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Compensar ou tratar: eis a questão

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Esse texto foi escrito por um instrutor de yoga, mas quando o lemos, percebemos que serve pra tudo na vida e então, decidimos compartilhar com você, com algumas adaptações, mas mantendo a ideia de reflexão sobre compensar ou tratar, o que será mais correto? Boa leitura!

Quando algo não vai bem, existem 3 possibilidades básicas de ação: não fazer nada, tratar (consertar as coisas desde seu ponto de origem) ou compensar (dar aquela famosa “tapeada”). Fazer nada pode ser uma boa solução em determinadas situações, mas em muitas outras não é a melhor opção e, nessas circunstâncias devemos agir de maneira ativa.

Quando compensamos, substituimos por outra coisa algo que está ausente, bloqueamos alguns efeitos indesejados daquilo que não funciona bem, ou nos colocamos inconscientes em relação ao não desejado. Compensar parece ser muito mais fácil e rápido do que tratar. Porém, ao passar do tempo, nos leva a um desajuste e maior necessidade de compensação. (mais…)

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Uma questão de autonomia. O empoderamento é real?

3 min de leitura

Me pego refletindo sobre a autonomia e o poder que ela exerce em nossas vidas e como a falta dela pode ter muitas consequências e me pergunto, até que ponto realmente nos empoderamos da Autonomia?

Em minha experiência como psicoterapeuta percebo que quando a pessoa se dá conta que tudo é uma questão de escolha, há um certo espanto e temor, pois parece que não lhe é permitido ou é estranho ter o poder das escolhas e se responsabilizar pelos seus atos.

Claro, acredito que tudo isso se deva ao fato de que a todo o momento somos reforçados a endereçar a responsabilidade a terceiros, sempre estamos de certa forma nos reportando a alguém, uma sociedade, uma moral e a responsabilização de algo fluir ou não, pode ser ao Governo, a Deus, aos pais, ao psicólogo… (mais…)

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A constante (e angustiante) busca por aprovação

4 min de leitura

Semana passada parece que caiu na minha cabeça uma tempestade de situações que me fizeram repensar a tal da busca por aprovação. Começou na segunda e foi terminar só na sexta, depois de um exaustivo dia, que culminou numa enxaqueca daquelas dignas de medicação na veia.

Vou compartilhar algumas lições dessa semana com você 😉

Minha semana seria bastante cansativa porque além de pacientes, casa e estudos pra dar conta, havia um simpósio logo ali, no final da semana, onde eu apresentaria meu primeiro trabalho em outra língua e como não bastasse, eu carregava um sentimento de precisar fazer tudo ser impecável, de não poder falhar, de ser a melhor (sinto isso constantemente e acho que as vezes é bom, mas as vezes a gente perde a mão).

Passei a semana dormindo no máximo 5 horas por noite, afinal era muita coisa pra fazer e eu precisava dar conta, com 100% de eficácia comprovada. (mais…)

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Controle? Reagimos sem querer e agora?

2 min de leitura

Uma das grandes queixas que as pessoas possuem é sobre o fato de conseguir controlar-se ou não. Situações acontecem em nossas vidas e nos deixam fora de controle.

Temos comportamentos de irritação, mau humor, choro e, por vezes, de extremo nervosismo. Estes comportamentos podem ser externalizados de maneira desastrosa, atingindo pessoas que não tem relação com o fato da nossa instabilidade.

Observo muitas pessoas fazendo alguma das afirmações como: “eu gostaria de dedicar mais tempo para os estudos, mas não consigo e acabo estudando somente nas vésperas das avaliações”; “eu queria ser menos ciumento, mas não consigo”; “não consigo me controlar no trânsito”; “demorar na fila do supermercado me deixa extremamente irritado”. (mais…)

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autocrítica no psicoonline

3 dicas para lidar com a autocrítica ou quando o vilão somos nós

4 min de leitura

Autocrítica: Lembra daqueles desenhos onde havia um anjinho e um diabinho nos ombros de uma pessoa, que ficavam opinando sobre o que ela deveria fazer? Pois é mais ou menos o que acontece em nossa cabeça quando nos auto avaliamos: o anjinho pode ser encarado como uma avaliação construtiva que nos impulsiona à mudança, já o diabinho é aquela avaliação destrutiva, que te diminui e não dá espaço para mudanças, quando damos atenção a esse diabinho ele domina o espaço e podemos ter sérios problemas!

3 dicas para lidar com a autocrítica

Você já se pegou lembrando alguma atitude e analisando-a se perguntou: será que foi o certo a ser feito? Depois de pensar e repensar questionou: será que foi boa ou ruim e, se deveria repeti-las ou não.

Esse processo chama-se autocrítica e é de extrema importância para nossas vidas, afinal é ela, que nos ajuda a conviver melhor em sociedade, alcançar nossas metas e aprimorar nossas competências.

Embora esse processo tão importante possa se tornar um problema e nos paralisar, isso só acontece quando passamos a nos julgar com crueldade e nos sentimos culpados pelos erros cometidos (que nem sempre são graves) como se fossem imperdoáveis.

Essa atitude, excessivamente autocrítica, costuma nos desestimular a concluir algum desejo ou sonho, ao mesmo tempo que nos cobra de alcançá-lo, o que aumenta ainda mais a angústia desse processo.

Não percebemos que estamos exagerando e continuamos nesse ciclo, achando sempre que podíamos ter sido melhores ou ter feito diferente, aumentando dia-após-dia nossa cobrança e sofrimento, por isso é muito importante identificar esse problema.

Conhecendo o que a autocrítica pode fazer, podemos mudar isso, fazendo com que ela se torne algo saudável, vamos conferir?

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Insônia: será o mal da humanidade?

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Há alguns anos a insônia era minha companheira fiel, noite após noite estava ela ali na minha cama, acariciando minha cabeça num ritmo frenético que eu jamais conseguiria gostar. Os meses passavam e ela não me abandonava. Exercícios de respiração, meditação, chás dos mais variados sabores, escuridão total, nada adiantava. O desespero de quando a gente não dorme é tão intenso que mais cedo ou mais tarde, acabamos cedendo aos remédios e comigo não foi diferente.

Tenta um, perde a hora, tenta outro, ganha uma dor de cabeça de brinde, o terceiro e a gente acorda como se estivesse bêbada. Ok, vamos parar um pouquinho e pensar em algum outro plano, deve existir algum método infalível que eu ainda não tive conhecimento, não é possível! (mais…)

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O que fazer quando você se sente sozinho ou sozinha

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Leia este quadrinho sobre sentir-se sozinho antes de avançarmos para o texto.

A primeira coisa a se fazer quando você se sente sozinho é entender o quanto isso é prejudicial ou o quanto é recompensador. Como no quadrinho acima, estar só é apenas estar só.

Embora vivamos numa sociedade globalizada, com muita gente a nossa volta: no trabalho, na condução, na família onde quer que seja, muito do “estar só” vem de algumas coisas que escolhemos para nós mesmos. (mais…)

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A solidão e a multidão do carnaval

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Nesses dias em que a agitação, a alegria, a pegação e o glitter são tão intensos, parece que não existe espaço para a solidão, não é mesmo? Mas a gente sabe que tem uma parcela da população que não se enquadrou nas festas e tá trancada em casa, jogada na cama e se sentindo bem infeliz.

Por isso decidimos compartilhar esse texto, que fala um pouco sobe isso.

Faz umas semanas que eu li um artigo num jornal, que me surpreendeu. Nele se contava que num café na cidade de Tókio – Japão, se oferecia um serviço de colocar os clientes que estavam sozinhos, sentados com animais de pelúcia. A peculiar iniciativa deste estabelecimento “anti solidão” teve muito êxito e não só os japoneses, mas também os turistas, fazem grandes filas para experimentar essa chamada “magia anti-solidão”.

“Por que se evita a solidão? Por que são muito poucos os que encontram companhia consigo mesmos?” (Carlo Dassi)

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O poder destrutivo da competição

1 min de leitura

A competição é fruto de um sentimento de inferioridade, já parou pra refletir sobre isso? Faz todo o sentido!

Competimos por coisas, por posições e por outras pessoas. Competimos porque acreditamos que aquilo que tanto queremos irá nos preencher, mas isso não é real. É uma grande armadilha que vai te distanciar do seu coração e da felicidade. A competição ou comparação é uma distração gerada pelo sentimento de inferioridade, da crença de que o outro é melhor do que eu.  (mais…)

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Alteridade e os abraços que nos salvam

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Quero compartilhar esse vídeo, que fala de alteridade e de como interagir pode nos salvar desse mundo egoísta e sem amor em que temos nos metido.

Que a gente saiba se colocar no lugar do outro, abraçar mais, sentir mais, refletir mais e atingir o conceito de unidade que nos coloca de volta na essência da vida e que nos transforma em iguais, mesmo em nossas mais singulares diferenças.

Que a gente abrace e se deixe ser abraçado, pra que isso nos mostre como o amor  (mais…)

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Necessidades básicas e autorrealização

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Temos vivenciado um período difícil, crises constantes, medo e incertezas quanto ao futuro. Vivemos um momento em que nada parece ser certo e qualquer objetivo pode desmoronar a qualquer momento.

Hoje pela manhã, conversando com uma pessoa querida, falávamos sobre os tais desejos de realização e as frustrações por não alcançá-los. A dor e o desespero de viver a um bom tempo mergulhada numa poça de sonhos não realizados e foi nesse momento que nos lembramos da famosa pirâmide de Maslow. (mais…)

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Emoções básicas

Emoções servem para…

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Quem já assistiu o filme Divertidamente sabe que temos algumas emoções básicas que foram bem representadas no filme: felicidade, tristeza, nojo, raiva e medo; embora no filme, das emoções básicas, tenham suprimido a surpresa. Mas emoções são bem mais que isso. São importantes sinais sociais que tem a mesma raiz “mover”, mas e dai?

Emoção, motivação, ação, movimento; as emoções enviam mensagens físicas que nos possibilitam agir e reagir ao ambiente. Elas ajudam ainda na comunicação, voluntária e involuntária. (mais…)

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Diálogo com minha parte cansada

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Estava eu fuçando algumas referências pra escrever o texto de hoje e me deparei com um post no blog do Leocadio Martin, sobre uma conversa interna, de mim com a minha parte cansada. Traduzi e aqui está essa preciosidade para vocês.

Qualquer semelhança com os dizeres, procure refletir e buscar um psicólogo pra te ajudar a melhorar 😉 (mais…)

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quando algo incomoda, desconforto, hábitos, mudanças

O que fazer quando algo me incomoda?

2 min de leitura

O ano está quase acabando e a gente começa a revisar um monte de coisas nessa época, não é mesmo? Revisamos aquilo que não fizemos, aquilo que fizemos e não ficou tão bom, aquilo que fizemos e queremos manter igual, mas o que fazer com aquilo que nos incomoda tanto?

Várias coisas podem ser incômodas: pessoas, hábitos, circunstâncias, lugares.

O primeiro passo é fazer uma avaliação daquilo que parece não estar bom, pode ser que surja mais de uma coisa, não tem problema, se for preciso faça uma lista. Pode até colocar em ordem de desconforto. (mais…)

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