automutilação - cortes no corpo

Fazer cortes no corpo? Precisamos falar sobre isso.

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Você está fazendo cortes no corpo ou já fez? O que significa quando uma pessoa corta a própria pele, por espontânea vontade?

Quando estamos manuseando uma faca na cozinha, no preparo de alimentos, ou utilizando um estilete para apontar um lápis, por exemplo, e nos cortamos involuntariamente, a dor causada pelo ferimento condiciona a sermos cada vez mais cuidadosos ao manipular esses objetos cortantes. Se, para a maioria das pessoas, o medo do ferimento com uma lâmina provoca tantos cuidados, por que então existem outras que se cortam propositalmente?

Seria uma busca desenfreada por adrenalina fazer esses cortes no corpo?

Seria por um estranho prazer em sentir dor através de se cortar?

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A violência pode ser confundida com o amor, mas não deveria

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Sim, às vezes a violência pode ser confundida com o amor! Mas as pessoas podem construir e modificar as opiniões a respeito de si mesmas.

No passado do autodesenvolvimento, tomamos consciência por intermédio do senso perceptivo das emoções, sensações, sentimentos que melhores satisfaziam nossa demanda física e emocional, enquanto seres humanos únicos.

Acontece que a vida vai desenrolando, e a necessidade de ser aceito, enquanto característica marcante do ser humano, é ininterrupta.

Conforme nos desenvolvemos, os afetos que nos movem se expandem para além do amor parental e, em dado momento, o amor romântico se torna realidade imprescindível em nossas vidas.

A paixão chega com violência. (mais…)

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gravidez e o amor em dobro

Gravidez: quando dois corações batem juntos o amor é bem maior

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Do ventre ao coração…

Teste de gravidez positivo. E agora? Basta apenas a preocupação em comprar fraldas, berço, quarto do bebê? Fico pensando: O quanto de investimento emocional as pessoas estão dispostas a desembolsar neste momento?

Ensaio escrever este artigo há algum tempo. Como investigador do comportamento humano, acredito que estamos mais aptos à discutirmos as particularidades da vida quando experienciamos as inquietações humanas, as quais todas as pessoas estão sujeitas.

Cada caso com suas ressalvas, causas e consequências, entendo que o momento agora é de falar sobre as relações que envolvem, no convívio familiar, a geração de uma nova vida, o relacionamento com a gestante e a preparação emocional para a chegada do novo ente na família.

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Viver é perigoso

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Chegou uma questão da Caixa de Segredos. Uma questão que muito me chamou a atenção, despertando grande interesse em responder à leitora, pois o potencial para autorrealização e a força que essa pessoa demonstrou quando confiou ao Blog seu sofrimento, é digno de atenção e um exemplo de coragem a ser seguido…

O questionamento relata uma profunda tristeza e incompreensão que se sente na leitura; é de uma tristeza persistente, invasiva, que dói na alma; uma tristeza que não encontra palavras para expressá-la, palavras para fazer as pessoas ao redor compreenderem a profundidade dessa dor; uma condição que traz cansaço, solidão, perda do prazer em atividades que, em outros momentos, traziam contentamento. (mais…)

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Cada coisa em seu lugar. Você tem aceitado isso?

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“Pra começar, cada coisa em seu lugar…” Assim começa a música “Um dia após o outro”, do cantor e compositor Tiago Iorc. A letra fala de superação, ponderação, paciência e esperança, e no conjunto da obra, a bela canção da nova MPB nos leva à reflexão de que para se alcançar o tão almejado equilíbrio, não devemos acelerar o processo natural dos acontecimentos.

E você? Tem aceitado que cada “coisa esteja (e permaneça) em seu lugar” ou a ordem das pessoas, dos acontecimentos e do seu universo, de maneira geral, lhe parece desordenada?

Você tem parado para escutar o seu corpo? Tem obedecido a vontade da Natureza agindo sobre ele, ou constantemente tem se esforçado em tirar as coisas do lugar? (mais…)

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O perdão não é sentimento, é uma decisão

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A menos que você roube as pessoas, e se identifique com o crime, sem dúvidas você desaprova o ladrão que te leva a bolsa quando o semáforo está fechado, ou que te subtrai o carro no estacionamento do shopping.

O crime e o criminoso estão inseridos dentro de um padrão de conduta inaceitável socialmente, digno de repulsa, de ódio e de condenação.

Em outro cenário, se eu lhe perguntar qual sua posição quanto à traição conjugal, principalmente se você aposta todas suas fichas em um relacionamento afetivo, e nele canaliza seus sonhos, energias, economias e o planejamento da sua vida, invariavelmente sua resposta será de repúdio, inconformismo, nojo.

Pois bem, assim como o comportamento do ladrão e do traidor, vários outros atores sociais estão sujeitos a nos despertar para uma infinidade de sentimentos ruins, que comumente nos levam à ânsia de vingança, revanche, cobrança do débito, desejo de justiça, entre tantos outros.

Quando o ladrão age ele nos tira um bem material, que pelo direito conferido por investimento financeiro, é nosso; assim como na ação de traição conjugal, a parte infiel retira a segurança e dilacera com a reserva moral daquele que idealiza a fidelidade do parceiro ou da parceira.

Para estes dois casos, e outros tantos de desdobramentos análogos, existem dinâmicas que vão de encontro à nossa segurança, ao nosso bem-estar ou ao nosso direito de propriedade. Para todas estas situações, há apenas duas maneiras de enfrentamento: A Incriminação ou o Perdão. (mais…)

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