Crítica Social – uma visão pessimista da sociedade

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Crítica Social é pensamento. É questionar aquilo que nos é empurrado olho abaixo (ou goela) para que acreditemos que a realidade é formada assim ou assado.

A psicologia, a filosofia, a sociologia e boa parte das ciências humanas com o conhecimento plural e transdisciplinar, são as responsáveis por desmanchar esse tipo de visão que o senso comum (a grande maioria das pessoas) tende a seguir. (mais…)

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17 documentários sobre saúde mental e hospital psiquiátrico

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Quando falamos de hospital psiquiátrico, internação compulsória, saúde mental, psicopatologia e nos termos do senso comum ou populares: da loucura, dos doentes mentais, dos loucos e delirantes ou mentalmente insanos, muitas vezes não temos a menor ideia de como deixamos de lado a dignidade humana para com nossos semelhantes.

Muito da luta antimanicomial e da reforma psiquiátrica é a luta contra o pré-conceito ou da intolerância e do desconhecimento. Da ignorância de muitos em relação aos avanços e retrocessos que vivemos dia após dia em pleno século 21 e que servem para praticamente “escondermos” aqueles que ainda na linguagem popular, dementes, loucos, “nóias” são incômodos para os normais ou aquele “cidadão de bem”.

Cidadão de bem que por não saber como lidar com a imagem de um outro ser humano que poderia ser ele próprio, prefere separar e esconder ao invés de tratar adequadamente. Que ao ver à superfície uma parte da nossa saúde que choca pela decadência ou desintegração do eu, prefere olhar para o outro lado ou ignorar.

Quando criamos o Psico.Online, pensamos em trazer para a população ajuda, numa linguagem comum, mas recheada de informação científica e técnica, conhecimento para mudar um pedacinho do mundo, e nestes documentários, pretendemos levar a todos um conhecimento: há um humano doente e que precisa de cuidados ali onde você só vê um problema.

Sabemos sim que a vida é difícil, mas precisamos de empatia, de senso moral e de conhecimento para entender e evitar julgamentos superficiais. Precisamos de alternativas, de ideais e de muito trabalho e paciência.

Assista aos documentários, indique outros. Leve para você a mensagem principal: se a dor do seu semelhante não te faz sentir nada, seu caminho está em uma direção preocupante.

1) Saúde Mental e Dignidade Humana

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O cansaço extremo e uma reflexão necessária

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Hoje a gente vai compartilhar um texto, que fala sobre um “sintoma” que muita gente vem sentido, o tal do cansaço extremo, aquele cansaço que é mais que físico, parece que está na alma, no coração, na atmosfera, mas queremos que você saiba que o importante é manter a calma, está tudo bem e logo tudo passará.

Ah, uma última dica antes da leitura. O processo terapêutico, com psicólogo, psicóloga, coach, terapeuta… pode te ajudar muito a passar com mais tranquilidade por essa fase que temos vivido 😉

Boa leitura

Você está cansado? Está tudo bem!

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A solidão e a multidão do carnaval

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Nesses dias em que a agitação, a alegria, a pegação e o glitter são tão intensos, parece que não existe espaço para a solidão, não é mesmo? Mas a gente sabe que tem uma parcela da população que não se enquadrou nas festas e tá trancada em casa, jogada na cama e se sentindo bem infeliz.

Por isso decidimos compartilhar esse texto, que fala um pouco sobe isso.

Faz umas semanas que eu li um artigo num jornal, que me surpreendeu. Nele se contava que num café na cidade de Tókio – Japão, se oferecia um serviço de colocar os clientes que estavam sozinhos, sentados com animais de pelúcia. A peculiar iniciativa deste estabelecimento “anti solidão” teve muito êxito e não só os japoneses, mas também os turistas, fazem grandes filas para experimentar essa chamada “magia anti-solidão”.

“Por que se evita a solidão? Por que são muito poucos os que encontram companhia consigo mesmos?” (Carlo Dassi)

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Os valores e a importância que não damos à eles

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Será que vale mesmo a pena falarmos de valores? Parece algo tão ultrapassado, em desuso…

Mas obviamente já conhecem a minha resposta. Sim! Sempre é tempo de se falar de valores, de tentar resgatá-los e tornar o mundo melhor.

A exposição constante a diversas situações que experimentamos diariamente, faz com que pareça difícil que muitos de nossos valores resistam. E isso não se passa só com os mais jóvens. A difusão da falta de valores está em diversos meios de comunicação, nas redes sociais e nos velhos jornais, cheios de conteúdos reprováveis e que atentam contra a dignidade humana, mas que se tornam o pão nosso de cada dia. (mais…)

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O poder destrutivo da competição

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A competição é fruto de um sentimento de inferioridade, já parou pra refletir sobre isso? Faz todo o sentido!

Competimos por coisas, por posições e por outras pessoas. Competimos porque acreditamos que aquilo que tanto queremos irá nos preencher, mas isso não é real. É uma grande armadilha que vai te distanciar do seu coração e da felicidade. A competição ou comparação é uma distração gerada pelo sentimento de inferioridade, da crença de que o outro é melhor do que eu.  (mais…)

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O que são os sonhos? E para que servem?

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Sonhos são como produtos mentais que surgem durante o processo de descanso chamado sono.

O que são os sonhos?

O sono como descanso é uma função psicobiológica necessária para os seres humanos e que nos permite a recuperação das atividades físicas e psíquicas. Para isso, desativamos nosso corpo e nos colocamos num estado que nos permite restaurar-nos. (mais…)

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Super-herói na sombra das crianças – a arte de Jason Rafliff

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Que crianças adoram os super-heróis é um fato e a escolha pelo herói favorito pode ter muito a ver com a personalidade da criança.

O artista Jason Ratliff criou uma série incrível que as sombras projetadas pelas crianças são os super-heróis que elas tanto gostam. E claro, aqui no Psico.Online aceitamos todos de presente sem um pingo de dúvida! 🙂 (mais…)

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Abraçar é como acariciar a alma: abraça-me

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Hoje vamos contar a história de Felipe, um jovem cacto que buscava abraçar e ser abraçado, na intenção pura e sincera de que isso mudaria sua vida.

Dar um abraço é algo muito simples, mas você já se perguntou o que aconteceria se ficássemos sem abraços? Quanta angústia pode sentir uma criança que tem um abraço negado? Pois é nisso que se baseia a idéia de Simona Ciraolo, que produziu um maravilhoso livro ilustrado que fala de uma família cujos membros acreditam que abraçar-se, ou expressar-se emocionalmente, é sinal de fraqueza. (mais…)

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Professor, você é gay?

Professor, você é gay? ou Sou macho pra c****….

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Professor, você é gay? Foi a pergunta que desencadeou a viralização do post do professor Vitor Fernandes no Facebook com quase 30 mil compartilhamentos e mais de 6,4 mil comentários.

O assunto já foi debatido em vários veículos de comunicação e fez muita gente pensar, questionar, apoiar e criticar a postura do professor e sua argumentação. Na grande maioria o apoio foi incondicional, dado que a resposta mostrou o quanto nossa sociedade está distante de entender o próximo.

Sua turma é composta de adolescentes, que tem a mente formada a partir do contexto social e familiar e que  embora questionem; ainda replicam muito do ambiente que os cerca, seja ele machista, feminista, hetero, homofóbico, liberal, de esquerda ou de direita.

Em todos os sentidos, dessa discussão a educação, sexual, social, com ou sem partido (isso é outro tópico para outra discussão) é a solução primária para iniciar um futuro melhor e inclusivo onde as pessoas não repliquem, mas pensem com o mínimo de pré-conceito.

Mas por que tocamos nesse assunto?

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20 dicas psicológicas para nervoso, frustração, ansiedade, pânico, desantenção e outras…

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Dicas psicológicas são meios de você mudar a sintonia quando encontra alguma dificuldade que precisa lidar. No repost abaixo (não sabemos se foi feito pelo site moleton ou pelo artista moletom) há uma série de informações que podem ajudar quando:

Você está nervoso, frustrado ou cansado

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A famosa estupidez humana

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Quem nunca se pegou questionando à respeito da velha e famosa estupidez humana?

Einstein dizia que existem duas coisas infinitas: O Universo e a estupidez humana e, acerca do Universo, ele não estava assim tão seguro.

A maioria dos estudos sobre o ser humano se centra na inteligência, em nossa capacidade intelectual, de raciocínio e, inclusive, na inteligência emocional. Somos incríveis, podemos fazer coisas maravilhosas! (mais…)

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Mudança de hábitos (parte IV)

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Mudança de hábitos – semana 4: AMPLIAR OS HORIZONTES

E chega a nossa última semana de mudança de hábitos.

Hoje se trata de levantar a cabeça, olhar para o horizonte (físico e mental) e pensar naquilo que podemos fazer para enriquecer nossas vidas bem longe da rotina.

Começar a viver de outra maneira

Não tem necessidade de fazer mudanças gigantescas; você pode ir para o trabalho por outro caminho, entrar num café que nunca tenha entrado ou numa loja que até agora desconhecia.

Pelo menos uma vez, tenta praticar diferentes tipos de esportes; trate de fazer o que nunca fez. Durante um dia normal, quando fizer as coisas rotineiras, pergunte-se “o que eu posso fazer de outra maneira, nesse momento?”

Você precisa criar o costume de provar algo novo todos os dias, e sair pouco a pouco da rotina.

Sair da zona de conforto

Claro que todo o anterior, se você tiver feito de verdade, já terá significado sair um pouco da zona de conforto, mas te convido à ir mais adiante.

Encarar teus medos e não só olhá-los, mas combatê-los. Aqui podemos dizer que somos partidários dos métodos radicais: tem medo de altura? Pois salte logo de paraquedas. Tem medo do seu chefe? Vá até o escritório dele com novas ideias, que melhorem a eficiência de seu local de trabalho.

Tem medo de conhecer gente nova? Então vá à uma festa onde não conheça quase ninguém ou ninguém, para que não haja a possibilidade de esconder-se atrás de conversas com colegas e deixar passar a oportunidade de conhecer gente nova. Tente provar-se em situações “extremas” como essas.

Descansar

O que você pensa? Que a vida é só trabalhar? Não, mas se você vai descansar, tente fazer isso fora de casa.

É indispensável desconectar-se, da internet, do telefone, também é importante estar sozinho(a). E nesse último ponto é igualmente essencial ter uma boa e sincera “retroalimentação”. O que passou? O que mudou? Que mudanças permanecerão em minha vida depois dessas quatro semanas?

Esperamos que você possa mudar e ressignificar aquilo que for necessário e dar valor ao que ficar 😉

Leia também
Mudanças Parte I
Mudanças Parte II
Mudanças Parte III

Retirado de Cámbiate (traduzido e adaptado)

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Ser ou ter: eis a questão

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Ser ou ter? Eis aí uma questão frequente no nosso cotidiano e que às vezes, nem percebemos.

Um estudo atrás do outro, tem demonstrado que o foco na aquisição de coisas nos faz infelizes, danifica nossas relações, aumenta os sentimentos de isolamento e insegurança, diminuem a resiliência e prejudicam nossa saúde mental.

Nada disso é uma surpresa, mas o certo é que temos vivido numa sociedade saturada de mensagens e imagens que nos empurram a pensar que uma vida valiosa é sinônimo de possuir coisas caras. Como podemos mudar isso?

Um recente artigo do psicólogo T. Kesser na Scientific American afirma que é possível. Em um dos estudos conduzidos por sua equipe, uma intervenção realizada para estimular um menor foco em metas materialistas foi testada em adolescentes, comparados com um grupo controle, aqueles que participaram do programa foram menos materialistas e melhoraram sua auto-estima durante os meses seguintes. Em outras palavras, o consumismo pode ser gerenciado, diminuido, por meio de um esforço consciente.

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