Arquivo da categoria: Comportamento

controle, arrependimento, mudança, dúvida

Controle? Reagimos sem querer e agora?

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Uma das grandes queixas que as pessoas possuem é sobre o fato de conseguir controlar-se ou não. Situações acontecem em nossas vidas e nos deixam fora de controle.

Temos comportamentos de irritação, mau humor, choro e, por vezes, de extremo nervosismo. Estes comportamentos podem ser externalizados de maneira desastrosa, atingindo pessoas que não tem relação com o fato da nossa instabilidade.

Observo muitas pessoas fazendo alguma das afirmações como: “eu gostaria de dedicar mais tempo para os estudos, mas não consigo e acabo estudando somente nas vésperas das avaliações”; “eu queria ser menos ciumento, mas não consigo”; “não consigo me controlar no trânsito”; “demorar na fila do supermercado me deixa extremamente irritado”. Continue lendo

proatividade, multitarefa, pro ativo, excesso, várias funções

Proatividade, multitarefa e outras cositas más

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Você até pode ser aquela pessoa com a proatividade a mil, que sai tomando decisões, fazendo e acontecendo por onde passa, mas cuidado para não ser um multitarefa frustrado, ok? Para que isso não aconteça, vamos compartilhar com você algumas informações interessantes.

Primeiro queremos saber. Com que frequência você usa o celular, o tablet e o notebook ao mesmo tempo? Aposto que sua resposta excede uma única vez. Tem sido incrível que a gente desempenhe tantas funções ao mesmo tempo, não? Isso é tão bem visto pelas empresas. MAS…

Isso pode gerar alguns problemas, sabia?

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introvertido, introversão

Introvertido e suas habilidades fantásticas

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Numa sociedade que prega cada vez mais a socialização, a importância dos grupos e a extroversão, ser introvertido é quase um pecado capital, mas você sabia que a introversão também carrega incríveis características e que se ela for respeitada pode, inclusive, produzir resultados incríveis na sociedade?

As pessoas introvertidas costumam sofrer bastante, pois constantemente são incentivadas a interagir e a agir de maneira que a elas é muito custoso. Então, hoje a gente trouxe esse vídeo, pra você saber que essas pessoas tem habilidades e talentos incríveis e deveriam ser incentivadas a a celebrá-los.  Continue lendo

autocrítica no psicoonline

3 dicas para lidar com a autocrítica ou quando o vilão somos nós

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Autocrítica: Lembra daqueles desenhos onde havia um anjinho e um diabinho nos ombros de uma pessoa, que ficavam opinando sobre o que ela deveria fazer? Pois é mais ou menos o que acontece em nossa cabeça quando nos auto avaliamos: o anjinho pode ser encarado como uma avaliação construtiva que nos impulsiona à mudança, já o diabinho é aquela avaliação destrutiva, que te diminui e não dá espaço para mudanças, quando damos atenção a esse diabinho ele domina o espaço e podemos ter sérios problemas!

3 dicas para lidar com a autocrítica

Você já se pegou lembrando alguma atitude e analisando-a se perguntou: será que foi o certo a ser feito? Depois de pensar e repensar questionou: será que foi boa ou ruim e, se deveria repeti-las ou não.

Esse processo chama-se autocrítica e é de extrema importância para nossas vidas, afinal é ela, que nos ajuda a conviver melhor em sociedade, alcançar nossas metas e aprimorar nossas competências.

Embora esse processo tão importante possa se tornar um problema e nos paralisar, isso só acontece quando passamos a nos julgar com crueldade e nos sentimos culpados pelos erros cometidos (que nem sempre são graves) como se fossem imperdoáveis.

Essa atitude, excessivamente autocrítica, costuma nos desestimular a concluir algum desejo ou sonho, ao mesmo tempo que nos cobra de alcançá-lo, o que aumenta ainda mais a angústia desse processo.

Não percebemos que estamos exagerando e continuamos nesse ciclo, achando sempre que podíamos ter sido melhores ou ter feito diferente, aumentando dia-após-dia nossa cobrança e sofrimento, por isso é muito importante identificar esse problema.

Conhecendo o que a autocrítica pode fazer, podemos mudar isso, fazendo com que ela se torne algo saudável, vamos conferir?

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13 reasons why, hannah baker, clay, suicídio, cvv, bullying

13 Reasons Why e 13 reflexões sobre a série

6 min de leitura

Oi. Aqui não é a Hannah Baker. Não precisa ajustar… opa, peraí, precisa ajustar, sim. Seria muito bom se você pudesse se permitir ajustar algumas ideias à respeito de bullying, suicídio, relações familiares, amizades, empatia…

[SPOILER ALERT] não tem como não dar alguns spoilers durante nossas 13 reflexões, mas são pequeninos ok? 🙂

A primeira informação que tive sobre “13 Reasons Why” era de que se tratava de uma série sobre jovens deprimidos, a segunda, de que as ligações para o CVV haviam dobrado e a terceira, de que eles estavam no trendtopic do Twitter. Ok, confesso que não sou adepta das séries, porque não tenho maturidade suficiente pra administrar o tempo e quero assistir tudo de uma vez só, mas se a gente quer falar de um assunto, precisa entender a fundo do que se trata e lá fui eu pra minha maratona de 13 episódios num final de semana. Ao final, retorcida no sofá com a cena do suicídio, comecei a refletir sobre tudo o que eu havia aprendido a partir das histórias e das pessoas que as compunham.

Vamos as 13 reflexões que eu cheguei:

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saúde e bem estar psico.online

Saúde é o que interessa, para todo resto, não devemos ter pressa.

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Saúde: Ao olhar à minha volta , percebo que maioria das pessoas leva uma vida bastante atribulada e corrida, repleta de obrigações e compromissos a serem cumpridos.

Tais compromissos demandam tempo e dedicação excessiva, resultando em um grande desgaste físico e mental que transformam todo nosso funcionamento psíquico e fisiológico.

Há muita gana para chegar até algum lugar, focando sempre na aquisição de bens que satisfazem um desejo momentâneo no qual nem sempre conseguimos identificar um fundamento e que, se  concretizamos, devemos questionar:  tal desejo nos fará felizes?

Queremos tanto ter e ser alguma coisa que neste processo desenfreado, acabamos perdendo o foco e a atenção à nossa saúde — física e também a mental.

Percebo que fica cada dia mais comum não priorizarmos o autocuidado e a nossa saúde por não conseguirmos dar conta da carga excessiva que carregamos, devido às exigências.

Exigências essas que em nada contribuem para nosso estado de bem estar e, nem permitem que tenhamos qualidade de vida, porque na rotina cheia de compromissos, não conseguimos priorizar o que realmente importa: a nossa saúde geral.

Precisamos tomar consciência de que a busca do equilíbrio entre o corpo e a mente nos beneficiará, para que levemos uma vida mais plena e satisfatória. Continue lendo

02 de Abril dia mundial da conscientização do espectro autista

7 palestras sobre o autista que você deveria assistir

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Autista, não autista, pais, mães, irmãos, primos e amigos vamos nos conscientizar sobre esse termo já que o dia 02 de abril é o Dia Mundial da Conscientização sobre o Autismo e conscientização envolve falar sobre o assunto.

Aliás em alguns posts já falamos sobre o espectro que envolve vários diagnósticos, confira.

Dessa vez não choveremos no molhado para explicar o que é, como se dá o diagnóstico do autismo e outras informações que são facilmente encontradas em sites especializados como o Entenda o Autismo ou a Associação Brasileira de Autismo.

Vamos aproveitar este post para convidar você a assistir essas sete palestras que falam sobre o tema, depois, comentar sua opinião conosco ali nos comentários ou no Facebook, no Instagram, no Twitter em qualquer lugar, compartilhando muito essa informação. Continue lendo

Cada coisa em seu lugar. Você tem aceitado isso?

4 min de leitura

“Pra começar, cada coisa em seu lugar…” Assim começa a música “Um dia após o outro”, do cantor e compositor Tiago Iorc. A letra fala de superação, ponderação, paciência e esperança, e no conjunto da obra, a bela canção da nova MPB nos leva à reflexão de que para se alcançar o tão almejado equilíbrio, não devemos acelerar o processo natural dos acontecimentos.

E você? Tem aceitado que cada “coisa esteja (e permaneça) em seu lugar” ou a ordem das pessoas, dos acontecimentos e do seu universo, de maneira geral, lhe parece desordenada?

Você tem parado para escutar o seu corpo? Tem obedecido a vontade da Natureza agindo sobre ele, ou constantemente tem se esforçado em tirar as coisas do lugar? Continue lendo

felicidade eudaimónica e hedónica, bem estar, criança sorrindo, criança feliz

Felicidade eudaimónica e hedónica: já ouviu falar?

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Você sabia que a gente tem dois tipos de felicidade e que elas levam nomes bastante estranhos, mas carregados de significados importantíssimos? Sabia que estar feliz não é bom só porque você se sente melhor, mas porque diminui a predisposição para transtornos como a depressão e o estresse, por exemplo? Pois é, estar feliz é bom e a gente precisa entender como aproveitar isso, mas hoje vamos focar em diferenciar esses dois tipos de felicidades. Continue lendo

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Procrastinar: o amargo sabor do depois

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Procrastinar, deixar as coisas para depois, postergar. Isso causa um impacto bastante negativo na rotina e no bem-estar de qualquer um. Geralmente se deixa para amanhã, mas assim que o amanhã chega, a tarefa volta a estar pendente e de novo, e de novo, e de novo… Todos nós em algum momento fomos ou somos vítimas de nossas próprias armadilhas psicológicas, especialmente, com aquelas tarefas que menos nos agradam ou que mais preguiça nos causam.

Quais são as causas mais frequentes da procrastinação?

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O amor não dói, nem machuca

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A gente sempre ouve por aí alguém dizer “é tanto amor que chega a doer”. Como se para alguns, o sentimento fosse tão intenso que precisa ser acompanhado de dor e de fato, isso faz sentido. Ao colocarmos emoções tão intensas numa relação, o risco de que a dor exista é bastante alto.

Se falarmos de uma ruptura sentimental, a semelhança do que sentimentos é novamente com a dor. Parece que nos dói o coração. E, claro, é muito normal que a gente associe esse sentimento com o final de uma relação. Continue lendo

Sabe o que psicologia humanista gostaria que você soubesse?

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Todo autor ou fundador de uma linha de pensamento psicológica tem percepções brilhantes sobre os seres humanos que servem para ajudar um pouco mais sobre nossas motivações, dúvidas, conceitos e viagens acerca da psicologia e  também da vida.

A psicologia humanista tem como principal característica considerar o ser humano como um todo. Ela se baseia no fato de que há múltiplos fatores envolvidos na saúde mental, que todos eles convergem e que estão interligados: as emoções, o corpo, os sentimentos, os comportamentos e os pensamentos.

Os principais expoentes da psicologia humanista são Carl Rogers e Abraham Maslow. Outros autores beberam da fonte da psicologia humanista, mas acabaram seguindo suas próprias ideias.

Aqui, queremos apresentar para você alguma parte desses pensamentos, que servirão mais do que para auto ajuda, mas como um primeiro passo para que você procure um psicólogo ou psicóloga capaz de ajudar. Continue lendo

solidão, carnaval, folia, festa, bagunça

A solidão e a multidão do carnaval

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Nesses dias em que a agitação, a alegria, a pegação e o glitter são tão intensos, parece que não existe espaço para a solidão, não é mesmo? Mas a gente sabe que tem uma parcela da população que não se enquadrou nas festas e tá trancada em casa, jogada na cama e se sentindo bem infeliz.

Por isso decidimos compartilhar esse texto, que fala um pouco sobe isso.

Faz umas semanas que eu li um artigo num jornal, que me surpreendeu. Nele se contava que num café na cidade de Tókio – Japão, se oferecia um serviço de colocar os clientes que estavam sozinhos, sentados com animais de pelúcia. A peculiar iniciativa deste estabelecimento “anti solidão” teve muito êxito e não só os japoneses, mas também os turistas, fazem grandes filas para experimentar essa chamada “magia anti-solidão”.

“Por que se evita a solidão? Por que são muito poucos os que encontram companhia consigo mesmos?” (Carlo Dassi)

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desgraça, desgraça alheia, indiferença

A desgraça alheia e a morbidez nossa de cada dia

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Por que será que nos atrai tanto a desgraça alheia? Será que somos mórbidos por natureza?

Me permito compartilhar essa reflexão com vocês depois de passar por várias experiência pessoais que me levaram à esses questionamentos. O mórbido, ou o drama, parecem ser apostas seguras quando o que queremos é chamar à atenção. Ou, ainda que não tenhamos essa pretensão, na verdade. Continue lendo

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Quando a violência doméstica dói na alma

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Tem uma Caixa de Segredos que ficou aqui paradinha, sem resposta, por algumas semanas. Porque aborda um assunto muito polêmico, a violência doméstica e eu precisava refletir bastante antes de escrever um texto.

O desabafo trata de uma família, dessas que a igreja chama de tradicional, com um pai que é pastor, inclusive, mas que dentro das quatro paredes se transforma num monstro, ataca a esposa, os filhos, destrói o físico e a alma dessas pessoas. Quem me escreve, diz se sentir muito triste, culpada e por tanta dor, desenvolveu algum tipo de automutilação, que eu acredito, doa menos que o que ela presencia dentro de casa. Continue lendo