebrar a passagem da vida para a morte se calaveridas, caveiras, caveirinhas, morteutilizam as “calaveritas”, que são versos populares e sátiricos que falam sobre a pessoa defunta.

O “Livro Tibetano dos Mortos” (Bardo Thodol é o título original)  é um tratado sobre como orientar uma pessoa que está prestes a morrer e como guiá-la até o Bardo (estado entre a morte e o renascimento) depois da morte física, para que não se deixe desviar pelas recordações da vida e dos seres que acaba de deixar. Essa filosofia ancestral nos ensina que a arte de morrer é tão importante quanto a arte de viver e que o futuro da alma deste ser que passa para o outro plano depende, quem sabe eternamente, de uma morte corretamente aceitável por ele mesmo e controlada por um familiar ou outra pessoa, que o acompanhará amorosamente neste processo.

Independente de sermos religiosos ou não e da cultura da qual viemos, temos que enfrentar a morte de uma maneira melhor do que fazemos, porque é algo pelo qual passaremos cedo ou tarde, não só a nossa própria morte, mas também a de algum familiar ou ente querido. É tão natural como a vida!

Medo de morrer: Se você tem problemas para falar, pensar ou enfrentar esse assunto, um psicólogo pode te ajudar e muito 😉

Retirado de Escuela de felicidad

Ciclos da vida: vídeo The Lighthouse

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Os ciclos da vida: concepção, desenvolvimento, nascimento, formação, adolescência, juventude, maturação, a melhor idade e a morte. No premiado curta metragem  The Lighthouse 2010 (O Farol) a essência e o simbolismo nos fazem refletir sobre a nossa vida e a importante integração com nossos pais.

Do diretor tailandês Po Chou Chi, o filme ganhou mais de 25 prêmios internacionais e conta a história de um pai e de um filho… veja abaixo se você ainda não viu ou não se lembra! 🙂 antes de seguirmos para o texto. Continue lendo