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O que fazer quando não sei o que fazer?

1 min de leitura

“Não sei o que fazer” é uma dessas frases que a gente já nasce sabendo falar e em algum momento da vida vai usar.

Chega a dar um arrepio na espinha, as vezes, a gente pensa pensa, mas a resposta não vem. Aquela situação precisa de uma ação, mas o que? Nada.

Branco, tela azul, bloqueio.

Você então começa a pensar que está perdido/a, que não há o que fazer, que está tudo acabado. Bem fatalista, mas me diz se não é assim?

Ok, respiremos fundo. Não é o fim da linha. Existe uma saída pra tudo, ou quase tudo, pelo menos.

Clique e fale com um Psicóloga Online agoraGeralmente a sensação desesperadora que nos toma está atrelada a falta de controle. Por exemplo, perdemos o controle sobre o que pensamos. É tanta coisa que de uma hora pra outra, virou uma bagunça geral e não podemos entender mais nada.

Leia também: E se a gente parasse de achar que tudo dá errado?

Nessas situações eu costumo dizer que existem 4 coisas bem importantes:

1- Tente respirar mais devagar. Controle o ar que entra e sai de você. Isso traz uma tranquilidade quase instantânea.

2- Procure organizar suas ideias. O que está na cabeça fica embaralhado, mas se sai para o papel, ganha uma clareza incrível. Dá até pra organizar uma lista com ordem de prioridades.

3- Informe-se. Depois de organizar minimamente suas ideias, leia sobre o seu “problema”. Busque compreendê-lo de diversas maneiras. Procure referências confiáveis e que te ajudem a aliviar a pressão.

4- Fale com alguém. Compartilhe suas angústias. Peça ajuda. Busque quem tem ideias parecidas com as suas, que já tenha passado por situações similares. Alguém que te ouça e possa pensar junto.

Compartilhar sempre é uma ótima saída, ouvir outras opiniões é um “santo remédio”, como diria minha avó.

Pensar fora da bolha ou da caixinha do desespero ajuda a ampliar horizontes, rever conceitos, transformar situações.

Se você agir, sair do lugar, retomar o controle, no final, vai ficar tudo bem 😉

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Raquel Ferreira

CRP 6/101759 – Graduada pela Universidade São Francisco, mestre em Ciências da Saúde pela Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo. Psicóloga clínica desde 2010, busca constante aprimoramento na abordagem analítica. Estudou Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae, frequentou grupos de estudo e supervisão teórica na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica de São Paulo e ainda, integrou o grupo de Neurociências do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Atualmente é doutoranda em Psicologia Social, pela Universidad Complutense de Madrid.


Raquel Ferreira

CRP 6/101759 – Graduada pela Universidade São Francisco, mestre em Ciências da Saúde pela Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado de São Paulo. Psicóloga clínica desde 2010, busca constante aprimoramento na abordagem analítica. Estudou Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae, frequentou grupos de estudo e supervisão teórica na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica de São Paulo e ainda, integrou o grupo de Neurociências do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Atualmente é doutoranda em Psicologia Social, pela Universidad Complutense de Madrid.

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