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solidão, carnaval, folia, festa, bagunça

A solidão e a multidão do carnaval

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Nesses dias em que a agitação, a alegria, a pegação e o glitter são tão intensos, parece que não existe espaço para a solidão, não é mesmo? Mas a gente sabe que tem uma parcela da população que não se enquadrou nas festas e tá trancada em casa, jogada na cama e se sentindo bem infeliz.

Por isso decidimos compartilhar esse texto, que fala um pouco sobe isso.

Faz umas semanas que eu li um artigo num jornal, que me surpreendeu. Nele se contava que num café na cidade de Tókio – Japão, se oferecia um serviço de colocar os clientes que estavam sozinhos, sentados com animais de pelúcia. A peculiar iniciativa deste estabelecimento “anti solidão” teve muito êxito e não só os japoneses, mas também os turistas, fazem grandes filas para experimentar essa chamada “magia anti-solidão”.

“Por que se evita a solidão? Por que são muito poucos os que encontram companhia consigo mesmos?” (Carlo Dassi)

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valores, tranquilidade, respeito, por do sol, educação

Os valores e a importância que não damos à eles

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Será que vale mesmo a pena falarmos de valores? Parece algo tão ultrapassado, em desuso…

Mas obviamente já conhecem a minha resposta. Sim! Sempre é tempo de se falar de valores, de tentar resgatá-los e tornar o mundo melhor.

A exposição constante a diversas situações que experimentamos diariamente, faz com que pareça difícil que muitos de nossos valores resistam. E isso não se passa só com os mais jóvens. A difusão da falta de valores está em diversos meios de comunicação, nas redes sociais e nos velhos jornais, cheios de conteúdos reprováveis e que atentam contra a dignidade humana, mas que se tornam o pão nosso de cada dia. Continue lendo

competição, competir, cabo de guerra

O poder destrutivo da competição

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A competição é fruto de um sentimento de inferioridade, já parou pra refletir sobre isso? Faz todo o sentido!

Competimos por coisas, por posições e por outras pessoas. Competimos porque acreditamos que aquilo que tanto queremos irá nos preencher, mas isso não é real. É uma grande armadilha que vai te distanciar do seu coração e da felicidade. A competição ou comparação é uma distração gerada pelo sentimento de inferioridade, da crença de que o outro é melhor do que eu.  Continue lendo

sonhos, devaneios, interpretação de sonho, conteúdo latente, sono

O que são os sonhos? E para que servem?

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Sonhos são como produtos mentais que surgem durante o processo de descanso chamado sono.

O que são os sonhos?

O sono como descanso é uma função psicobiológica necessária para os seres humanos e que nos permite a recuperação das atividades físicas e psíquicas. Para isso, desativamos nosso corpo e nos colocamos num estado que nos permite restaurar-nos. Continue lendo

psico.online James Ratliff Super Homem ou Super Criança

Super-herói na sombra das crianças – a arte de Jason Rafliff

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Que crianças adoram os super-heróis é um fato e a escolha pelo herói favorito pode ter muito a ver com a personalidade da criança.

O artista Jason Ratliff criou uma série incrível que as sombras projetadas pelas crianças são os super-heróis que elas tanto gostam. E claro, aqui no Psico.Online aceitamos todos de presente sem um pingo de dúvida! 🙂 Continue lendo

abraçar, abraço de cacto, abraço, afeto, emoção

Abraçar é como acariciar a alma: abraça-me

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Hoje vamos contar a história de Felipe, um jovem cacto que buscava abraçar e ser abraçado, na intenção pura e sincera de que isso mudaria sua vida.

Dar um abraço é algo muito simples, mas você já se perguntou o que aconteceria se ficássemos sem abraços? Quanta angústia pode sentir uma criança que tem um abraço negado? Pois é nisso que se baseia a idéia de Simona Ciraolo, que produziu um maravilhoso livro ilustrado que fala de uma família cujos membros acreditam que abraçar-se, ou expressar-se emocionalmente, é sinal de fraqueza. Continue lendo

Professor, você é gay?

Professor, você é gay? ou Sou macho pra c****….

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Professor, você é gay? Foi a pergunta que desencadeou a viralização do post do professor Vitor Fernandes no Facebook com quase 30 mil compartilhamentos e mais de 6,4 mil comentários.

O assunto já foi debatido em vários veículos de comunicação e fez muita gente pensar, questionar, apoiar e criticar a postura do professor e sua argumentação. Na grande maioria o apoio foi incondicional, dado que a resposta mostrou o quanto nossa sociedade está distante de entender o próximo.

Sua turma é composta de adolescentes, que tem a mente formada a partir do contexto social e familiar e que  embora questionem; ainda replicam muito do ambiente que os cerca, seja ele machista, feminista, hetero, homofóbico, liberal, de esquerda ou de direita.

Em todos os sentidos, dessa discussão a educação, sexual, social, com ou sem partido (isso é outro tópico para outra discussão) é a solução primária para iniciar um futuro melhor e inclusivo onde as pessoas não repliquem, mas pensem com o mínimo de pré-conceito.

Mas por que tocamos nesse assunto?

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20 dicas psicológicas para nervoso, frustração, ansiedade, pânico, desantenção e outras…

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Dicas psicológicas são meios de você mudar a sintonia quando encontra alguma dificuldade que precisa lidar. No repost abaixo (não sabemos se foi feito pelo site moleton ou pelo artista moletom) há uma série de informações que podem ajudar quando:

Você está nervoso, frustrado ou cansado

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estupidez huamana, soberba, estupidez funcional

A famosa estupidez humana

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Quem nunca se pegou questionando à respeito da velha e famosa estupidez humana?

Einstein dizia que existem duas coisas infinitas: O Universo e a estupidez humana e, acerca do Universo, ele não estava assim tão seguro.

A maioria dos estudos sobre o ser humano se centra na inteligência, em nossa capacidade intelectual, de raciocínio e, inclusive, na inteligência emocional. Somos incríveis, podemos fazer coisas maravilhosas! Continue lendo

mudança de hábitos, horizonte, olhar adiante, descansar

Mudança de hábitos (parte IV)

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Mudança de hábitos – semana 4: AMPLIAR OS HORIZONTES

E chega a nossa última semana de mudança de hábitos.

Hoje se trata de levantar a cabeça, olhar para o horizonte (físico e mental) e pensar naquilo que podemos fazer para enriquecer nossas vidas bem longe da rotina.

Começar a viver de outra maneira

Não tem necessidade de fazer mudanças gigantescas; você pode ir para o trabalho por outro caminho, entrar num café que nunca tenha entrado ou numa loja que até agora desconhecia.

Pelo menos uma vez, tenta praticar diferentes tipos de esportes; trate de fazer o que nunca fez. Durante um dia normal, quando fizer as coisas rotineiras, pergunte-se “o que eu posso fazer de outra maneira, nesse momento?”

Você precisa criar o costume de provar algo novo todos os dias, e sair pouco a pouco da rotina.

Sair da zona de conforto

Claro que todo o anterior, se você tiver feito de verdade, já terá significado sair um pouco da zona de conforto, mas te convido à ir mais adiante.

Encarar teus medos e não só olhá-los, mas combatê-los. Aqui podemos dizer que somos partidários dos métodos radicais: tem medo de altura? Pois salte logo de paraquedas. Tem medo do seu chefe? Vá até o escritório dele com novas ideias, que melhorem a eficiência de seu local de trabalho.

Tem medo de conhecer gente nova? Então vá à uma festa onde não conheça quase ninguém ou ninguém, para que não haja a possibilidade de esconder-se atrás de conversas com colegas e deixar passar a oportunidade de conhecer gente nova. Tente provar-se em situações “extremas” como essas.

Descansar

O que você pensa? Que a vida é só trabalhar? Não, mas se você vai descansar, tente fazer isso fora de casa.

É indispensável desconectar-se, da internet, do telefone, também é importante estar sozinho(a). E nesse último ponto é igualmente essencial ter uma boa e sincera “retroalimentação”. O que passou? O que mudou? Que mudanças permanecerão em minha vida depois dessas quatro semanas?

Esperamos que você possa mudar e ressignificar aquilo que for necessário e dar valor ao que ficar 😉

Leia também
Mudanças Parte I
Mudanças Parte II
Mudanças Parte III

Retirado de Cámbiate (traduzido e adaptado)

ser ou ter, consumismo, plenitude, escolhas

Ser ou ter: eis a questão

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Ser ou ter? Eis aí uma questão frequente no nosso cotidiano e que às vezes, nem percebemos.

Um estudo atrás do outro, tem demonstrado que o foco na aquisição de coisas nos faz infelizes, danifica nossas relações, aumenta os sentimentos de isolamento e insegurança, diminuem a resiliência e prejudicam nossa saúde mental.

Nada disso é uma surpresa, mas o certo é que temos vivido numa sociedade saturada de mensagens e imagens que nos empurram a pensar que uma vida valiosa é sinônimo de possuir coisas caras. Como podemos mudar isso?

Um recente artigo do psicólogo T. Kesser na Scientific American afirma que é possível. Em um dos estudos conduzidos por sua equipe, uma intervenção realizada para estimular um menor foco em metas materialistas foi testada em adolescentes, comparados com um grupo controle, aqueles que participaram do programa foram menos materialistas e melhoraram sua auto-estima durante os meses seguintes. Em outras palavras, o consumismo pode ser gerenciado, diminuido, por meio de um esforço consciente.

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arriscar, permitir, saltar, pular de paraquedas

E se você se permitisse arriscar?

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Arriscar é um ato de coragem.

Quando não somos felizes estamos diante de um grande desafio. E, geralmente, sentimos não ter a força e a consciência necessária para enfrentá-lo.

Nossa opção padrão, ditada por uma educação que prioriza o externo, é buscar as causas dessa infelicidade nas circunstâncias. Diremos que nos deixam infelizes os amigos, o trabalho, o país… e assim qualquer causa que não nos obrigue a olhar para o que verdadeiramente vai mal. Continue lendo

generosidade, gentileza, alegria, palhaçada, delicadeza, ajuda, compartilhar

Generosidade: como ela pode mudar a sua vida

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“Generosidade é uma virtude das pessoas, não dos governos”.
P.D. James

Se nos atentamos ao que escutamos ou lemos, nos convenceremos de que estamos rodeados por egoísmo e desconsideração.

Ninguém se preocupa com ninguém. Merecemos estar onde estamos, graças à nossa pouca capacidade de compartilhar.

Mas o certo parece ser o contrário. Sentir-se bem fazendo algo ao outro, mais do que em benefício próprio, parece ser uma resposta universal, independente de vivermos num país pobre ou rico. Ao menos é o que aponta uma pesquisa publicada pela Associação Americana de Psicologia (APA).

A autora da pesquisa, Lara Aknin, da Universidade Simon Fraser, no Canadá, sugere que “a recompensa psicológica que se experimenta ao ajudar os outros, pode estar fortemente enraizada na natureza humana, emergindo em contextos culturais e econômicos dos mais diversos tipos”.

Estes resultados proporcionam a primeira evidência empírica do efeito “warm glow”, ou seja, ter generosidade, pode ser um componente da psique humana.

Os autores encontraram uma relação positiva entre bem-estar pessoal e colaborar os outros, em 120 dos 136 países que participaram da pesquisa. Foram mais de 230 mil indivíduos participantes, com idade média de 38 anos, em todo o mundo.

A conexão entre bem-estar e colaborar com os outros, teve resultado significativo em todas as regiões estudadas e não teve os resultados afetados por fatores como apoio social, liberdade ou corrupção percebida, comentam os autores.

E se cultivássemos a generosidade?

Estes resultados foram similares aos obtidos em várias pesquisas realizadas pelo mesmo grupo de pesquisadores. Em uma das análises, compararam as respostas de indivíduos em universidades do Canadá e da Uganda. Em ambos países, quando os estudantes lembravam ter gastado dinheiro com outras pessoas se sentiam mais felizes do que quando recordavam o que haviam comprado para si.

Os autores concluem que, desde uma perspectiva evolutiva, os benefícios emocionais que as pessoas experimentam quando são generosas, atuam como um mecanismo de sobrevivência da espécie à longo prazo.

Não será essa a mensagem que estamos recebendo desses tempos tão confusos? Será que não é a hora de lembrarmos a importância da sobrevivência da espécie?

Quem sabe seja o momento de ressignificar nossos valores e considerar que, talvez, as pessoas pouco generosas (econômica, afetiva ou emocionalmente) sejam as menos indicadas para conduzir os povos ou a sociedade em momentos de mudança social.

Quem sabe a generosidade que há em nós, se cultivada, possa salvar a humanidade de si mesma. É para refletirmos 😉

Referência:
https://consumer.healthday.com/mental-health-information-25/behavior-health-news-56/warm-glow-from-spending-on-others-is-universal-study-finds-673791.html

Retirado de Cámbiate (traduzido e adaptado)

mudança de hábitos, planos, metas, sonhos, objetivos

Mudança de hábitos (parte III)

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Mudança de hábitos – semana 3: planos, metas e sonhos

Mudança de hábitos semana 1semana 2

Escrever e realizar os planos: Na semana passada você já deve ter feito uma lista de coisas para realizar. Olhe para ela. O que te parece? Te traz felicidade, entusiasmo e desejo de arregaçar as mangas e começar?

Se não, é possível que você precise fazer uma outra lista, com planos e metas diferentes. Ou então, seguir em frente com esses mesmo e perceber se são interessantes ou não. Em qualquer das situações, haverá um aumento de sua força e de seu desejo de viver. Continue lendo