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Abraçando as mudanças

2 min de leitura · 

Temos vivido ou quem sabe deveria dizer – estamos vivendo – uma época de grandes mudanças sociais, com profundos desequilíbrios socioeconômicos que geram problemas a todos os níveis.

Essas mudanças, desde um ponto de vista psicológico, exigem compreensão, aceitação e preparação.

A compreensão da mudança resulta um aspecto essencial para poder entender o que está ocorrendo e, assim, integrar com nosso estilo de vida. Devemos deixar de lado muitas de nossas ideias prévias, estruturas de pensamento e ser capazes de “pensar fora da caixa”.

São dados inegáveis que requerem um olhar mais adiante de nossos apegos e nostalgias para imaginar um mundo diferente. E melhor.

E esse é o segundo passo da mudança: a aceitação. No sentido mais literal da palavra. Podemos ir em frente ou resistir sair da zona de conforto, pensando naqueles momentos de fartura do passado (que na realidade existiram apenas para uma pequena parcela), ou podemos subir  no trem da mudança.

É um enfoque ativo, necessariamente. Não vale ficarmos à espera para “vê-las chegar”; isso não serve. É, literalmente, nos transformar em experts em nossa própria mudança. E abraça-la como uma forma de viver.

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Sem dúvida, esse novo paradigma, nos conduz a novas necessidades, que não tem nada a ver com o modelo clássico, que propiciava a estabilidade e a consolidação como objetivos básicos.

Esse modelo, retrógrado, faz com que nos esqueçamos da mudança, da necessária adaptação e adequação que precisamos para, dia a dia, seguir no trem da vida.

Assim, quando chegamos a uma situação na qual pessoas precisaram deixar aquilo no que trabalharam por tantos anos, nos deparamos com um verdadeiro problema.

Porque é claro que o que estamos vivendo é uma crise econômica. Diante disso, podemos negar a mudança, nos cansando diante de avanços ou podemos nos colocar a criar. A pensar em que poderíamos dedicar nosso tempo, que desse para viver e desfrutar dessa vida.

São duas posturas totalmente diferentes. Uma vem determinada pelo apego ao que foi e queremos que volte; a outra, nos exige abraçar as mudanças, nos fundir com elas e protagonizá-las.

E aí, qual vai ser a sua escolha hoje?

Retirado de cámbiate blog (traduzido e adaptado)

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